Arquivos astrazeneca - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/astrazeneca/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Tue, 08 Mar 2022 15:12:40 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 Ministério da Saúde nega atraso em cronograma de vacina AstraZeneca em São Paulo https://canalmynews.com.br/mais/ministerio-nega-atraso-astrazeneca-sao-paulo/ Sat, 11 Sep 2021 15:07:29 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/ministerio-nega-atraso-astrazeneca-sao-paulo/ Saúde diz que entrega de vacinas AstraZeneca está em dia e que São Paulo teria descumprido Plano Nacional de Operacionalização. Fiocruz deve entregar 15 milhões de doses até o fim do mês

O post Ministério da Saúde nega atraso em cronograma de vacina AstraZeneca em São Paulo apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
Com a falta de vacinas AstraZeneca no Estado de São Paulo em praticamente todos os postos de vacinação contra a Covid-19 e a justificativa do governo estadual de não ter recebido cerca de 1 milhão de doses por parte do Ministério da Saúde, o estado anunciou que aplicará a vacina da Pfizer nas pessoas que estiverem com a segunda dose do imunizante atrasada, entre os dias 1 e 15 de setembro.

Através de nota divulgada nesta sexta (10), o Ministério da Saúde negou qualquer atraso no cronograma de entrega de vacinas da AstraZeneca para o Estado de São Paulo e explicou a falta do imunizante com um possível descumprimento do Plano Nacional de Operacionalização (PNO) por parte do governo estadual.

Vacinação contra Covid-19 na aldeia indígena Umariaçu, próximo a Tabatinga (AM).
33% da população brasileira já tomou duas doses ou a dose única da vacina contra a Covid-19. Fiocruz recebeu IFA para mais 4,5 milhões de doses de AstraZeneca/Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Na nota, o Ministério da Saúde informa que foram entregues 12,4 milhões de doses para o cumprimento da primeira etapa de vacinação no estado e 9,2 milhões para a aplicação da segunda dose da vacina AstraZeneca. Segundo o Ministério, São Paulo aplicou a dose 1 em 13,99 milhões de pessoas, enquanto 6,67 milhões já receberam a segunda dose do imunizante fabricado pela Fundação Oswaldo Cruz. O total de 2,8 milhões de doses não foram enviadas porque o prazo de intervalo entre a primeira e a segunda dose só se dará no final do mês. As informações sobre a aplicação de vacinas foram retiradas do sistema LocalizaSUS.

Além de São Paulo, estariam com risco de desabastecimento da vacina AstraZeneca outros quatro estados: Rio Grande do Norte, Tocantins, Mato Grosso do Sul e Rondônia. Na primeira semana de setembro, o governo do Estado de São Paulo já havia se queixado de envio insuficiente de vacinas da Pfizer. Nesta ocasião, segundo o Ministério da Saúde, o que aconteceu foi uma compensação na distribuição de vacinas, visando equalizar a vacinação nos diferentes estados.

Fiocruz recebeu IFA para mais 4,5 milhões de doses de vacinas AstraZeneca

A Fiocruz recebeu um novo lote de Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) para a vacina contra a Covid-19 no dia 3 de setembro. Segundo a Fundação, o lote é suficiente para produzir 4,5 milhões de doses da vacina AstraZêneca. Somadas a duas remessas realizadas no mês de agosto, a Fiocruz tem planejamento de entregar até o final de setembro 15 milhões de doses do imunizante ao Ministério da Saúde.

Desde o início de 2021, a Fiocruz já entregou 91,9 milhões de doses ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). Da chegada do IFA à entrega da vacina são necessárias três semanas, incluindo o período de controle de qualidade.

Número de óbitos e de casos têm diminuído diariamente

De acordo com boletim epidemiológico divulgado pela Fiocruz no início de setembro, houve redução do número de óbitos por Covid-19 e no número de casos da doença, o que demonstra que a campanha de vacinação está alcançando os principais objetivos. A Fundação alerta, entretanto, que não tem como avaliar se há uma redução na transmissão da doença, “pois os testes de diagnóstico têm sido voltados principalmente para pessoas com suspeita de infecção e sintomas que oferecem risco aos pacientes”.

O número de infectados assintomáticos e de casos leves pode ser bastante superior aos valores reportados oficialmente. O Brasil registrou até agora 586 mil mortes provocadas pelo Covid-19 e 21 milhões de casos da doença. Em todo o mundo, 4,55 milhões de pessoas já morreram por conta da doença, com um total de 219 milhões de casos registrados oficialmente.

De acordo com o LocalizaSUS, o Brasil já aplicou 208,2 milhões de doses de vacinas, com 71,3 milhões de pessoas vacinadas com as duas doses ou com a dose única, ou 33% da população totalmente imunizada contra o novo coronavírus.


O post Ministério da Saúde nega atraso em cronograma de vacina AstraZeneca em São Paulo apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
Em depoimento à CPI da Pandemia empresário diz que não viu pedido de propina https://canalmynews.com.br/politica/depoimento-cpi-da-pandemia-empresario-nao-viu-propina/ Thu, 26 Aug 2021 23:21:37 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/depoimento-cpi-da-pandemia-empresario-nao-viu-propina/ José Ricardo Santana ficou em silêncio e disse não se lembrar em várias perguntas feitas pelos senadores durante depoimento à CPI da Pandemia

O post Em depoimento à CPI da Pandemia empresário diz que não viu pedido de propina apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
O empresário José Ricardo Santana prestou depoimento nesta quinta-feira (26) à CPI da Pandemia. Santana é ex-secretário-executivo da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). Ele disse que não presenciou o pedido de propina nas negociações de vacinas.

Santana participou de jantar com o policial militar Luiz Paulo Dominghetti. O PM disse que, nesse encontro, o ex-diretor do Ministério da Saúde Roberto Dias pediu a propina de um dólar por dose. A negociação envolvia 400 milhões de doses da vacina Oxford/Astrazeneca.

Empresário José Ricardo Santana na CPI da Pandemia
Empresário José Ricardo Santana depôs como testemunha à CPI da Pandemia e disse que não lembra de ter visto pedido de propina para compra de vacina/Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado

O negócio acabou não sendo fechado e a própria Astrazeneca declarou que não vende doses por intermediárias.

O empresário disse que não se lembra do encontro, que não tem certeza de como tudo aconteceu. A justificativa foi repetida várias vezes ao longo do depoimento.

José Ricardo Santana tinha uma liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) e ficou em silêncio quando as perguntas envolviam a Precisa Medicamentos, empresa intermediária na negociação da Covaxin.

CPI da Pandemia mostrou áudios do empresário com a médica Nise Yamaguchi

Os senadores mostraram áudios e documentos que para demonstrar a atuação do empresário. Em um áudio de junho de 2020, para o lobista Marconny Albernaz, José Ricardo falava que passou uma noite trabalhando com a médica Nise Yamaguchi para preparar uma proposta que seria apresentada ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Mais uma vez, ele disse não se lembrar do contexto do áudio.

José Ricardo também disse que não se lembra de um jantar que foi realizado na casa da Karina Kufa, que é advogada do presidente Jair Bolsonaro, e com o lobista. Os senadores também disseram ter a informação de que o filho mais novo de Bolsonaro, Jair Renan, também participou do encontro.

Com a insatisfação durante o depoimento, o relator Renan Calheiros (PMDB-AL) transformou Ricardo Santana de testemunha para investigado pela CPI da Pandemia. Quem também se tornou investigado foi o empresário José Alves, da Vitamedic, laboratório que produz o medicamento Ivermectina no Brasil.

Assista à íntegra do Jornal do MyNews, no Canal MyNews, com apresentação de Myrian Clark e Hermínio Bernardo

O post Em depoimento à CPI da Pandemia empresário diz que não viu pedido de propina apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
Covid-19: com 55% da população adulta com a 1ª dose, é cedo para falar em 3ª dose da vacina no Brasil https://canalmynews.com.br/mais/covid-19-cedo-para-falar-3a-dose-vacina-brasil/ Fri, 20 Aug 2021 23:46:12 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/covid-19-cedo-para-falar-3a-dose-vacina-brasil/ Avanço da variante Delta do Covid-19 e avanço lento da vacinação torna expectativa de 3ª dose precipitada

O post Covid-19: com 55% da população adulta com a 1ª dose, é cedo para falar em 3ª dose da vacina no Brasil apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
Apesar de ainda não ter anunciado uma data, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, já anunciou que o Brasil aplicará uma terceira dose de vacinas contra o Covid-19 em profissionais de saúde e idosos. A dose extra está sendo vista como necessária para proteger pessoas mais vulneráveis da variante Delta do novo coronavírus. Falar numa terceira dose quando apenas metade da população tomou a primeira dose de alguma das vacinas aplicadas no país pode ser precipitado, quando o país ainda está enfrentando números elevados de internações e mortes pela doença.

O pesquisador Isaac Schrarstzhaupt, em entrevista ao Quinta Chamada, considerou preocupante anunciar uma terceira dose nesta fase da vacinação no país. “O que eu sempre acho é que a gente teria que fazer o máximo para vacinar todo mundo e vacinar com a terceira dose quem precisa. A gente está começando a ver no Brasil o aumento da variante Delta e já sabe que em mais de 130 países houve uma onda de aumento de casos. Alguns, com menos agravamento e óbito, por conta do avanço da vacinação”, considerou Schrarstzhaupt, lembrando que países como a Indonésia – que ainda estão com poucas pessoas vacinadas, enfrentaram uma terceira onda da doença tão devastadora quanto as demais.

“Em países como o Reino Unido e os Estados Unidos – onde 50% da população já está vacinada, houve um aumento das hospitalizações numa proporção bem menor do que se não tivesse vacina. Isso por que a transmissão não está sendo combatida. Eu advogo para a gente tentar acelerar ao máximo a distribuição das vacinas”, completou o pesquisador.

Informações sobre vacinação e sobre a pandemia do Covid-19 deveriam ser mais difundidas

O jornalista Salvador Nogueira pontuou que ainda falta informação das pessoas sobre a vacinação. Essa falta de informação pode ser um dos motivos que levou um homem no Rio de Janeiro a tomar cinco doses de vacinas diferentes contra o Covid-19. Ele foi descoberto através de uma investigação da Secretaria Municipal de Saúde do Rio, após ir a um posto de vacinação na tentativa de tomar uma sexta dose de m dos imunizantes.

Ao todo, este morador tomou duas doses da Pfizer, duas doses da CoronaVac e uma dose da AstraZeneca. Ele tentava tomar a segunda dose da AstraZeneca quando foi descoberto pela equipe de saúde. Ao contrário do que possa parecer, esta pessoa não está “superimunizada” e pode até ter algum problema de saúde por ter tomado tantas vacinas diferentes. Essa foi a consideração que a química e professora Bárbara Carine enfatizou para destacar que mais informações sobre vacinação deveriam ser difundidas na sociedade.

“Além de ser um problema coletivo, porque a gente está enfrentando falta de vacinas em alguns lugares, e a atitude dessa pessoa mostra uma falta de preocupação com o outro, acredito que também é fruto da desinformação. A gente desenvolve anticorpos através desse corpo estranho que é introduzido em nosso corpo. Na química tem uma coisa muitíssimo importante: a concentração. (…) Seja para as doses da vacina, que são doses cientificamente estudadas (…), seja na indústria farmacêutica, que estabelece a síntese dos princípios ativos suportáveis para o corpo humano. É importante ter muito cuidado com as quantidades de medicamentos ou qualquer substância que a gente introduz no nosso corpo”, explicou a professora.

Salvador Nogueira acrescentou que, na prática, a diferença de imunização que esta pessoa terá, não é suficiente para concorrer com o risco de se vacinar tantas vezes, com imunizantes diferentes, sem seguir as orientações dos cientistas e da medicina.

O Quinta Chamada tem apresentação de Cecília Oliveira e toda semana traz temas interessantes sobre conhecimento e divulgação científica. Às quintas, a partir das 20h30, no Canal MyNews

O post Covid-19: com 55% da população adulta com a 1ª dose, é cedo para falar em 3ª dose da vacina no Brasil apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
Brasil já vacinou metade da população com 1ª dose, mas imunizados são menos de 25% https://canalmynews.com.br/mais/brasil-ja-vacinou-metade-da-populacao-com-1a-dose-mas-imunizados-sao-menos-de-25/ Sat, 07 Aug 2021 14:28:29 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/brasil-ja-vacinou-metade-da-populacao-com-1a-dose-mas-imunizados-sao-menos-de-25/ Em sete meses de vacinação contra a covid, apenas 21% dos brasileiros já estão totalmente imunizados

O post Brasil já vacinou metade da população com 1ª dose, mas imunizados são menos de 25% apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
Os números foram divulgados nesta sexta-feira (7) pelo consórcio dos veículos de imprensa e mostram uma boa e uma má notícia. De um lado, 50,16% dos brasileiros já tomaram a primeira dose da vacina contra a covid, o que equivale a mais de 106 milhões de pessoas. De outro lado, porém, apenas 21,22% da população já está completamente imunizada, seja com as duas doses ou com a dose única. Esse número representa quase 45 milhões de pessoas.

Foto de referência de vacinação. Foto:Unsplash
Foto de referência de vacinação. Foto:Unsplash

O número é considerado baixo, principalmente diante do avanço de novas variantes. Nesta sexta, a Fiocruz divulgou um alerta sobre o surgimento de novas variantes do coronavírus no Brasil. O texto também reforça a necessidade de se manter as medidas de distanciamento social e o uso de máscara em locais públicos, abertos ou fechados. O comunicado destaca a variante Delta, que tem alta transmissibilidade, e chama atenção para a urgência de se avançar com a vacinação.

O estado com o maior percentual de pessoas totalmente imunizadas é o Mato Grosso do Sul, que já vacinou 34,34% da população. Em seguida estão os estados do Rio Grande do Sul (27,97%), São Paulo (24,48%), Espírito Santo (22,73%) e Santa Catarina (21,97%), todos acima da média nacional.

O estado de São Paulo é o que aplicou a maior porcentagem de primeira dose, em relação ao total da população: 61,02%, são mais de 28 milhões de vacinas aplicadas. Quando esses números são somados às vacinas usadas na segunda dose, o estado chega a quase 40 milhões de doses aplicadas. É o estado que vacinou o maior número de pessoas.

Na outra ponta desta lista está o Amapá, que conta com apenas 11,76% da população vacinada com as duas doses, embora 48,57% já tenham tomado a primeira. Ao todo, 519.890 pessoas estão totalmente imunizadas no estado.

O consórcio de veículos da imprensa é formado pelos jornais O Globo, Extra, Folha de São Paulo e Estadão, além dos portais G1 e Uol. Os dados usados são os das secretarias estaduais de Saúde.

O post Brasil já vacinou metade da população com 1ª dose, mas imunizados são menos de 25% apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
Dono da Davati diz que foi enganado por brasileiros https://canalmynews.com.br/politica/dono-da-davati-diz-que-foi-enganado-por-brasileiros/ Mon, 02 Aug 2021 14:44:44 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/dono-da-davati-diz-que-foi-enganado-por-brasileiros/ Herman Cardenas afirmou que representante comercial da empresa utilizou foto antiga para fingir proximidade com o Bolsonaro

O post Dono da Davati diz que foi enganado por brasileiros apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
Em entrevista ao programa Fantástico neste domingo (1), o dono da Davati Medical Suply, Herman Cardenas disse ter sido enganado por parceiros brasileiros na transação envolvendo a compra de 400 milhões de doses da vacina AstraZeneca. Segundo ele, o representante de vendas no Brasil Cristiano Carvalho usou uma foto antiga para simular proximidade com o presidente Jair Bolsonaro.

Herman Cardenas em entrevista ao programa 'Fantástico'.
Herman Cardenas em entrevista ao programa ‘Fantástico’. Foto: Reprodução (Redes Sociais)

“Cristiano demonstrava estar numa reunião com o presidente do Brasil. Hoje a gente sabe que a foto deve ser fake. Eu mal posso acreditar que alguém usaria uma imagem de 2019 para dizer que estava presente ali, como se fosse em 2021″, declarou ao programa. 

O empresário também relatou que Carvalho teria enviado um currículo informando ter doutorado em Harvard e assinava suas mensagens como “professor-doutor”.

Ele evitou explicar de onde viriam as 400 milhões de doses prometidas. Justificou que teria a “alocação”, ou seja, uma reserva destinada a outra companhia. “A empresa detentora de uma alocação de vacinas não nos passou o contrato que tinha com o fabricante. Então não sei como conseguiram essa alocação. Mas nos mostraram documentos e comunicações que nos convenceram que eles tinham a alocação”, explicou.

O empresário disse não ter desconfiado da transação, nem ter achado estranho o número tão grande de intermediários na negociação com o governo brasileiro. Explicou ao programa porque continuou com a oferta. “Por confiança e por querer seguir em frente. Mas de agora em diante, vamos conhecer melhor os nossos parceiros antes de fazer negócios com eles”.

Por meio de seu advogado, Cristiano afirmou ao Fantástico desconhecer o e-mail citado por Cardenas e negou ter assinado qualquer comunicação como “professor doutor”. Sobre a foto, disse ter sido enviada em um grupo de WhastApp como brincadeira, em um momento de descontração, e não para parecer proximidade com o presidente.

Foto utilizada por Cristiano Carvalho para simular proximidade com o presidente Jair Bolsonaro.
Foto utilizada por Cristiano Carvalho para simular proximidade com o presidente Jair Bolsonaro. Foto: Reprodução (Redes Sociais)

US$ 1 por dose

A Davati Medical Supply entrou na mira da CPI da Pandemia após o policial militar e representante da companhia Luiz Paulo Dominguetti ter dito ao jornal ‘Folha de S.Paulo’ que teria recebido uma oferta de propina de US$ 1 por dose de vacina. O episódio teria acontecido em um shopping em Brasília durante um jantar com o diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias.

Mensagens reveladas pela revista ‘Veja’ mostram Domingiuetti festejando a negociação. Em uma conversa com uma pessoa identificada como “Andrei compra vacina”, ele diz “Últimos dias de pobre! kkk”.

Dias foi ouvido pela CPI e negou o pedido de propina. Segundo ele, o encontro com Dominguetti foi acidental, versão na qual o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), não acreditou. Foi decretada a prisão em flagrante do ex-diretor.

Cristiano também depôs à CPI. Ele contradisse Dominguetti e afirmou ter sido procurado pelo policial militar já com a intenção de vender vacinas. Ele também relatou conversas com oito representantes do Ministério da Saúde para agilizar a aquisição de vacinas da Jansen e AstraZeneca.

O post Dono da Davati diz que foi enganado por brasileiros apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
Anvisa aprova, por unanimidade, uso emergencial das vacinas Coronavac e Oxford https://canalmynews.com.br/mais/anvisa-avalia-uso-emergencial-das-vacinas-coronavac-e-oxford-aztrazeneca/ Sun, 17 Jan 2021 19:47:13 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/anvisa-avalia-uso-emergencial-das-vacinas-coronavac-e-oxford-aztrazeneca/ Relatora do processo disse que vacinação vai ajudar de maneira determinante no combate à Covid-19

O post Anvisa aprova, por unanimidade, uso emergencial das vacinas Coronavac e Oxford apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
Reunião da Anvisa para decidir sobre o uso emergencial de vacinas contra covid-19. Foto: Divulgação/Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou neste domingo (17/01), por unanimidade, o uso emergencial das vacinas Coronavac e Oxford no Brasil. Os dois imunizantes são os primeiros com autorização de uso emergencial no país.

A primeira a votar foi a relatora dos pedidos, Marizete Sousa Freitas. Ela ressaltou que não há “alternativa terapêutica disponível eficiente” e disse que cada um, em sua esfera de atuação, tem que adotar medidas para diminuir o impacto da covid-19. “A vacinação ajudará de maneira determinante a proteção individual e coletiva”, afirmou.

Em relação à Coronavac, a diretora da Anvisa condicionou a aprovação à uma assinatura de termo de compromisso que precisa ser publicado no Diário Oficial.

Após o voto da relatora, Romison Rodrigues Mota, Alex Campos, Cristiane Rose Jourdan e Antonio Barra Torres, que é o presidente da Anvisa, também votaram pela autorização.

A reunião começou às 10h10 com técnicos da Agência explicando seus pareceres. A gerência geral de medicamentos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou na sua apresentação a aprovação do uso emergencial das vacinas Coronavac e Oxford/AstraZeneca com monitoramento de incertezas e reavaliação periódica.

A Coronavac será produzida e distribuída no Brasil pelo Instituto Butantan e a vacina de Oxford/AstraZeneca pela Fiocruz.

Assista a reunião aqui:

O post Anvisa aprova, por unanimidade, uso emergencial das vacinas Coronavac e Oxford apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
Entenda quais são e de onde vem as vacinas contra a Covid-19 em vias de uso no Brasil https://canalmynews.com.br/mais/entenda-quais-sao-e-de-onde-vem-as-vacinas-contra-a-covid-19-em-vias-de-uso-no-brasil/ Fri, 15 Jan 2021 16:00:59 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/entenda-quais-sao-e-de-onde-vem-as-vacinas-contra-a-covid-19-em-vias-de-uso-no-brasil/ Dois imunizantes solicitaram autorização para uso emergencial junto à Anvisa e um terceiro ainda conversa com o governo

O post Entenda quais são e de onde vem as vacinas contra a Covid-19 em vias de uso no Brasil apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
Teste com voluntário para vacina contra a Covid-19
Teste com voluntário para vacina contra a Covid-19.
(Foto: Governo do Estado de São Paulo)

Até o momento, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) analisa a aprovação para uso emergencial de duas vacinas: a CoronaVac e a da Oxford/AstraZeneca. A previsão é que a Anvisa dê ou não o aval no próximo domingo (17).

O Plano Nacional de Vacinação elaborado pelo governo federal, por meio do Ministério da Saúde, cita 13 imunizantes que estão em testes pelo mundo e que podem vir a ser usados no programa brasileiro. No entanto, aqui serão focados aqueles cuja utilização está mais próxima.

Saiba mais sobre os imunizantes que podem ser aplicados na população brasileira e por que é necessário mais de um fornecedor para o plano de imunização ter êxito.

Coronavac

A Coronavac terá produção nacional com a parceria entre a farmacêutica chinesa Sinovac e o Instituto Butantan, que até então coordenou os testes da etapa 3 no Brasil. Desde o início, se tornou aposta do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), para iniciar a imunização no estado antes da campanha nacional, ao mesmo tempo em que virou alvo de diversos pronunciamentos do presidente Jair Bolsonaro.

Apesar de Bolsonaro ter afirmado em outubro de 2020 que o Brasil não compraria a “vacina chinesa”, o Ministério da Saúde anunciou no último dia 7 a assinatura do contrato para compra de 100 milhões de doses da Coronavac, iniciando com 46 milhões no primeiro semestre. 

O imunizante tem eficácia geral de 50%, ou seja, tem o potencial de reduzir pela metade as chances de quem foi vacinado se infectar. Quanto à marca de 78% divulgada na semana passada, significa que a vacina evitou sintomas leves em 78 das 100 pessoas de um dos grupos de voluntários nos testes. Portanto, a Coronavac diminuirá a taxa de ocupação dos hospitais, ao reduzir a necessidade de internação.

Oxford/AstraZeneca

A Fundação Oswaldo Cruz negociou a compra de 2 milhões de doses do Instituto Serum, da Índia. Lá, são produzidas doses da vacina de Oxford feita em parceria com a AstraZeneca. Com esse acordo, a Fiocruz também anunciou que produzirá, nacionalmente, 1 milhão de doses da mesma vacina.

A promessa é de que os aviões que irão buscar as doses partam nesta sexta-feira (15). Um deles irá para a Índia, trazer as doses prontas, e outro irá para a China buscar os insumos necessários para a produção na Fiocruz. 

Ela tem eficácia média de 70% (após duas doses), de acordo com estudo publicado na revista The Lancet, oferece facilidade no transporte e armazenamento e teve testes realizados no Brasil. A importação foi aprovada enquanto o processo de certificação, que está em análise, prossegue. No Reino Unido, recebeu o aval desde dezembro de 2020 e já faz parte do plano de imunização britânico, um dos primeiros a ter início. 

Pfizer e embates com a Anvisa

O interesse de compra da vacina da Pfizer e BioNtech, nomeada de BNT162, foi anunciada pelo Ministério da Saúde em 10 de dezembro de 2020, através da assinatura de um memorando de intenções para aquisição de 70 milhões de doses. Na época, Pazuello afirmou que, com o aval da Anvisa para uso emergencial, a aplicação poderia começar ainda no fim de dezembro e começo de janeiro de 2021.

Até o fechamento deste texto, no entanto, a Pfizer ainda não entrou com o pedido de aprovação para uso emergencial. A farmacêutica estadunidense afirmou que as exigências da Anvisa impedem que o imunizante seja liberado a curto prazo e, em nota, declarou que oferece a vacina para o Brasil desde agosto de 2020. Já o governo brasileiro diz que a empresa não tem doses suficientes para fornecer ao país e está culpando a agência pelos próprios entraves.

Ainda em dezembro, o presidente Jair Bolsonaro fez um discurso que viralizou: “Lá no contrato da Pfizer, está bem claro, nós [a Pfizer] não nos responsabilizamos por qualquer efeito colateral. Se você virar um jacaré, é problema seu”.

Sobre a última reunião entre a Anvisa e a Pfizer, realizada nesta terça (12), a agência afirmou que deu orientações e respondeu dúvidas sobre o processo de liberação emergencial.

Vale lembrar que a BNT162 utiliza tecnologia de RNA mensageiro e por isso, precisa de uma infraestrutura diferenciada de armazenamento: exige refrigeração de – 70°C. A fórmula tem 95% de eficácia após duas doses e foi a primeira a ser aplicada na população de lugares como Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Chile e México.

Por que precisamos de diferentes vacinas

Em entrevista ao MyNews, o infectologista e ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha explicou que num país como o Brasil, uma cobertura vacinal rápida e eficiente precisa contar com diferentes fabricantes. Padilha chefiou o Ministério da Saúde durante a pandemia de H1N1, que iniciou em 2009.

No entanto, como a imunização é feita por duas doses em todas as fórmulas, não pode haver mistura entre as vacinas. Por exemplo: quem tomar como primeira dose a Coronavac, não pode tomar na segunda dose a da Oxford. As duas precisam ser iguais. 

Quanto ao início das aplicações, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou no último dia 11 que os estados receberão os imunizantes para aplicação cerca de três ou quatro dias após aprovação da Anvisa. Também reforçou que a distribuição será simultânea e exclusiva pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O post Entenda quais são e de onde vem as vacinas contra a Covid-19 em vias de uso no Brasil apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
AstraZeneca afirma ter ‘fórmula vencedora’ da vacina contra a covid-19 https://canalmynews.com.br/politica/astrazeneca-afirma-ter-formula-vencedora-da-vacina-contra-a-covid-19/ Sun, 27 Dec 2020 19:51:35 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/astrazeneca-afirma-ter-formula-vencedora-da-vacina-contra-a-covid-19/ CEO do grupo britânico declara que doses garantem 100% de proteção contra formas graves da doença

O post AstraZeneca afirma ter ‘fórmula vencedora’ da vacina contra a covid-19 apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
O grupo farmacêutico AstraZeneca afirmou que realizou pesquisas complementares e encontrou a “fórmula vencedora” da vacina contra a covid-19. O grupo britânico está desenvolvendo o imunizante em parceria com a Universidade de Oxford.

Em entrevista ao jornal inglês Sunday Times, o CEO da AstraZeneca, Pascal Soriot, disse que a vacina terá eficácia equivalente à das produzidas pela Moderna e Pfizer.

“Cremos que encontramos a fórmula vencedora e descobrimos como atingir uma eficácia que, a partir de duas doses, será alta como as outras”, declarou o CEO.

Teste para identificação a Covid-19 realizado pela Fiocruz
Teste para identificação a Covid-19 realizado pela Fiocruz. Brasil está atrasado em planejamento para recebimento de vacinas em relação a outros países.
(Foto: Itamar Crispim/Fiocruz)

A pesquisa complementar foi determinada após um erro de metodologia. A AstraZeneca anunciou que a eficácia variou de 62% a 90%. A eficácia foi mais baixa em um grupo que recebeu apenas meia dose, em vez da dose completa.

Os resultados geraram críticas devido a um erro na fase de testes, a dose pela metade foi aplicada por engano nos voluntários. Por esse motivo, a empresa anunciou que a vacina exigiria estudos adicionais. Na entrevista, Soriot não revelou qual dosagem será utilizada na vacina.

O Reino Unido já está vacinando a população com doses de Pfizer/BioNTech e pretende utilizar a vacina de AstraZeneca/Oxford em janeiro. Para isso, é necessária a aprovação da agência reguladora britânica. A Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA, na sigla em inglês) deve se manifestar nos próximos dias.

O governo brasileiro tem acordo para adquirir cem milhões de doses da vacina desenvolvida por AstraZeneca/Oxford. Em um evento promovido pela OMS, o CEO do grupo britânico declarou que a vacinação no Brasil deve começar em fevereiro, mas deixou claro que o prazo ainda depende da aprovação da Anvisa e da produção da Fiocruz. 

O post AstraZeneca afirma ter ‘fórmula vencedora’ da vacina contra a covid-19 apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>