Foto: divulgação ALERJ
Deputado eleito pelo PSOL fez uma análise da conjuntura atual da política carioca
O deputado estadual no Rio de Janeiro, Flávio Serafini, foi reeleito com 95.666 votos, o equivalente a 1,08% dos votos válidos no estado. Em entrevista exclusiva ao canal MyNews, falou sobre as eleições de 2026, os próximos desafios do PSOL, seu partido no estado, e também sobre uma possível vitória de Flávio Bolsonaro à Presidência do Brasil neste ano.
No Rio de Janeiro, Douglas Ruas, do PL e atual presidente da Alerj, foi eleito governador em primeiro turno contra Eduardo Paes, do PSD. Flávio detalha como foi a aliança do ex-prefeito com o presidente Lula e como ela não se firmou em votos para o estado. Flávio ainda destaca que falta e faltou, em boa parte do tempo, material do município carioca e também de Niterói no campo progressista com o petista.
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“A aliança do Lula, Eduardo Paes, ela acabou desafiando a candidatura do Lula aqui. Eduardo Paes, para a disputa política, sabia que o Bolsonaro tinha uma maior expectativa eleitoral, que tinha uma oportunidade do Bolsonaro. Em geral, o Bolsonaro tem tido maioria eleitoral aqui no Rio de Janeiro. O prefeito Eduardo Paes, então, tentou fazer aliança com ele, né? Se ajudaram tanto, mas sem confrontar o Bolsonaro. O que a gente tem é que o Bolsonaro, com a capacidade de disputa política, de construção de normativas, é muito maior, e conseguiram verticalizar o voto. Então, o resultado deixou esse impacto, né? Assustou, deixou esse impacto”, analisou o deputado do PSOL.
Questionado sobre a não federação entre PSOL e PT, Flávio afirmou que o PT fez aliança com pessoas das quais seu partido discorda, entre elas, o ex-prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis, responsável por dar uma caderneta falsa de vacinação para Jair Bolsonaro. E citou casos pelo Brasil que justificaram não se alinharem com os petistas.
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