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Ministro da Saúde diz que aglomerações de Bolsonaro são um “ato pessoal”

Na CPI da Pandemia, Marcelo Queiroga afirma que não é "censor do presidente da República"
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Para o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, as aglomerações e a dispensa do uso de máscara por parte do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) são uma atitude individual e não cabe a ele ser “censor” de tais ações. Queiroga é ouvido nesta terça-feira (8) novamente pela CPI da Pandemia.

“Eu sou ministro da Saúde, eu não sou censor do presidente da República. eu faço parte de um governo. O presidente da República não é indicado pelo ministro da Saúde, as recomendações sanitárias estão postas, cabem a todos aderirem a essas recomendações”, disse o ministro da Saúde quando perguntado sobre Bolsonaro.

O ministro também destacou que não é de sua competência julgar as ações de Bolsonaro e que procura sempre usar máscara. Queiroga afirma que editou uma portaria que tornou obrigatório o uso de máscara nas dependências do Ministério da Saúde. O médico cardiologista assumiu a pasta responsável por enfrentar a pandemia de covid-19 em 23 de março de 2021 após substituir o então ministro e general Eduardo Pazuello.

O ministro de Estado da Saúde, Marcelo Queiroga. Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado.
O ministro de Estado da Saúde, Marcelo Queiroga. Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado.
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