Pesquisa: Lula tem rejeição menor que Bolsonaro, Moro, Huck e Doria O ex presidente Luis Inacio Lula da Silva votou em ABC hoje pela manhã. Foto: Fotos Públicas / Ricardo Stuckert. 2022

Pesquisa: Lula tem rejeição menor que Bolsonaro, Moro, Huck e Doria

Ex-presidente depende de decisão favorável do Judiciário para ser candidato

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  • Pesquisa da IPEC divulgada em 7 de julho coloca Lula como o presidenciável com maior potencial eleitoral, com 50% de apoio e 44% de rejeição.
  • Jair Bolsonaro tem 38% de voto potencial e 56% de rejeição; Sergio Moro, 31% de apoio e 50% de rejeição; Luciano Huck, 28% de apoio e 57% de rejeição.
  • Fernando Haddad (27%/52%), Ciro Gomes (25%/53%), João Doria (15%/57%) e Marina Silva (21%/59%) também aparecem na pesquisa com apoio abaixo de 30% e rejeição acima de 50%.
  • O consultor Creomar de Souza afirma que ainda é cedo para especular sobre uma disputa eleitoral entre Lula e Bolsonaro, devido a possíveis manobras jurídicas.

Levantamento realizado pela Inteligência em Pesquisa e Consultoria (IPEC) e divulgado neste domingo (7) coloca o ex-presidente Lula (PT) como o nome com maior potencial eleitoral em uma lista de dez possíveis presidenciáveis.

Se o ex-presidente petista fosse candidato, 50% dos entrevistados afirmou que votaria com certeza ou poderia votar em Lula. Outros 44% disseram que não votariam de jeito nenhum no petista. Jair Bolsonaro (sem partido) foi lembrado como um voto certo ou potencial por 38% dos entrevistados e rejeitado por outros 56%.

Ainda de acordo com a pesquisa publicada pelo jornal o Estado de S. Paulo, o ex-ministro Sergio Moro tem o voto potencial de 31% e é rejeitado por 50%. O apresentador Luciano Huck tem o voto potencial de 28% dos entrevistados e é rejeitado por 57%.

Outros destaques da pesquisa são os números de Fernando Haddad (27% de potencial de voto e rejeição de 52%), Ciro Gomes (25% de potencial de voto e rejeição de 53%), João Doria (15% de potencial de voto e rejeição de 57%) e Marina Silva (21% de potencial de voto e rejeição de 59%).

“Ainda é um pouco cedo para especular algum tipo de processo eleitoral Lula contra Bolsonaro porque isso vai envolver também um componente de manobra jurídica”, afirma o consultor de risco político e CEO da Dharma Politics Creomar de Souza.

Inelegível pela Lei da Ficha Limpa por condenações da Operação Lava Jato, Lula depende de decisões favoráveis do Poder Judiciário para poder participar de eleições como candidato. “Agora é saber como o prédio institucional vai girar em torno disso, é importante ter isso em mente”, diz Souza sobre o futuro judicial de Lula.

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