Campanha de Eduardo Paes pede cassação da chapa de Douglas Ruas no Rio Eduardo Paes e Douglas Ruas. Foto: Gabriel de Paiva e Fabiano Rocha Notícias

Campanha de Eduardo Paes pede cassação da chapa de Douglas Ruas no Rio

Representação apresentada ao TRE-RJ aponta suspeitas de compra de votos, coação de eleitores e propaganda fraudulenta. Tribunal ainda não decidiu sobre os pedidos.

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  • A campanha de Eduardo Paes (PSD) solicitou ao TRE‑RJ a cassação da chapa de Douglas Ruas (PL) e da vice Fernanda Louback (PL).
  • O pedido se fundamenta em denúncia de compra de votos, coação de eleitores e propaganda eleitoral fraudulenta.
  • A coligação alega que materiais associaram indevidamente Paes ao número 13, usado pelo PT, e exploraram sua proximidade com o presidente Lula.
  • Segundo a representação, o objetivo seria confundir o eleitorado e interferir no resultado da eleição para governador do Rio de Janeiro.

A campanha de Eduardo Paes (PSD) pediu à Justiça Eleitoral a cassação da chapa de Douglas Ruas (PL), governador eleito do Rio de Janeiro, e de sua vice, Fernanda Louback (PL). Para isso, apresentou uma representação ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ). No documento, a coligação acusa os adversários de compra de votos, coação de eleitores e propaganda eleitoral fraudulenta. Segundo os advogados, as ações buscavam induzir eleitores a registrar votos inválidos e interferir no resultado da disputa.

Entre os principais argumentos está a distribuição de materiais impressos. Segundo a campanha de Paes, as peças associavam indevidamente o candidato do PSD ao número 13, utilizado pelo PT. No entanto, Paes concorreu ao governo fluminense com o número 55. Além disso, a coligação afirma que os materiais exploraram sua proximidade política com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O objetivo, segundo a representação, seria confundir os eleitores e prejudicar a votação.

Diante das acusações, a campanha de Paes pede a cassação dos registros ou diplomas de Ruas e Louback. Também solicita a anulação dos votos da chapa e a declaração de inelegibilidade dos dois por oito anos. Até esta quarta-feira (4), porém, o TRE-RJ não havia decidido sobre os pedidos. Procurado por meio de sua assessoria, Douglas Ruas não se manifestou. O espaço segue aberto.

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