30 mil crianças sem vagas em creches no Rio Educação

30 mil crianças sem vagas em creches no Rio

Vereador Pedro Duarte, do Partido Novo do Rio, diz que a população tem que cobrar educação também das prefeituras porque são elas as responsáveis pela fase mais importante da formação de qualquer pessoa

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  • Cerca de 30 mil crianças no Rio de Janeiro estão sem vagas em creches, alerta o vereador Pedro Duarte (Novo do Rio).
  • Duarte afirma que a fase até os seis anos é crucial para a formação intelectual, segundo especialistas.
  • Ele responsabiliza as prefeituras e cobra da Câmara Municipal a universalização do acesso à educação infantil.
  • O vereador aponta que a fila de espera se formou ao longo do tempo e pede que os vereadores busquem soluções.

A primeira grande pauta que a população do Rio de janeiro deveria cobrar mais da Câmara Municipal é educação infantil. “A gente fala muito de educação e até cobra do governo federal, mas a educação mais importante é responsabilidade das prefeituras”, diz o vereador Pedro Duarte, do Novo do Rio. Ele explica que os especialistas no tema dizem que a fase mais importante da vida de uma pessoa para sua formação intelectual é até os seis anos de idade. E o Rio, ele diz, tem 30 mil crianças sem vagas em creche. “Então esta é a primeira cobrança que a população tem que fazer, vaga em creche e ensino universalizado”, diz ele.

E este tema está sendo discutido na Câmara Municipal do Rio? “Menos do que eu gostaria”, diz Duarte. Ele diz que essa fila de 30 mil crianças não surgiu de um dia para outro. “É uma fila que existe há muitos anos”. Daí, ele diz, a importância de trazer esta pauta para que os vereadores do Rio ajudem a buscar uma solução. “Se a Câmara de fato tivesse isso como prioridade não tinha fila, tem orçamento para isso, só que gastamos com outros problemas”, acrescenta.

O segundo tema importante para a Câmara é, na opinião dele, a pauta das reformas. Mas neste item houve avanços. “A gente ouve falar nas reformas federais, mas aqui também tem reformas para fazer e fizemos por exemplo a reforma da previdência municipal, porque o Rio de Janeiro estava quebrado”.

A íntegra da entrevista você pode conferir no vídeo abaixo.