Foto: Estadão
A deputada federal Sâmia Bonfim (PSOL-SP) reconheceu que a decisão do ministro Dias Toffoli contra o candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) pode ter sido “um pouco drástica diante dos fatos”. Na última semana, Renan teve a candidatura temporariamente suspensa pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após deixar de informar 16 perfis utilizados durante […]
A deputada federal Sâmia Bonfim (PSOL-SP) reconheceu que a decisão do ministro Dias Toffoli contra o candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) pode ter sido “um pouco drástica diante dos fatos”. Na última semana, Renan teve a candidatura temporariamente suspensa pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após deixar de informar 16 perfis utilizados durante a campanha. Apesar disso, reforça que a medida “serviu de alerta” para apontar para problemas no sistema eleitoral por meio do digital.
Inicialmente, Sâmia endossou a medida em uma publicação no X, que posteriormente passou a ser contestada por apoiadores de Renan sob a alegação de que o próprio perfil da deputada também não constaria no registro disponibilizado pelo TSE. Após a decisão, a parlamentar afirmou que integrantes do partido estariam “choramingando” e sustentou que a medida não configuraria censura, argumentando que “eles operam sob a lógica de máfia digital, burlando as nossas regras eleitorais”.
As declarações provocaram reação da vereadora paulistana Amanda Vettorazzo, coordenadora da campanha de Renan, que publicou uma captura de tela do registro público para alegar que Sâmia “também não declarou todas as redes sociais que usa na campanha”. A acusação é contestada pela deputada, que afirma ter declarado os perfis, embora eles não tenham sido exibidos pelo sistema.
A vereadora paulistana Amanda Vettorazzo, que coordena a campanha de Renan, tirou um print do registro público para alegar que a deputada “também não declarou todas as redes sociais que usa na campanha”.