Mais restrições

Laranja ou vermelha: veja a situação de cada região em SP no plano para conter a Covid-19

Governo paulista anunciou novas medidas para tentar conter o avanço da pandemia no estado
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Shopping fechado em São Paulo durante fase vermelha do Plano São Paulo para conter a Covid-19
Shopping fechado em São Paulo durante fase vermelha do Plano São Paulo para conter a Covid-19. (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

O governo de São Paulo anunciou na última sexta-feira (22) um aumento das medidas restritivas por causa do avanço da pandemia. Uma pessoa morre de Covid-19 a cada seis minutos no estado, de acordo com as autoridades locais de saúde. 

As medidas entram em vigor a partir de segunda-feira (25) e vão valer pelo menos até o próximo dia 7 de fevereiro.

De acordo com a reclassificação feita no Plano São Paulo, todo o estado passou para a fase vermelha do plano de flexibilização nos finais de semana e feriados. Durante os dias úteis, essa restrição vale para o todo o estado das 20h às 6h. 

Fase vermelha e laranja

Na fase vermelha só podem funcionar serviços essenciais como mercados, padarias, postos de combustíveis, lojas de conveniência e farmácias. Demais comércios e serviços não essenciais só podem atender em esquema de retirada na porta, drive-thru e entregas por telefone ou aplicativos.

As regiões de Barretos, Bauru, Franca, Marília, Presidente Prudente, Sorocaba e Taubaté estarão na fase vermelha do Plano São Paulo, a partir de segunda, inclusive durante os dias da semana.

Já a região metropolitana de São Paulo integra o grupo de regiões sob a fase laranja, um pouco menos restritiva.

A fase laranja permite que academias, salões de beleza, restaurantes, cinemas, teatros, shoppings, concessionárias, escritórios e parques estaduais funcionem por até oito horas diárias, com atendimento presencial limitado a 40% da capacidade e encerramento às 20h. O consumo local em bares está totalmente proibido.

Outras medidas

Além da reclassificação das regiões do estado sob o Plano São Paulo, outras medidas foram tomadas em razão do aumento de casos de Covid-19.

As cirurgias eletivas foram canceladas novamente e o início das aulas na rede estadual foi adiado para o dia 8 de fevereiro. Nas escolas municipais e particulares a autorização continua valendo para o 1º de fevereiro. 

“Uma segunda onda de coronavírus atingiu o mundo e seus efeitos também atingiram o Brasil e o estado de São Paulo. O aumento no número de casos, internações e óbitos é extremamente preocupante”, disse o governador de São Paulo, João Doria, no anúncio das medidas. “É a ciência, a saúde e a medicina que determinam os caminhos que temos a seguir para proteger vidas.”

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