AGU cobra R$ 15 milhões de acusados por bomba no aeroporto de Brasília Foto: Wesley Mcallister/AGU ADVOCACIA-GERAL

AGU cobra R$ 15 milhões de acusados por bomba no aeroporto de Brasília

AGU sustenta que os acusados colocaram em risco a vida e o patrimônio de terceiros e tentaram causar comoção social

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  • A AGU ajuizou, em 23/10/2024, ação civil pública na Justiça Federal do DF cobrando R$ 15 mi dos três acusados da tentativa de explosão de caminhão‑tanque perto do aeroporto de Brasília em 24/12/2022.
  • A medida pleiteia indenização por danos morais, alegando ofensa à democracia e à segurança aeroportuária.
  • A AGU sustenta que o ataque visava gerar comoção social para justificar intervenção militar e impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva em 01/01/2023.
  • Os réus – George Washington de Oliveira Sousa, Alan Diego dos Santos Rodrigues e Wellington Macedo de Souza – já foram condenados a 9 anos 4 meses, 5 anos 4 meses e 6 anos de prisão, respectivamente, por explosão, incêndio e posse ilegal de arma.

A Advocacia-Geral da União (AGU) entrou nesta quinta-feira (23) com uma ação na Justiça para cobrar R$ 15 milhões dos acusados da tentativa de explosão de um caminhão-tanque nos arredores do aeroporto de Brasília no dia 24 de dezembro de 2022.

A ação civil pública foi protocolada na Justiça Federal do Distrito Federal e cobra dos acusados danos morais por ofensa à democracia e à segurança aeroportuária.

A AGU sustenta que os acusados colocaram em risco a vida e o patrimônio de terceiros e tentaram causar comoção social para justificar a decretação da intervenção militar para impedir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de tomar posse em 1° de janeiro.

Condenações
Os três envolvidos na tentativa de explosão já foram condenados pela Justiça do Distrito Federal.

Em maio, o empresário George Washington de Oliveira Sousa foi condenado a nove anos e quatro meses de prisão e Alan Diego dos Santos Rodrigues a cinco anos e quatro meses. As condutas envolvem os crimes de explosão, causar incêndio e posse de arma de fogo sem autorização.

Em agosto, Wellington Macedo de Souza foi condenado a seis anos de prisão em regime fechado. Ele foi acusado de expor a integridade física da população mediante uso de explosivo.

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