Segunda Chamada

CPI da Pandemia: Palácio do Planalto está seguro da fidelidade de Pazuello, diz Thaís Oyama

Jornalista afirma que ex-ministro da Saúde não deve atacar Bolsonaro e o governo federal em depoimento ao colegiado
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O presidente Jair Bolsonaro no momento em que nomeia o general Eduardo Pazuello como ministro da Saúde.
Foto: Marcelo Camargo (Agência Brasil).

O depoimento do general e ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello à CPI da Pandemia não coloca medo no Palácio do Planalto. A informação é da jornalista Thaís Oyama durante o Segunda Chamada.

“[Pazuello] está lá sendo treinado por assessor militares do Planalto com trânsito no Congresso. Ele está sendo treinado para quê? Para defender, antes de tudo, o Governo Federal, é isso que ele vai fazer na CPI. A gestão dele no Ministério da Saúde vai ficar no segundo plano, a missão dele é defender o Governo Federal”, diz Oyama.

Pazuello será ouvido pela CPI na quinta-feira (5). Na terça-feira (3), os antecessores do general na pasta, Nelson Teich e Luiz Henrique Mandetta, serão ouvidos pelo colegiado.

Integrante da CPI da Pandemia, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) já defendeu, em entrevista ao MyNews, uma acareação entre o governo do Amazonas e Pazuello sobre a falta de oxigênio em Manaus.

Oyama destaca que a estratégia de Pazuello deverá ser “culpar todo mundo” pela pandemia, desde o carnaval, a Organização Mundial da Saúde (OMS), governadores, Supremo Tribunal Federal (STF) e até o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelo descontrole da pandemia no Brasil.

“Tudo pode desandar na CPI, como a gente sabe. Mas o que eu posso dizer com certeza é que hoje o Palácio do Planalto está muito tranquilo, estão seguros de que Pazuello não vai atacar o Bolsonaro, isso é dito e reafirmado lá por assessores, estão seguros disso. Pazuello gosta muito do presidente Bolsonaro, é o que dizem, e Bolsonaro gosta muito do Pazuello, é o que dizem, então por enquanto ele está totalmente sobre controle”, afirma a jornalista.

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