Segundo Datafolha, aumentam as chances de Lula vencer no primeiro turno Em nova pesquisa do Datafolha, ex-presidente Lula (PT) segue na liderança da corrida presidencial de 2022. Foto: Ricardo Stuckert (Agência PT). Eleições 2022

Segundo Datafolha, aumentam as chances de Lula vencer no primeiro turno

Rodrigo Prando, cientista político e professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, comentou resultado das últimas pesquisas

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  • Datafolha indica, em pesquisa divulgada em 23/09/2026, aumento das chances de Lula vencer no primeiro turno das eleições.
  • O cientista político Rodrigo Prando, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, afirmou que Lula manteve cerca de 30 % de apoio ao não mudar de postura.
  • Prando ressaltou que Lula escolheu o rival histórico Geraldo Alckmin como candidato a vice‑presidente.
  • Segundo o analista, Bolsonaro manteve discurso coeso e inflamado para sua base, e a disputa no segundo turno pode gerar mais confusão que no primeiro.

Lula – Foto: Ricardo Stuckert

Com a reta final das eleições e mais um resultado de pesquisa com vantagens para o ex-presidente Lula vencer no primeiro turno, as reações entre eleitores dos dois principais candidatos ficam cada vez mais alteradas. Para comentar sobre isso, Myrian Clark recebeu no Almoço do MyNews desta sexta-feira (23/09) o cientista político e professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Rodrigo Prando:

“O presidente escolheu não descer do palanque, mesmo sendo presidente. Com isso conseguir manter nos piores momentos do seu governo um apoio de 30%. Hoje tem 33%. Dentro daquilo que ele se propôs, foi muito eficiente. Atacando e confrontando, conseguiu manter esses números, sem fazer um movimento de olhar pra o centro. Em contrapartida o Lula colocou o Alckmin (rival histórico) como vice”, disse Prando.

Então o Bolsonaro manteve suas decisões mais coesas e inflamadas para sua base. Se no segundo turno há uma diferença pequena, pode ter mais confusão do que no primeiro turno. Porque no primeiro turno, se não terminar a eleição, o discurso se enfraquece, os ataques às urnas se enfraquece, e ter um processo de afastar o presidente, combinando com o Mourão de fazer uma transição, pode estar na ótica também”, explicou o professor.

 

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