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Com alíquota estimada em 11,3%, Maria Carolina Gontijo explica como a transição até 2033 exige gestão estratégica de custos para evitar perdas
Alíquota de 11,3% da CBS, fim de PIS/Cofins e novas regras no Simples Nacional: o que esperar dessa mudança estrutural?
No MyNews Investe de hoje, Mara Luquet conversa com a tributarista Maria Carolina Gontijo. A especialista detalha os impactos da transição fiscal até 2033. Além disso, ela explica o funcionamento dos créditos tributários. Como essa reformulação atinge os prestadores de serviços e o que deve ser ajustado desde já?
A reforma tributária sobre o consumo promete alterar a rotina de empresas e consumidores. No entanto, Maria Carolina esclarece que a proposta visa apenas simplificar regras. O plano busca reduzir disputas judiciais, sem previsão de queda na carga de impostos. Portanto, os contribuintes devem se preparar para uma transição longa até 2032.
No centro do debate está a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Esse tributo federal vai substituir o PIS e a Cofins em 2027. Além disso, a alíquota de 11,3% surpreendeu o mercado. Por isso, a especialista reforça que o cálculo busca manter a arrecadação por meio do mecanismo de créditos.
O setor de serviços e os microempresários enfrentam grandes desafios nesse cenário. Folhas de pagamento não geram créditos e aumentam a carga tributária da categoria. Dessa forma, quem está no Simples Nacional precisa rever custos com fornecedores. Consequentemente, o planejamento tributário rigoroso torna-se crucial para manter a sustentabilidade financeira do negócio.