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PAGAMENTO ELETRÔNICO

Pix já é 2ª forma de pagamento mais usada e terá novas regras de segurança

Mecanismos de transferência de recursos fica atrás apenas dos pagamentos em dinheiro. Banco Central prevê mudanças para deixar o Pix mais seguro
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Menos de um ano após seu lançamento, o Pix já é a segunda forma mais usada para pagamentos de contas no Brasil, ficando atrás apenas de dinheiro em pagamentos à vista. É o que mostra levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Sebrae.

Levando em conta a segurança, nesse período em que as operações com Pix foram liberadas, aumentaram o número de sequestros-relâmpago em que as pessoas são obrigadas a fazer transações no Pix como forma de resgate. Por isso, o Banco Central divulgou na última sexta-feira (27) mudanças na ferramenta de pagamento. As mudanças visam melhorar a segurança do sistema.

Para o sócio da Nord Reserach, Luiz Felippo, o Pix é uma solução muito boa e que traz mais competição ao sistema financeiro brasileiro. “Eu acho que é uma baita solução. O Pix não é uma solução brasileira, é uma solução que aconteceu em outros países; tem casos na Índia, em outros lugares que também foram muito bem-sucedidos. Acho que é um instrumento fantástico de você poder transferir sem nenhum tipo de custo, até porque não tem o menor sentido transferir com algum tipo de custo. Então, acho que isso traz mais competição. O Banco Central tem procurado ser mais ativo e trazer competição pro sistema financeiro, que é bem concentrado. Eu acho que é uma solução incrível.

Até julho de 2021, o Banco Central do Brasil registrou 102,8 milhões de usuários cadastrados no Pix no país, com mais de 885 milhões de transações desde novembro de 2020. Desde que foi lançado, o Pix foi usado para movimentar R$ 526 bilhões.

Assista à íntegra do MyNews Investe, no Canal MyNews, com apresentação de Juliana Causin. De segunda a sexta, a partir do meio-dia.

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