Moraes chega a 55 pedidos de impeachment no Senado após nova crise no STF Ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Moraes chega a 55 pedidos de impeachment no Senado após nova crise no STF

Novo pedido, apresentado pelo senador Alessandro Vieira e apoiado por ao menos 21 senadores, amplia a pressão política sobre o ministro do Supremo

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  • O ministro Alexandre de Moraes chegou a 55 pedidos de impeachment no Senado, em meio a nova crise no STF.
  • O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) apresentou a última solicitação, pedindo a remoção de Moraes e sua inelegibilidade por oito anos.
  • Desde 2021, parlamentares, associações, organizações e cidadãos, inclusive o ex‑presidente Jair Bolsonaro, apresentaram pedidos, que foram rejeitados pelo então presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.
  • O aumento dos pedidos ocorre simultaneamente à decisão do ministro André Mendonça, nesta terça‑feira (8), de afastar o diretor‑geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), soma 55 pedidos de impeachment no Senado. O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) apresentou a nova solicitação. Ele pede a saída de Moraes do cargo e sua inelegibilidade por oito anos.

Parlamentares, associações, organizações e cidadãos apresentaram os pedidos desde 2021. Apenas uma solicitação não avançou. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou o pedido em agosto de 2021. Três dias depois, o então presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), rejeitou a ação após parecer da Advocacia do Senado.

O aumento dos pedidos ocorre durante uma nova crise no STF. Nesta terça-feira (8), o ministro André Mendonça determinou o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada. A decisão ocorreu após Moraes usar relatórios da PF contra a atuação de Mendonça em investigações. Agora, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), decide se dará andamento aos pedidos. Até o momento, ele não sinalizou nenhuma iniciativa nesse sentido.

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