Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. Foto: Reprodução;
Avanço de apurações da Polícia Federal sobre suposto tráfico de influência gera reuniões de emergência na alta cúpula do governo
O Palácio do Planalto enfrenta momentos de forte apreensão. Consequentemente, assessores realizam reuniões sucessivas em Brasília. A preocupação central envolve o depoimento de Lulinha à Polícia Federal. Além disso, o investigado mora atualmente na Espanha. Por sua vez, a apuração do jornalista Evandro Éboli detalha esse cenário na rádio My News VIP FM.
Paralelamente, o Supremo Tribunal Federal conduz três inquéritos sobre o caso. Atualmente, o ministro André Mendonça relata dois procedimentos judiciais. O ministro Flávio Dino é o responsável pela terceira investigação. Nesse sentido, os magistrados apuram a prática de tráfico de influência no executivo. Assim, os investigadores buscam esclarecer viagens a Portugal sobre o mercado de canabidiol. Além disso, a empresária Roberta Luchsinger já cumpre medidas cautelares com tornozeleira eletrônica. Por certo, ela mantém relações de amizade com o filho do presidente.
Diante da gravidade, a cúpula do governo afastou Marco Aurélio Ribeiro. Em seguida, a liderança o excluiu também da campanha eleitoral. Assim, o presidente da República declarou que não interferirá no trabalho da polícia, ele ouviu a defesa do filho, mas ressaltou que apenas o investigado conhece a verdade. Por conseguinte, analistas como Rodrigo Prando observam um cenário eleitoral complexo. De maneira análoga, o caso exige respostas rápidas diante do eleitorado indefero.