São perguntas que ajudam a explicar por que o caso deixou de ser tratado como a quebra de uma instituição financeira e passou a alcançar relações políticas, regulatórias e empresariais mais amplas. Vale desenhar as camadas em que essas perguntas se apoiam, porque é nelas que o caso deixa de ser uma fraude bancária e vira um problema de República.
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Mensagens revelam que o dono do Banco Master cobrou taxa de associações para estruturar novo modelo de consignado e expandir base de clientes
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