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Eleição no Peru segue indefinida e “Bolsonaro peruano” tem chances de segundo turno

Apenas o sindicalista Pedro Castillo está garantido no segundo turno e última vaga é disputada por três nomes
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Os últimos dias foram de eleições no Equador e no Peru – dois países que enfrentam situações críticas em relação à pandemia.

No Peru, o caos no sistema de saúde e o medo de se contaminar fez com que muitos decidissem ficar em casa e não sair para votar. O alto índice de indecisos, que chegou a 40% uma semana antes das eleições, e o alto número de candidato, 18, favoreceu uma divisão apertada de votos, e algumas surpresas.

Nesta terça-feira (13), o resultado de 95% das urnas já foi apurado e o candidato mais votado é o sindicalista Pedro Castillo, que não aparecia entre os favoritos, e Keiko Fujimori, filha do ex-presidente e ditador Alberto Fujimori, aparece em segundo lugar. Todavia, apenas Castillo está garantido no segundo turno e Keiko disputa a última vaga com Rafael López Aliaga e Hernando de Soto.

Aliaga é conhecido como o “Bolsonaro peruano”. Ele é membro da Opus Dei, pratica o celibato e diz usar o cilício para conter seus desejos físicos. Enquanto isso, o candidato considerado favorito durante as pesquisas, o populista Yonhy Lescano, aparece em quinto lugar.

No Equador, país que já teve cinco ministros da saúde nessa pandemia, a votação já foi em segundo turno. O resultado deu a vitória para o candidato da direita Guillermo Lasso, com cinco pontos de vantagem. No Twitter, ele agradeceu aos equatorianos pela vitória. Já o candidato da esquerda, Andrés Arauz, reconheceu a derrota e telefonou para Lasso para dar os parabéns.

Lasso tem 65 anos, é ex-banqueiro, conservador, representante da direita considerada tradicional. Essa foi a terceira vez que ele concorreu para a presidência do Equador.

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