Policial que atirou em Daunte Wright será acusada de homicídio involuntário Protestos contra a morte de Daunte Wright seguiram pelo terceiro dia seguido em Brooklyn Center. Foto: Reprodução (Redes Sociais). Estados Unidos

Policial que atirou em Daunte Wright será acusada de homicídio involuntário

Depois de três noites de manifestação os procuradores anunciaram a acusação

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  • A policial Kim Potter, de Brooklyn Center (Minnesota), será acusada de homicídio involuntário em segundo grau pelo tiro que matou o jovem negro Daunte Wright, de 20 anos.
  • A acusação foi divulgada pelo The New York Times, que informou que a agente alegou ter confundido a arma de fogo com o taser.
  • Na terça‑feira (13), cerca de 60 manifestantes protestaram em Minneapolis, terceira noite consecutiva de manifestações contra a morte.
  • Potter e o chefe do departamento pediram demissão, mas os protestos continuaram, resultando em detenções.

A agente da polícia de Brooklyn Center, no estado do Minnesota (EUA), que atirou em Daunte Wright, de 20 anos, que acabou morrendo, será acusada de homicídio involuntário em segundo grau, de acordo com o jornal The New York Times. 

Na noite desta terça-feira (13), cerca de 60 pessoas foram às ruas em Minneapolis. As manifestações que começaram pacíficas acabaram gerando conflitos, os quais terminaram em detenções.

Protestos contra a morte de Daunte Wright seguiram pelo terceiro dia seguido em Brooklyn Center.
Protestos contra a morte de Daunte Wright seguiram pelo terceiro dia seguido em Brooklyn Center. Foto: Reprodução (Redes Sociais).

Pela terceira noite consecutiva, centenas de manifestantes saíram às ruas da cidade norte-americana para protestar contra a morte do jovem negro Daunte Wright. Ele foi morto pela policial Kim Potter, no último domingo. A agente relatou que se enganou e em vez de utilizar um taser (arma de choque), acabou sacando a arma de fogo e atirando contra o rapaz.

Tanto a policial quanto o chefe do departamento pediram demissão dos cargos. No entanto, os afastamentos não foram suficientes para conter os manifestantes. A expectativa agora é de que os procuradores decidam se vão ou não acusar a policial pela morte do jovem.

Brooklyn Center fica próxima de Minneapolis, onde acontece o julgamento de Derek Chauvin, o antigo agente da polícia que matou George Floyd. A tensão na área de Minneapolis é cada vez maior, com manifestantes e ativistas que protestam contra racismo e violência policial.

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