Toffoli suspende ações de Tacla Duran e encaminha ao STF Foto: Reprodução de vídeo Brasil

Toffoli suspende ações de Tacla Duran e encaminha ao STF

O ministro determinou que as ações passem para o STF, ação já tomada por Lewandowski

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  • O ministro do STF, Dias Toffoli, determinou hoje a suspensão das ações contra Rodrigo Tacla Duran na 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba e enviou os autos ao Supremo.
  • A medida retoma decisão já tomada pelo aposentado ministro Ricardo Lewandowski, que não havia sido cumprida.
  • Tacla Duran, ex‑advogado da Odebrecht (2011‑2016), responde por lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato, com suposta movimentação de R$ 95 mi e lavagem de R$ 50 mi por ano.
  • Ele também acusa o ex‑senador Sergio Moro e o ex‑deputado Deltan Dallagnol de tentativa de extorsão, alegando pagamento de US$ 612 mil a advogado ligado a Moro.

Hoje o ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli determinou que as ações sobre o caso de Tacla Duran que tramitam na 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba sejam interrompidas e suspensas, e que as cópias sejam enviadas ao STF, ficando sob a relatoria do próprio ministro.

Essa decisão não é de agora, ela já havia sido tomada pelo ministro Ricardo Lewandowski, que se aposentou, mas não foi considerada. “Aparentemente, a determinação de suspensão dos feitos não foi respeitada”, disse Toffoli.

Quem é Tacla Duran?

Rodrigo Tacla Duran foi advogado da empreiteira Odebrecht entre os anos de 2011 a 2016 e é réu acusado de lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato. A acusação foi de que ele teria movimentado cerca de R$ 95 milhões para suas empresas e lavado ao menos R$ 50 milhões por ano.

Além disso, Tacla Duran também acusou o senador Sergio Moro e o deputado cassado Deltan Dallagnol de tentativa de extorsão para não ser preso durante a operação. Segundo declaração feita em 2019, Duran disse que teria pago US$ 612 mil a um advogado ligado a Sergio Moro.

 

 

 

 

 

 

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