Hugo Motta reclama do tempo de inelegibilidade pela ficha limpa Hugo Motta em seu primeiro vídeo na rede social após a eleição | Foto: Reprodução/Redes Sociais 8 DE JANEIRO EM PAUTA

Hugo Motta reclama do tempo de inelegibilidade pela ficha limpa

Eleito presidente da câmara, o deputado afirmou que não pautará apenas consensos

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  • Hugo Motta, deputado do Republicanos, foi eleito presidente da Câmara dos Deputados em Brasília, com 444 votos e apoio de 18 partidos.
  • Em entrevista, Motta criticou o prazo de oito anos de inelegibilidade da Lei da Ficha Limpa, considerando‑o “uma eternidade” na vida política.
  • O parlamentar defende a revisão da Lei da Ficha Limpa e a concessão de anistia para os acontecimentos de 8 de janeiro.
  • Motta afirmou que o presidente da Câmara não pode temer discutir temas, mesmo fora do consenso.

O novo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou em entrevista que não pretende se limitar a pautas consideradas de consenso. A declaração ocorre em meio ao debate sobre a revisão da Lei da Ficha Limpa.

Aliás, um dos temas importantes é a anistia para os acontecimentos de 8 de janeiro. Motta defende que o tempo de inelegibilidade de oito anos é “muito longo”, especialmente por representar quatro eleições, algo que considera “uma eternidade na vida política”.

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Hugo Motta foi eleito com 444 votos

No sábado, em Brasília, o deputado do Republicanos foi eleito presidente da Câmara. Ele, portanto, conquistou 444 votos, contou com o apoio de 18 partidos e obteve uma das maiores vitórias da história do Congresso.

“No Brasil, onde há eleições a cada dois anos, ex-gestores com condenações acabam sofrendo muito com essa questão”, afirmou Motta. Ele completou dizendo que “o presidente da Câmara não pode temer discutir temas”.

Todavia, Motta comentou os desafios da Casa durante os dois anos de seu mandato, principalmente relacionados às emendas. “Queremos dialogar com o STF. O Congresso tem plena convicção de suas prerrogativas, e isso será garantido. Precisamos resolver essa situação junto ao Orçamento, em uma agenda positiva para o país”, concluiu.

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