Arquivos fraude - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/fraude/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Tue, 18 Feb 2025 18:52:14 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 ABBC dá dicas para evitar golpes no Carnaval https://canalmynews.com.br/noticias/abbc-da-dicas-para-evitar-golpes-no-carnaval/ Tue, 18 Feb 2025 18:03:12 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=52027 Link falso (phishing) para a compra de ingressos, fraude do wi-fi falso e o golpe do Pix estão entre os golpes mais comuns no país

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A fraude do wi-fi falso e o golpe do Pix estão entre os golpes mais comuns no Brasil, especialmente durante o Carnaval. A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) é quem alerta para esses riscos. Com a campanha Tem Cara de Golpe, a entidade está orientando a população, em especial os foliões, sobre como se proteger de fraudes financeiras durante os dias de festa.

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Uma das principais dicas da associação é para que o folião redobre os cuidados ao comprar comidas e bebidas em blocos de rua. A ABBC orienta que o dono do cartão nunca deve entregá-lo diretamente ao vendedor, especialmente na rua ou estabelecimentos não habituais. Os criminosos podem se passar por comerciantes, memorizar a senha do cliente e trocar o cartão durante a transação.

Além disso, não se deve aceitar pagar uma compra se o visor de cobrança da máquina estiver quebrado ou apagado, impedindo a visualização do valor real da compra. Os golpistas podem inserir um valor muito acima do que a vítima teria que pagar, levando a prejuízos.

Outra dica é para que o pagamento seja feito preferencialmente por aproximação via celular. De acordo com a associação, esse tipo de pagamento é mais seguro, pois possibilita uma camada de autenticação adicional com biometria ou senha para acesso à carteira digital antes de efetuar o pagamento. Em cartões físicos, recomenda-se desativar função de aproximação para evitar que criminosos se aproveitem da aglomeração para capturar sinais do cartão e realizar débitos sem consentimento do usuário.

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“Durante o Carnaval, além dos golpes com as máquinas de cartões, é frequente ocorrer  tentativas de roubo e furto do aparelho celular, já que os criminosos buscam conseguir acesso a aplicativos e contas bancárias para obter vantagens financeiras. Por isso, é importante que o cliente utilize senhas robustas e deixe ativadas diversas camadas de segurança, como autenticação de duplo fator, biometria ou leitor facial para os aplicativos”, disse Sílvia Scorsato, presidente da ABBC.

Golpes mais comuns

Um dos golpes mais recorrentes durante o Carnaval é o do link falso (phishing) relacionado à compra de ingressos. Neste golpe, os criminosos criam sites falsos para roubar dinheiro, simulando os sites oficiais de venda de ingressos para festas e camarotes. Neste caso, alerta a associação, é importante que o consumidor sempre verifique a autenticidade dos sites antes de proceder a compra, procurando por certificados de segurança e também conferindo a URL oficial dos vendedores autorizados.

Outra dica é sobre o famoso golpe do Pix, em que os criminosos se passam por vendedores, mas alteram o valor da compra antes de mostrar o QR Code na hora do pagamento. A recomendação é de que, em situações como essa, o folião esteja atento ao preço cobrado pelo produto antes de confirmar a transação bancária. Uma boa prática, orienta a ABBC, é diminuir o limite dos valores que podem ser transacionados pelo Pix.

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Um outro golpe bastante comum nessa época do ano é o das falsas redes públicas de wi-fi. Por meio desse golpe, o criminoso pode espionar a navegação do celular e até interceptar informações e senhas em redes que estão desprotegidas. O mesmo pode ocorrer com totens de carregamento de bateria que ficam conectados em cabos USB suspeitos, facilitando a transmissão de malwares e invasão dos celulares. A dica aqui é para utilizar uma bateria extra com um carregador e cabo próprios.

Dicas de segurança

Para ficar mais seguro no Carnaval e evitar golpes e fraudes financeiros, a ABBC recomenda que os foliões ativem controles de segurança em seus celulares, tais como múltiplo fator de autenticação, ocultação e proteção de aplicativos bancários com a ativação do controle assistivo (em dispositivos Apple) e proteção contra roubo em dispositivos Android. Outro ponto importante é ter recursos de localização e bloqueio do dispositivo remotamente previamente configurados.

Em relação aos aplicativos bancários, é possível ativar as funções de proteção como localização, redução de limites de transferência, ocultação e proteção com senhas adicionais e ativação de controles de segurança para carteiras digitais para pagamento somente com senha biométrica.

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Em casos de roubo ou furto de celular, a vítima deve procurar os órgãos de segurança para fazer um boletim de ocorrência e também avisar imediatamente o banco através dos canais de atendimento oficiais.

Também é importante comunicar a operadora de telefonia. Para bloquear completamente o dispositivo, é necessário ter anotado o número do IMEI de identificação do aparelho. Essa informação pode ser obtida diretamente no dispositivo, por meio das configurações do celular, na opção “Sobre o telefone”.

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Assista abaixo ao Segunda Chamada de segunda-feira (17):

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‘Quem ficou mal nessa história foi o Brasil’, diz Kotscho ao comentar eleição na Venezuela https://canalmynews.com.br/internacional/quem-ficou-mal-nessa-historia-foi-o-brasil-diz-kotscho-ao-comentar-eleicao-na-venezuela/ Mon, 29 Jul 2024 20:43:48 +0000 https://localhost:8000/?p=45416 Para jornalista, governo errou em ter dito que esperaria a divulgação das atas do pleito para emitir um parecer sobre a vitória do presidente Nicolás Maduro

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O jornalista Ricardo Kotscho afirmou nesta segunda-feira (29), durante o programa Pergunte ao Kotscho, exibido pelo Canal MyNews, que o Brasil “ficou mal na história” por ter dito que esperaria a divulgação das atas da eleição na Venezuela para emitir um parecer sobre a vitória do presidente Nicolás Maduro. O CNE (Conselho Nacional Eleitoral), principal órgão eleitoral do país, não esperou a divulgação das atas para proclamar Maduro presidente na tarde desta segunda-feira (29). Para Kotscho, essas atas sequer serão entregues.

“Eles não vão entregar ata nenhuma. Estão se lixando para os outros países. Têm alguns apoios importantes, como China, Rússia e Irã, e assim vão tocando o barco”, disse Kotscho.

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Segundo o jornalista, o governo brasileiro “errou” em ter enviado à Venezuela o assessor especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Celso Amorim, para garantir a transparência da eleição. Embora observadores tenham apontado irregularidades no pleito, sem a divulgação das atas, será difícil apurar se houve fraude eleitoral, o que agora é um dever de Amorim.

Na visão de Kotscho, a eleição foi fraudada desde o início, uma vez que Maduro não cumpriu acordos, proibiu candidatos da oposição de se registrarem na Justiça Eleitoral e tem todo o aparato estatal à seu favor, inclusive o Exército e os meios de comunicação. O sistema eleitoral na Venezuela é confiável, mas isso não quer dizer que as eleições sejam limpas. Organizações internacionais como a Organização dos Estados Americanos (OEA), além dos Estados Unidos e da União Europeia, já denunciaram fraude em pleitos anteriores.

Assista ao Pergunte ao Kotscho desta segunda-feira (29):

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Moraes dá 15 dias para PGR opinar sobre indiciamento de Bolsonaro https://canalmynews.com.br/politica/moraes-da-15-dias-para-pgr-opinar-sobre-indiciamento-de-bolsonaro/ Wed, 20 Mar 2024 06:10:45 +0000 https://localhost:8000/?p=42723 Procurador-geral vai decidir se denuncia ex-presidente ao STF

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 15 dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar sobre o relatório no qual a Policia Federal (PF) indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais 16 pessoas pela suposta fraude do certificado de vacinação para covid-19.

Será a primeira oportunidade para o procurador-geral da República, Paulo Gonet, avaliar uma investigação envolvendo Bolsonaro. Gonet vai decidir se denuncia o ex-presidente e os demais acusados ao Supremo. Indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao cargo, o procurador tomou posse em dezembro do ano passado.

O sigilo sobre o relatório da PF foi retirado hoje (19) por Moraes. Conforme as investigações, ao menos nove pessoas teriam se beneficiado de um esquema de fraude, montado pelo ex-ajudante de ordens Mauro Cid, incluindo a esposa e três filhas, Bolsonaro e sua filha e o deputado Gutemberg Reis de Oliveira (MDB-RJ).

Cid teria inserido informações falsas no sistema do Ministério da Saúde com o objetivo de facilitar a entrada e a saída de Bolsonaro dos Estados Unidos, burlando exigências sanitárias contra a covid-19 impostas pelos EUA e também pelo Brasil. Ambos países exigiam a vacinação contra doença para interessados em cruzar a fronteira.

Em seu perfil na rede social X, antigo Twitter, o advogado de Bolsonaro Fabio Wajngarten criticou a divulgação do indiciamento. “Vazamentos continuam aos montes, ou melhor aos litros. É lamentável quando a autoridade usa a imprensa para comunicar ato formal que logicamente deveria ter revestimento técnico e procedimental ao invés de midiático e parcial”, escreveu.

Confira debate sobre o tema no Segunda Chamada, com Afonso Marangoni, Carlos Andreazza do jornal O Globo, Vanda Célia e Vinícius Nunes, repórter do Metrópoles:

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Jair Renan é indiciado por falsidade ideológica e lavagem de dinheiro https://canalmynews.com.br/noticias/jair-renan-e-indiciado-por-falsidade-ideologica-e-lavagem-de-dinheiro/ Fri, 16 Feb 2024 05:09:17 +0000 https://localhost:8000/?p=42423 De acordo com a PCDF, tanto Jair Renan quanto Maciel Alves foram formalmente acusados pelos crimes de falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) confirmou, nesta quinta-feira (15), a conclusão do inquérito vinculado à Operação Nexum, deflagrada em agosto do ano passado, para investigar um possível esquema de fraudes, estelionato, falsificação de documentos, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. O caso envolve Jair Renan Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, e o seu instrutor de tiro, Maciel Alves.  

De acordo com a PCDF, ao final da investigação, cujos detalhes estão sob sigilo, tanto Jair Renan quanto Maciel Alves foram formalmente acusados pelos crimes de falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro. O relatório final da investigação foi encaminhado ao Poder Judiciário no dia 8 de fevereiro, informou a corporação. Agora, cabe ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) analisar o caso e decidir se oferece denúncia contra ambos para que se instaure um processo penal na Justiça.

Ainda no ano passado, foi realizada uma operação policial de busca e apreensão contra os acusados. O inquérito apontava, de acordo com os investigadores, “para a existência de uma associação criminosa cuja estratégia para obter indevida vantagem econômica passa pela inserção de um terceiro, ‘testa de ferro’ ou ‘laranja’, para se ocultar o verdadeiro proprietário das empresas de fachada ou empresas ‘fantasmas’, utilizadas pelo alvo principal e seus comparsas”. A Operação Nexum foi conduzida pelo Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Decor) da Polícia Civil do DF.

A reportagem da Agência Brasil entrou em contato com o advogado Admar Gonzaga, responsável pela defesa de Jair Renan, que disse não ter nada a declarar sobre o caso, no momento. Já defesa de Maciel Alves não foi localizada até a publicação do texto.


No Segunda Chamada desta quinta, 15 de fevereiro de 2024, Afonso Marangoni dá a notícia e os jornalistas João Bosco Rabello e Diana Fernandes, e o professor Marco Antônio Villa comentam o caso. Confira:

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A vez de Jair Renan Bolsonaro: de pai para filho, trambiques já são uma tradição de família https://canalmynews.com.br/balaio-do-kotscho/a-vez-de-jair-renan-bolsonaro/ Thu, 24 Aug 2023 19:30:52 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=39105 De pai para filho, os zeros mais velhos mantiveram a tradição e  chegou a vez do “04”, Jair Renan, o caçula dos homens, também já algum tempo às voltas com problemas na Justiça, agora investigado pela Polícia Civil do DF

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Desde que foi saído do Exército e se elegeu vereador no Rio, na década de 1980, o ex-capitão Jair Bolsonaro aprimorou um  “modus operandi” de pequenos e grandes trambiques contra o patrimônio público para aumentar a renda da família.

Em seus 30 anos no parlamento brasileiro, não fez nem apresentou nada que preste para o país, mas o patrimônio familiar não parou de crescer, com a compra de dezenas de imóveis com dinheiro vivo, graças à multiplicação de funcionários fantasmas nos gabinetes dele e dos filhos que recebiam a famosa “rachadinha”.

Mas esses ainda eram tempos românticos. Ao assumir a Presidência da República, em nome do combate à corrupção e com o apoio de amplos setores das Forças Armadas, a trambicagem se profissionalizou, com a ajuda do seu staff militar, até chegar aos colares de diamantes e outras joias árabes, que ele surrupiou do patrimônio público e tentou vender nos Estados Unidos, mobilizando para isso até um general, o pai do seu ajudante de ordens, um tenente coronel.

De pai para filho, os zeros mais velhos mantiveram a tradição e  chegou a vez do “04”, Jair Renan, o caçula dos homens, também já algum tempo às voltas com problemas na Justiça, agora investigado pela Polícia Civil do DF por suspeita de falsidade ideológica, associação criminosa, estelionato, crimes contra a ordem tributária e lavagem de dinheiro, nada que seja surpresa para a família.

O instrutor de tiro de Jair Renan, Maciel Carvalho, suspeito de ser o mentor do esquema, coleciona vários registros criminais que incluem corrupção ativa, uso de documento falso e disparo de arma de fogo. Imóveis de Jair Renan em Brasília e no Balneário Camboriú, em Santa Catarina, foram alvos de busca e apreensão.

Nesta mesma quinta-feira, ficamos sabendo que o patriarca de família encontrou uma nova forma de se defender no escândalo das jóias árabes: a defesa do ex-presidente resolveu pedir o tesouro de volta, alegando que Bolsonaro é o legítimo dono da muamba que não foi declarada até hoje ao imposto de renda.

É muito cinismo e deboche para quem está encalacrado até as orelhas em dezenas de inquéritos cíveis, eleitorais e criminais no STF, no TSE e em outras instâncias da Justiça. A manobra da defesa para livrar a cara de Jair pai, revelada pela colunista Mônica Bergamo, na Folha, serve apenas para gerar dúvidas na cabeça dos devotos sobre quem é o dono do tesouro, se o ex-presidente ou o patrimônio público, enquanto ele se prepara para depor sobre o caso das joias na Polícia Federal, no próximo dia 31,  juntamente com Michelle, Mauro Cid, Frederic Wasseff e outros patriotas.

Para a defesa, “os objetos pertencem ao ex-presidente e, por isso, devem ser devolvidas”. Ponto final. Então tá bom… Recomendo ao advogado Paulo Cunha Bueno, que acredita nisso, para esperar sentado. Nem os bolsonaristas mais fanáticos acreditam no sucesso da manobra, feita só para desviar o assunto, e transformar o réu em vítima.

Até quando vamos ficar falando nessa novela das joias? Não tem nada de mais importante acontecendo no país? Tem, mas acho que agora todo mundo quer saber como essa história vai acabar.

Bolsonaro vai ser preso ou não vai? Quando?

Vida que segue.

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Investidores da PetraGold soltam nota oficial contestando a empresa https://canalmynews.com.br/economia/nota-oficial-dos-investidores-da-petragold/ Thu, 04 Aug 2022 00:07:47 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=32502 "Não somos um “grupo pequeno”, como erroneamente relata a empresa PetraGold. Trata-se de um grupo de quase 40 investidores onde o somatório dos investimentos ultrapassa 5 milhões"

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Em resposta a Nota Oficial enviada pela PetraGold em 28 de julho de 2022 e publicada no site do MyNews, os investidores que compraram debêntures soltaram uma nota contestando as afirmações da empresa.

Primeiramente, merece especial atenção para o fato de que não somos um “grupo pequeno”, como erroneamente relata a empresa PetraGold. Trata-se de um grupo de quase 40 investidores onde o somatório dos investimentos ultrapassa 5 milhões. Decidimos nos unir com a finalidade única e exclusiva de encontrar meios para recebermos nosso dinheiro de volta, em conformidade com os contratos firmados.

De fácil percepção pelo site Reclame Aqui, a empresa PetraGold alcança hoje quase 200 reclamações no mesmo sentido, sendo a maioria delas relatos sobre parcelamentos e acordos não honrados. Neste contexto, importante frisar que a maioria maçante recebe respostas prontas como por exemplo “acordos em andamento”, ou seja, não cumpridos.

A empresa PetraGold não atende de forma eficiente pelos canais disponibilizados, tanto e-mails como telefones, ficando semanas sem dar qualquer resposta ou atualização sobre a situação. A empresa PetraGold não se digna a fornecer aos investidores qualquer posicionamento da situação real da empresa ou qualquer evolução nas tratativas para solução dos problemas dos resgates.

A empresa se defende da suposta menção a pirâmide financeira, mas, de forma incongruente, afirma que “precisa continuar captando novos clientes” para que possam honrar com os pagamentos/resgates dos antigos investidores.

A empresa afirma ter uma estrutura robusta, um grupo sólido, consolidado em diversas frentes, todas gerando receita para honrar compromissos, porém mesmo assim, os resgates não vêm sendo pagos. Nenhum dos mais de 10 acordos com o grupo feitos nos últimos 2 meses foi cumprido, sem qualquer justificativa plausível. Há investidores que tentam realizar seus resgates há mais de um ano, sem sucesso.

Além disso, informamos que nenhum dos entrevistados na matéria foram procurados pela empresa, continuam sem nenhuma resposta em definitivo e sem saber se terão de volta seu dinheiro investido. São famílias que tiveram suas vidas impactadas e seus sonhos destruídos. e que passam diariamente por constantes humilhações exigindo o que é seu por direito.

A empresa informa que todas as operações seguem ativas gerando a receita necessária para honrar com seus compromissos, mas questionamos por que então não pagam seus clientes? Nenhum dos entrevistados recebeu sequer um contato da empresa após a exibição do programa, com qualquer tentativa de acordo referente ao apresentado na reportagem.

Para nossa surpresa, imediatamente após a entrevista, surgiu um canal de comunicação o qual pede 72 horas para qualquer tipo de resposta. Previsivelmente, após esse tempo, ninguém teve qualquer parecer ou resposta conclusiva para solução da atual situação!

Por derradeiro, o grupo finaliza relatando que fica surpreso com a nota emitida pela PetraGold, pois, induz o telespectador em erro a todo momento, principalmente no tocante a existência de um canal de comunicação conosco.

Além do futuro incerto quanto aos nossos investimentos, também gostaríamos de salientar que o CEO Eduardo Wanderley sequer enviou uma mensagem ou agendou uma reunião em todos esses meses para explicar a situação e acalmar seus investidores, sendo seu paradeiro desconhecido em todos os questionamentos nossos feitos aos funcionários da empresa.

 

O embate dos investidores que compraram as debêntures da PetraGold você pode ver aqui.

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Bolsonaro prometeu provas, mas apresentou apenas “indícios de fraude” nas eleições https://canalmynews.com.br/politica/bolsonaro-prometeu-provas-mas-apresentou-apenas-indicios-fraude-eleicoes/ Thu, 09 Sep 2021 14:45:29 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/bolsonaro-prometeu-provas-mas-apresentou-apenas-indicios-fraude-eleicoes/ Em uma transmissão de um pouco mais de duas horas, o presidente resgatou vídeos da internet que comprovariam fraudes nas eleições de 2014 e 2018, atacou o TSE, a imprensa e elogiou seus ministros

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A quinta-feira (29) foi de expectativa pela live do presidente Jair Bolsonaro. Ele havia anunciado que apresentaria provas de que houve fraude nas eleições de 2014 e 2018. Mas as provas não apareceram, e Bolsonaro foi enfático: “não temos provas, deixar bem claro, mas temos fortes indícios”.

O presidente vem insistindo há tempos que as urnas eletrônicas não são seguras e trabalha pela mudança no sistema eleitoral brasileiro, quer a instalação do voto impresso auditável.

Jair Bolsonaro em live
O TSE rebateu 18 alegações que o presidente Jair Bolsonaro fez durante a live desta quinta-feira (29). Foto: YouTube/Jair Bolsonaro

A transmissão durou um pouco mais de duas horas. Nos primeiros quarenta minutos, Bolsonaro se dedicou a desferir ataques ao Judiciário, a adversários e a repetir diversos argumentos quem já vem usando. Em um dado momento, ele disse o seguinte: “É justo quem tirou o Lula da cadeia, o que o tornou elegível, ser quem vai contar os votos dele?”. O ministro Edson Fachin, que revisou a prisão do Lula, é o próximo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Mas o alvo preferencial dos ataques do presidente tem sido o ministro Luís Roberto Barroso, o atual presidente do TSE. Em um dado momento da live, ele disse o seguinte: “Onde quer chegar esse homem que atualmente preside o TSE? Quer a inquietação do povo?”.

Bolsonaro resgatou vídeos caseiros de pessoas citadas como voluntárias, que filmaram possíveis problemas com as urnas no momento da votação, nas eleições de 2018. Também foram expostos trechos de análises de comentaristas da Rede Globo e da Globo News, em que eles comparam o resultado da pesquisa eleitoral antes das últimas eleições com o resultado após o fim do primeiro turno – dando a entender que Bolsonaro teria ganhado no primeiro turno.

A equipe do presidente, que acompanhou a live, também recuperou um vídeo de um astrólogo – que já foi rebatido por especialistas – em que ele aponta que houve fraude nas eleições de 2014. Na publicação, Alexandre Chut diz ter encontrado um padrão nos dados divulgados minuto a minuto e que indicariam que houve fraude, pois tal padrão só poderia ser possível por meio do uso de um algoritmo.

O TSE contestou as alegações feitas durante a transmissão, e em tempo real, publicou diversos posts no twitter desmentindo vídeos e boatos que circulam nas redes sociais.

Imprensa mais positiva e elogios aos ministros

Na segunda hora da live, Bolsonaro se dirigiu à imprensa, pediu menos fake news na grande mídia e que os veículos sejam mais positivos nas notícias – disse que não tem só notícia ruim no Brasil, mas tem muita coisa boa. E confessou que “gostaria muito de voltar a ler a Folha de S. Paulo e o Estadão, mas que assim não dá!”.

O Café do MyNews é transmitido de segunda a sexta, a partir das 8h30. Confira a edição completa do programa dessa sexta (30) no Canal MyNews

O presidente também rasgou elogios a todos os seus ministros, falou do trabalho de cada um, da amizade de longa data com o ministro da Defesa Braga Netto, e os comparou com os ministros de outros governos: “Olha a diferença, pessoas competentes e comprometidas com o futuro do seu país, pessoas respeitadas como são os nossos ministros. Vocês querem a volta de Zé Dirceu? E de tantos outros que nos envergonharam no passado?”.


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Golpes frequentes com criptomoedas dão má fama a ativo https://canalmynews.com.br/mynews-investe/golpes-frequentes-criptomoedas-dao-ma-fama-a-ativo/ Thu, 26 Aug 2021 23:37:13 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/golpes-frequentes-criptomoedas-dao-ma-fama-a-ativo/ Ney Pimenta, CEO da BitPreço, avalia que mercado atual está perdendo com golpes e dá dicas de como investir em criptomoedas

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Na última quarta-feira (25), a Polícia Federal (PF) realizou a Operação Kryptos, que investiga a suspeita de pirâmide financeira disfarçada de investimento em criptomoedas. A PF acredita que as fraudes podem ter movimentado bilhões de reais.

Um dos principais alvos da operação era Gaidson Acácio dos Santos, dono da empresa GAS Consultoria Bitcoin. Em sua casa, em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, a PF apreendeu R$ 13,8 milhões em espécie.

A promessa de Gaidson era de 10% ao mês em investimentos em bitcoins, mas segundo a força-tarefa a GAS nem reaplicava os aportes de criptomoedas dos investidores. Muitos dos clientes da consultoria de bitcoin eram de Cabo Frio, Região dos Lagos Fluminense, que recentemente ganhou o apelido de Novo Egito, por causa das pirâmides financeiras.

Além da GAS Consultoria Bitcoin, pelo menos dez empresas que oferecem investimentos com lucro alto e rápido na cidade são alvo de investigação. Ainda de acordo com a PF, a operação apreendeu R$ 150 milhões em criptoativos, que serão liquidados e ficarão à disposição da justiça, além de 21 veículos de luxo, relógios de alto padrão, joias, valores em moeda estrangeira e documentos.

O MyNews Investe falou com o CEO da BitPreço, Ney Pimenta, que disse que esse tipo de esquema que tem acontecido cada vez mais envolvendo criptoativos, principalmente as bitcoins, faz com que muitas pessoas achem que criptomoedas sempre estão atreladas a golpes.

“Isso é muito triste e no mercado de criptomoedas ele tem sido muito explorado, por conta dessa ilusão que se tem de gente que investiu em bitcoin e se tornou rico da noite para o dia – o que não é verdade mais. Esse desconhecimento da tecnologia é muito mais fácil para os golpistas fazerem um discurso de ‘deixa o dinheiro comigo que eu mexo e invisto para te deixar rico’. Atualmente, isso é péssimo para o nosso mercado de criptomoedas; o pessoal começa conectar criptomoedas com golpes, com coisas erradas” , argumenta o CEO da BitPreço.

Como o mercado de criptomoedas ainda não é regulado, isso facilita com que os golpes aconteçam. Para fugir desse risco, Ney Pimenta dá dicas de como investir de forma segura em criptoativos.

“Escolher uma corretora e verificar se ela já está há um tempo no mercado, se tem boas referências, tem sites de reclamações. Você pode verificar se a empresa tem trabalhado bem no mercado; evitar as menores, as muito pequenas. Eu sugeriria procurar bem, estudar as que estão há pelo menos uns dois ou três anos no mercado. É muito importante dar uma estudada para ver onde você vai aplicar e fazer suas compras de moedas”, alerta.


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Senadores expõem mais suspeitas envolvendo compra da vacina Covaxin https://canalmynews.com.br/politica/senadores-expoem-suspeitas-compra-covaxin/ Wed, 25 Aug 2021 23:38:35 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/senadores-expoem-suspeitas-compra-covaxin/ Diretor de empresa fiadora da Precisa presta depoimento. CPI suspeita de sócios ocultos envolvidos na compra da Covaxin

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A CPI da Pandemia ouviu nesta quarta-feira (25) Roberto Pereira Ramos, diretor-presidente do FIB Bank. Apesar do nome, não tem relação com banco porque a empresa não é certificada pelo Banco Central. Portanto, não poderia atuar como instituição financeira. 

O FIB Bank é a empresa que ofereceu uma garantia de R$ 80 milhões no contrato da Precisa com o Ministério da Saúde na compra da Covaxin. Se a Precisa não cumprisse o contrato, o Fib Bank é quem pagaria, como uma espécie de fiador. Apesar disso, Roberto disse que não conhece Francisco Maximiano, o dono da Precisa.

Questionado sobre o faturamento do FIB Bank, Roberto disse que foi R$ 1 milhão no ano passado e está perto de R$ 650 mil nesse ano. No depoimento, Roberto disse que a empresa dele é pequena, que sofreu com a pandemia. Entretanto, o capital social da empresa é de R$ 7,5 bilhões, o que foi ironizado pelos senadores.

O presidente da empresa ainda apresentou um documento com data errada e não soube explicar muitas perguntas feitas. Os senadores chegaram a chamar a empresa de “banco da lorota”.

A comissão também apura se o fib bank teria um sócio oculto, que teria sido usado como laranja para as irregularidades nos contratos. Um dos sócios é um homem que mora em Alagoas, que não tem nenhuma ligação com a empresa. Ele já entrou na Justiça porque a assinatura foi falsificada e usada pelo FIB Bank. Por isso, ele não conseguiu pedir seguro-desemprego e FGTS quando foi demitido.

Na sessão, o relator da CPI, senador Renan Calheiros, ainda informou que incluiu mais 3 nomes na lista de investigados pela comissão: Roberto Ferreira Dias, ex-diretor de logística do Ministério da Saúde, Francisco Maximiano, diretor da Precisa, e Emanuel Catori, diretor da Belcher.

Assista à íntegra do Jornal do MyNews, no Canal MyNews. De segunda à sexta, a partir das 18h40, sempre com temas atuais sobre o Brasil e o mundo

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Golpes financeiros: “Se é bom demais para ser verdade, provavelmente não é verdade” https://canalmynews.com.br/mynews-investe/golpes-financeiros-se-e-bom-demais-para-ser-verdade-provavelmente-nao-e-verdade/ Fri, 13 Aug 2021 15:07:54 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/golpes-financeiros-se-e-bom-demais-para-ser-verdade-provavelmente-nao-e-verdade/ Superintendente da CVM explica que maioria das vítimas de golpes financeiros buscam mais rentabilidade e apostam em produtos aparentemente inovadores

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Busca por maior rentabilidade, procura por produtos financeiros inovadores e apetite por oportunidades melhores que o padrão. Esses são os ingredientes que levam a maior parte das vítimas de golpes financeiros a caírem em fraudes que, cada vez mais, usam criptomoedas para atrair investidores. A avaliação é de José Alexandre Vasco, superintendente de Proteção e Orientação aos Investidores da CVM, em entrevista do MyNews Investe.

“Essas pessoas que estão atraídas por novidades e inovações naturalmente são mais influenciadas por temas novos e muitas vezes difíceis de compreender, porque enxergam ali uma oportunidade de sair na frente, de conseguir ter uma rentabilidade maior do que um produto tradicional”, explica ele.

Segundo pesquisa feita pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), órgão responsável pela regulação do mercado de capitais, 91% das vítimas de golpes financeiros são homens. Entre os participantes do estudo, a maior parte cita as criptomoedas (43%) como o investimento que levou à fraude. Na sequência, estão produtos mais complexos como Forex (29,8%) e opções binárias (16,9%).

De maneira geral, as fraudes chegam até a vítima por meios conhecidos. Segundo a pesquisa, metade das vítimas conhecia o golpista de alguma forma – 28,1% a conheciam pessoalmente e 21,9%, indiretamente. Os meios de divulgação dos golpes também costumam ser mais direcionados:  27,5% das vítimas receberam a proposta por meio do WhatsApp e 19,7% a partir da divulgação do boca-boca.

Vasco destaca que a propagação mais direcionada dos golpes acabam contribuindo para uma aparência de confiabilidade. “Há a aparência de regularidade quando vem de uma fonte confiável, conhecida. Muita gente não consegue entender direito no que está investindo e também fica um pouco atraído por essa novidade”, afirma ele.

Sobre o crescimento das fraudes envolvendo a oferta de moedas digitais, ele lembra que esse é um movimento que tem acontecido no mundo, mas tomado maiores proporções no Brasil. “É um fenômeno mundial e que no Brasil adquiriu uma intensidade maior. Nós sabemos disso porque integramos uma força-tarefa junto da IOSCO (Organização Internacional de Valores Mobiliários ) para proteção de investidores”, explica Vasco.

Assista à integra do MyNews Investe, com apresentação de Juliana Causin. De segunda à sexta, no Canal MyNews

Segundo o superintendente da CVM, o momento de pandemia acabou favorecendo a oferta de fraudes envolvendo produtos digitais. “No mundo inteiro durante a pandemia houve um crescimento das ofertas irregulares, seja esquemas ponzi, sejam pirâmide. No Brasil a gente já vinha percebendo essa essa tendência desde 2014”, acrescenta.

Para Vasco, alguns sinais importantes podem ajudar os investidores a identificarem ofertas que sejam fraudulentas. A promessa de ganhos exorbitantes e pressão dos golpistas para uma decisão são elementos comuns nos golpes. “É melhor buscar investir naquilo que você consiga entender minimamente. Não precisa ser um especialista, mas você precisa ter uma compreensão de como aqueles recursos que você está entregando ao ofertante vão gerar o retorno que promete”, diz.“Se é bom demais para ser verdade, provavelmente não é verdade”, lembra ele.


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Bolsonaro tem 15 dias para explicar acusações de fraudes nas urnas https://canalmynews.com.br/politica/bolsonaro-tem-15-dias-para-explicar-acusacoes-de-fraudes-nas-urnas/ Tue, 22 Jun 2021 14:20:27 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/bolsonaro-tem-15-dias-para-explicar-acusacoes-de-fraudes-nas-urnas/ Com receio de reações violentas em 2022, Tribunal Superior Eleitoral caminha para evitar desconfiança e fake news sobre confiabilidade das urnas

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Enquanto Câmara dos Deputados avalia a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que busca implementar a adoção de cédulas físicas nas urnas eletrônicas, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) toma medidas para sanar desconfianças em torno do processo de votação

Bolsonaro ao lado da cabine de votação, na eleição de 2018. Alegação de fraude segue sem qualquer prova.
Bolsonaro ao lado da cabine de votação, na eleição de 2018. Alegação de fraude segue sem qualquer prova. Foto: Tânia Regô (Agência Brasil).

O corregedor do TSE, Luis Felipe Salomão, deu 15 dias para Jair Bolsonaro explicar e provar as acusações feitas sobre o pleito de 2018. Mesmo saindo vitorioso, o presidente já afirmou diversas vezes que aconteceram fraudes nas urnas e que, por isso, ele só foi eleito no segundo turno. Ele também tem feito ameaças sobre as eleições do ano que vem: “Vou nem falar mais nada, vai ter voto impresso. Porque se não tiver voto impresso é sinal de que não vai ter eleição, acho que o recado tá dado”, afirmou em maio deste ano, numa de suas lives semanais. 

A determinação de Salomão também é válida para outras autoridades públicas, como Cabo Daciolo, que foi candidato à presidência em 2018 pelo Patriota, e o deputado estadual Oscar Castello Branco (PSL/SP).

O ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, tem se colocado firmemente contra qualquer mudança no sistema eleitoral, o que tem causado indisposição com o presidente. Barroso se reuniu nesta segunda (21) com deputados da comissão que analisa o voto impresso – entre eles Bia Kicis (PSL-DF), autora da proposta, e Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) – para mostrar como funciona o sistema das urnas e a auditoria, para o caso de fraude. O aceno é feito para provar que existe transparência, evitar acusações e reações violentas que deslegitimem os resultados da votação de 2022.

Íntegra do programa ‘Café do MyNews‘ desta terça-feira (22), que abordou a solicitação do TSE a Bolsonaro sobre fraude nas eleições de 2018.

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