Arquivos Biden - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/biden/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Wed, 24 Jul 2024 16:47:29 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 Trump teria vencido a eleição ‘por W.O.’ caso Biden não tivesse desistido, diz Kotscho https://canalmynews.com.br/internacional/trump-teria-vencido-a-eleicao-por-w-o-caso-biden-nao-tivesse-desistido-diz-kotscho/ Mon, 22 Jul 2024 20:50:55 +0000 https://localhost:8000/?p=45124 Para o jornalista, democrata 'fez um bom governo', mas já não tem 'condições físicas nem mentais' para seguir na campanha, muito menos ser presidente por mais um mandato

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O ex-presidente e candidato republicano Donald Trump teria vencido a eleição “por W.O.” caso o presidente Joe Biden não tivesse tomado a decisão de desistir da corrida presidencial, afirmou o jornalista Ricardo Kotscho no programa Pergunte ao Kotscho, exibido pelo Canal MyNews nesta segunda-feira (22). Para ele, Biden “fez um bom governo”, mas já não tem “condições físicas nem mentais” para seguir na campanha, muito menos ser presidente por mais um mandato.

“Se agora ele já está assim, imagine daqui a quatro anos”, disse Kotscho, acrescentando que “a melhor coisa que poderia ter acontecido” foi a indicação de Joe Biden, que escolheu a vice-presidente Kamala Harris para substituí-lo na disputa. “Com uma trajetória fantástica, ela surge como um raio de esperança no cenário da eleição americana.”

Leia mais: Eleição de Trump seria péssima para o Brasil e para o mundo, analisa jornalista

Kamala se define como progressista e é a principal voz do atual governo em defesa do aborto e dos direitos reprodutivos. Apesar disso, já adotou políticas criticadas pela esquerda. Para alguns, ela, advogada com longa carreira no judiciário do país, não agiu de forma suficientemente assertiva como procuradora em casos que contribuíram para prisões injustas de réus negros e pobres. Também é mal avaliada pelo campo progressista em relação a seus posicionamentos sobre maconha, pena de morte e a imigração.

Segundo o professor de relações internacionais Carlos Gustavo Poggio, que conversou com o MyNews no domingo (21), o fato de Kamala Harris ser mulher e negra talvez não seja o suficiente para derrotar Trump. Embora a questão simbólica inerente à campanha de Kamala seja um elemento importante para o Partido Democrata, é preciso pensar em outras estratégias para conquistar o eleitorado. Para ele, há o risco de os democratas baterem muito nessa tecla da questão simbólica e errarem a mão. Ele lembra que o eleitor não vota só pela questão simbólica, mas também, e principalmente, pela questão substantiva, em particular a questão econômica.

Assista abaixo ao Pergunte ao Kotscho desta segunda-feira (22):

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Análise: O fato de Kamala ser mulher e negra talvez não seja o suficiente para derrotar Trump https://canalmynews.com.br/internacional/analise-o-fato-de-kamala-ser-mulher-e-negra-talvez-nao-seja-o-suficiente-para-derrotar-trump/ Mon, 22 Jul 2024 19:15:11 +0000 https://localhost:8000/?p=45110 Para professor, embora a questão simbólica inerente à campanha da vice-presidente seja um elemento importante, é preciso pensar em outras estratégias para conquistar o eleitorado

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O fato de Kamala Harris ser mulher e negra talvez não seja o suficiente para fazê-la derrotar o ex-presidente e candidato republicano Donald Trump na eleição deste ano, afirmou ao MyNews o professor de relações internacionais Carlos Gustavo Poggio. Ele ressalta que, embora a questão simbólica inerente à campanha de Kamala seja um elemento importante para o Partido Democrata, é preciso pensar em outras estratégias para conquistar o eleitorado. A vice-presidente recebeu o apoio de Joe Biden para substituí-lo na corrida presidencial, após o presidente anunciar, no domingo (21), que desistiu de concorrer à Casa Branca.

“Os EUA elegaram Barack Obama. Hilary Clinton não foi eleita por muito pouco. Isso prova que o país está pronto para colocar na presidência alguém que não seja, necessariamente, um homem branco”, disse Poggio. “Mas há o risco de os democratas baterem muito nessa tecla da questão simbólica e errarem a mão. O eleitor não vota só pela questão simbólica, mas também, e principalmente, pela questão substantiva, em particular a questão econômica.”

Leia mais: Kamala Harris se diz honrada pelo apoio de Biden; leia pronunciamento completo

Segundo o professor de relações internacionais, enquanto Biden é visto como alguém mais experiente dentro do campo democrata, Kamala representa, em alguma medida, “o futuro do partido”, pelo fato de ser uma mulher mais jovem e filha de imigrantes. Ao mesmo tempo, enfrenta problemas de popularidade que precisam ser superados.

Kamala não teve um bom desempenho nas primárias democratas, perdendo em todos os estados. Ela chegou a ser bem avaliada em pesquisas de satisfação, mas por um breve período de tempo. Hoje, 51% dos americanos a desaprovam, enquanto 37% a aprovam, de acordo com um compilado de pesquisas do FiveThirtyEight.

A vice-presidente se define como progressista e é a principal voz do atual governo em defesa do aborto, mas já adotou posturas criticadas pela esquerda. Para alguns, ela, advogada com longa carreira no judiciário, não agiu de forma suficientemente assertiva como procuradora em casos que contribuíram para prisões injustas de réus negros e pobres. Também é mal avaliada pelo campo progressista em relação a seus posicionamentos sobre maconha, pena de morte e a imigração.

Veja desdobramentos da decisão de Joe Biden de abandonar a disputa pela Casa Branca:

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Saiba quem é Kamala Harris: filha de imigrantes e criticada por parte da esquerda https://canalmynews.com.br/internacional/filha-de-imigrantes-e-criticada-por-parte-da-esquerda-saiba-quem-e-kamala-harris/ Sun, 21 Jul 2024 23:25:48 +0000 https://localhost:8000/?p=45078 Vice-presidente dos Estados Unidos, que recebeu o apoio de Joe Biden para substituí-lo na disputa contra Donald Trump, foi a primeira mulher a ocupar o cargo no país

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A vice-presidente Kamala Harris, de 59 anos, que recebeu o apoio de Joe Biden para substituí-lo na disputa contra Donald Trump, foi a primeira mulher a a ocupar o cargo no país. Agora, pode ser a escolha do Partido Democrata para evitar que o candidato republicano, que lidera as pesquisas de intenção de voto, conquiste a presidência novamente. Ela é negra e filha de imigrantes (mãe indiana, pai jamaicano).

Kamala tem uma longa carreira no judiciário do país. Foi procuradora de São Francisco e do estado da Califórnia, onde também se elegeu senadora, em 2016. Nas eleições de 2020, era um dos nomes cotados para ser candidata à Presidência e liderou pesquisas internas dos democratas, mas desistiu após perder apoios importantes dentro do partido.

Leia mais: Biden desiste de candidatura à reeleição para presidente dos EUA

Segundo o professor de relações internacionais Carlos Gustavo Poggio, que conversou com o MyNews, enquanto Biden é visto como alguém mais experiente dentro do campo democrata, Kamala representa, em alguma medida, “o futuro do partido”, pelo fato de ser uma mulher mais jovem e filha de imigrantes. Ao mesmo tempo, enfrenta problemas de popularidade que precisam ser superados. Ela não teve um bom desempenho nas primárias democratas, perdendo em todos os estados. Chegou a ser bem avaliada em pesquisas de satisfação, mas por um breve período de tempo.

“Kamala não demonstrou ter uma habilidade política muito grande nesse processo das primárias democratas e, ao longo do mandato, também foi muito criticada”, afirmou Poggio, acrescentando que, hoje, o índice de rejeição dela é ainda maior que o de Biden. De acordo com um compilado de pesquisas do FiveThirtyEight, 51% dos americanos a desaprovam, enquanto 37% a aprovam.

Leia mais: Após desistência da reeleição de Biden, republicanos pedem que presidente renuncie

A vice-presidente se define como progressista e é a principal voz do atual governo em defesa do aborto, mas já adotou posturas criticadas pela esquerda. Para alguns, ela, advogada com longa carreira no judiciário, não agiu de forma suficientemente assertiva como procuradora em casos que contribuíram para prisões injustas de réus negros e pobres. Também é mal avaliada pelo campo progressista em relação a seus posicionamentos sobre maconha, pena de morte e a imigração.

Em 2014, já senadora, a provável candidata democrata se casou com o advogado Doug Emhoff e se tornou madrasta de Ella Emhoff, de 25 anos, e Cole Emhoff, de 30 anos. Ela não teve filhos.

Assista abaixo a análise completa:

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Kamala Harris se diz honrada pelo apoio de Biden; leia pronunciamento completo https://canalmynews.com.br/noticias/kamala-harris-se-diz-honrada-pelo-apoio-de-biden-leia-pronunciamento-completo/ Sun, 21 Jul 2024 20:49:19 +0000 https://localhost:8000/?p=45060 Vice-presidente dos EUA afirmou que sua intenção é 'merecer e ganhar esta nomeação', com o objetivo de derrotar o candidato republicano Donald Trump nas eleições deste ano

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A vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, afirmou estar honrada com o apoio de Joe Biden e que sua intenção é “merecer e ganhar esta nomeação”, com o objetivo de derrotar o candidato republicano Donald Trump nas eleições deste ano. Biden anunciou neste domingo (21) que desistiu de concorrer à reeleição, após pressões do partido e de parte do eleitorado democrata.

Logo após a desistência, Biden anunciou apoio a Kamala na corrida presidencial, embora seja cedo para afirmar quem assumirá o lugar do presidente na chapa democrata. Em publicação no X (antigo Twitter), ele disse que, embora tivesse a intenção de permanecer na disputa, decidiu “não aceitar a nomeação”, pois é a hora de os democratas se unirem para derrotar o ex-presidente e candidato republicano Donald Trump.

Leia mais: Após desistência da reeleição de Biden, republicamos pedem que presidente renuncie

Leia abaixo o pronunciamento de Kamala Harris:

“Em nome do povo americano, agradeço a Joe Biden por sua liderança extraordinária como Presidente dos Estados Unidos e por suas décadas de serviço ao nosso país. Seu notável legado de realizações é incomparável na história moderna americana, superando o legado de muitos presidentes que serviram dois mandatos.

É uma honra profunda servir como sua vice-presidente, e sou profundamente grata ao presidente, à Dra. Biden e a toda a família Biden. Conheci o presidente Biden através de seu filho Beau. Fomos amigos desde os tempos em que trabalhávamos juntos como procuradores-gerais de nossos estados natais. Enquanto trabalhávamos juntos, Beau me contava histórias sobre seu pai. O tipo de pai — e o tipo de homem — que ele era. E as qualidades que Beau reverenciava em seu pai são as mesmas qualidades, os mesmos valores, que vejo todos os dias na liderança de Joe como presidente: sua honestidade e integridade. Seu grande coração e compromisso com sua fé e sua família. E seu amor pelo nosso país e pelo povo americano.

Com este ato altruísta e patriótico, o presidente Biden está fazendo o que sempre fez ao longo de sua vida de serviço: colocando o povo americano e nosso país acima de tudo.

Estou honrada por ter o apoio do presidente e minha intenção é merecer e ganhar esta nomeação. No último ano, viajei pelo país, conversando com os americanos sobre a escolha clara nesta eleição significativa. E é isso que continuarei a fazer nos próximos dias e semanas. Farei tudo ao meu alcance para unir o Partido Democrata — e unir nossa nação — para derrotar Donald Trump e sua extrema agenda Projeto 2025.

Temos 107 dias até o Dia da Eleição. Juntos, vamos lutar. E juntos, vamos vencer.”

Veja desdobramentos da decisão de Joe Biden de abandonar disputa pela Casa Branca:

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Após desistência da reeleição de Biden, republicanos pedem que presidente renuncie https://canalmynews.com.br/internacional/apos-desistencia-da-reeleicao-de-biden-republicanos-pedem-que-presidente-renuncie/ Sun, 21 Jul 2024 20:21:02 +0000 https://localhost:8000/?p=45049 Entre aqueles que fizeram esse apelo, estão o candidato a vice-presidente na chapa do candidato republicano Donald Trump, J.D. Vance, e o presidente da Câmara dos EUA, Mike Johnson

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Após o anúncio da desistência de Joe Biden da candidatura à reeleição, políticos republicanos foram às redes sociais para pedir que o democrata renuncie também à presidência dos Estados Unidos, sob a alegação de que se ele não está apto para concorrer à reeleição, também não estaria apto para servir como presidente. A desistência ocorre após pressões do partido e de parte do eleitorado democrata.

No Twitter, o candidato à vice-presidente na chapa do candidato republicano Donald Trump, J.D. Vance, firmou que “Biden não está mentalmente apto” para permanecer no cargo. E questionou: “Se Joe Biden encerrar sua campanha de reeleição, como poderá justificar a permanência como presidente?”

Leia mais: Análise: ‘Trump escolheu alguém que represente o trumpismo, e não o Partido Republicano’

O presidente da Câmara dos EUA, Mike Johnson também se manifestou para pedir a renúncia de Biden. No Twitter, ele escreveu que “se Joe Biden não está apto para concorrer à presidência, ele não está apto para servir como presidente” e que “deve renunciar ao cargo imediatamente”. A governadora do Arkansas, Sarah Huckabee Sanders, a senadora pelo Tennessee Marsha Blackburn e o deputado por Oklahoma Kevin Hern, que também é presidente da maior convenção política do Partido Republicano na Câmara, também fizeram apelos nesse sentido.

Até o domingo, Biden não havia dado indícios de que desistiria da candidatura. Ele deu entrevistas, fez uma reunião com governadores democratas e negou as alegações feitas sobre seu estado de saúde. O Partido Democrata ainda não anunciou quem vai ser o novo candidato para disputar a eleição contra Trump.

Veja desdobramentos da decisão de Joe Biden de abandonar disputa pela Casa Branca:

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Biden desiste de candidatura à reeleição para presidente dos EUA https://canalmynews.com.br/internacional/biden-desiste-de-candidatura-a-reeleicao-para-presidente-dos-eua/ Sun, 21 Jul 2024 19:28:47 +0000 https://localhost:8000/?p=45039 Chefe de Estado disse que, embora tivesse a intenção de entrar na disputa, decidiu 'não aceitar a nomeação', pois é a hora de os democratas se unirem para derrotar Trump

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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou neste domingo (21) que desistiu de concorrer à reeleição e afirmou apoiar a vice-presidente Kamala Harris para liderar a chapa democrata. Em publicação no X (antigo Twitter), ele disse que, embora tivesse a intenção de permanecer na disputa, decidiu “não aceitar a nomeação”, pois é a hora de os democratas se unirem para derrotar o ex-presidente e candidato republicano Donald Trump. Uma fonte informou à Reuters que a decisão ocorreu neste domingo.

“Meus companheiros democratas, decidi não aceitar a nomeação e concentrar todas as minhas energias em meus deveres como presidente pelo restante do meu mandato. Minha primeira decisão como indicado pelo partido em 2020 foi escolher Kamala Harris como minha vice-presidente. E foi a melhor decisão que tomei”, escreveu Biden no X.

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“Hoje, quero oferecer meu total apoio e endosso para que Kamala seja a indicada do nosso partido este ano. Democratas — é hora de nos unirmos e derrotar Trump. Vamos fazer isso”, acrescentou.

A desistência de Biden pela candidatura à reeleição ocorre após pressões do partido e de parte do eleitorado democrata. Segundo uma pesquisa da APR-NORC divulgada na última quarta-feira (17), cerca de 65% dos eleitores democratas dizem que o presidente “deve desistir da corrida eleitoral e permitir que seu partido selecione um candidato diferente”, uma vez que sua capacidade cognitiva vem sendo colocada em cheque.

Até o domingo, Biden não havia dado indícios de que desistiria da candidatura. Ele deu entrevistas, fez uma reunião com governadores democratas e negou as alegações feitas sobre seu estado de saúde. O Partido Democrata ainda não anunciou quem vai ser o novo candidato para disputar a eleição contra Trump.

Veja os desdobramentos da decisão de Joe Biden de abandonar a disputa pela Casa Branca:

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‘Se ele acha que está em condições, ótimo’, diz presidente Lula sobre candidatura de Joe Biden https://canalmynews.com.br/brasil/se-ele-acha-que-esta-em-condicoes-otimo-diz-presidente-lula-sobre-candidatura-de-joe-biden/ Mon, 01 Jul 2024 22:18:56 +0000 https://localhost:8000/?p=44324 Desempenho do democrata no primeiro debate eleitoral levantou dúvida se estaria apto a exercer um eventual segundo mandato

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta segunda-feira (1º), que depende do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, analisar se deve ou não concorrer à reeleição no pleito de novembro deste ano. O desempenho do democrata no primeiro debate eleitoral, contra o ex-presidente Donald Trump, levantou dúvida se estaria apto a exercer um eventual segundo mandato. Aos 81 anos, Biden, o presidente mais velho da história do país americano, foi duramente criticado pela voz rouca e performance letárgica.

“Eu acho que o Biden tem um problema que ele está andando mais lentamente, ele está demorando mais para responder as coisas, possivelmente esteja pensando. Mas quem sabe da condição do Biden é o Biden”, disse Lula.

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“Se ele está bem, ele é candidato. Se ele acha que está em condições, ótimo. Mas se ele não está, é melhor eles tomarem uma decisão”, acrescentou o presidente, durante entrevista à Rádio Princesa, em Feira de Santana, na Bahia.

Para Lula, apesar de o debate ter exposto a fragilidade de Biden, o que foi “chato e desagradável”, também evidenciou que Trump é um “cidadão mentiroso”. Essa é a mesma opinião do estrategista de comunicação internacional Ewandro Magalhães, que participou do Segunda Chamada de sexta-feira (28). Para ele, enquanto Biden por vezes se atropela e esquece o que vai dizer, o outro se baseia em mentiras. A diferença é que, do ponto de vista da comunicação, um é muito mais eficiente do que o outro.

“Houve um candidato vencedor, mas não por mérito próprio. Ele venceu por W.O, por assim dizer, porque o outro praticamente não compareceu”, declarou.

Assista abaixo ao Segunda Chamada de sexta-feira (28):

*Sob supervisão de Sofia Pilagallo

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Eleição de Trump seria péssima para o Brasil e para o mundo, analisa jornalista https://canalmynews.com.br/opiniao/eleicao-de-trump-seria-pessima-para-o-brasil-e-para-o-mundo-analisa-jornalista/ Mon, 01 Jul 2024 15:52:10 +0000 https://localhost:8000/?p=44302 Tânia Fusco enxerga a expansão da extrema direita no mundo como um 'sinal grave' para a política internacional e para as democracias contemporâneas

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A eleição de Donald Trump para presidente dos Estados Unidos seria péssima para o Brasil e para o mundo, afirmou ao Segunda Chamada de sexta-feira (28) a jornalista Tânia Fusco, que enxerga a expansão da extrema direita no mundo como um “sinal grave” para a política internacional e para as democracias contemporâneas. Para ela, em um cenário de vitória de Trump, o diálogo entre o candidato republicano e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seria “praticamente impossível”. Tânia acredita que a relação entre os dois líderes seria nula, assim como a que se tem hoje entre o petista e o presidente da Argentina Javier Milei.

“Acho [a eleição de Trump] péssima para o mundo, péssima para nós, péssima para tudo. A sensação que eu tenho ao imaginar essa possibilidade é a de que a gente nadou, nadou, nadou para morrer na praia. Fico muito desanimada com essa questão da expansão da direita”, afirma.

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A possibilidade de vitória de Trump na eleição americana, que ocorre em 5 de novembro deste ano, passou a ser considerada com mais atenção por analistas políticos depois da repercussão do debate presidencial, na quinta-feira (27). Na ocasião, o democrata Joe Biden foi duramente criticado pela voz rouca e performance letárgica, enquanto Trump atacou com agressividade.

Na visão do estrategista de comunicação internacional Ewandro Magalhães, que também participou do programa, Trump claramente se consagrou como o vencedor do debate, mas essa conquista não foi obtida por mérito dele. Para ele, o debate foi fraco do ponto de vista propositivo e marcado por pontos negativos de ambas as partes.

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“Houve um candidato vencedor, mas não por mérito próprio. Ele venceu por W.O, por assim dizer, porque o outro praticamente não compareceu”, diz.

“Nem Biden nem Trump parecem ter a capacidade de desempenhar sob pressão e fazer um discurso coerente. Enquanto um por vezes se atropela e esquece o que vai dizer, o outro se baseia em mentiras. A diferença é que, do ponto de vista da comunicação, um ainda é muito mais eficiente do que o outro”, acrescenta.

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A primeira pesquisa realizada depois de quinta-feira, feita pela empresa YouGov, refletiu o mau desempenho de Biden no debate. Segundo o levantamento, para 72% dos americanos, incluindo 46% dos democratas, o presidente deveria abandonar a candidatura. O cientista político Rafael Cortez, que também participou da conversa, avalia que a demanda pela substituição do democrata é maior do a viabilidade política disso. Para ele, o custo político dessa troca seria muito alto para o Partido Democrata.

“Fazer uma substituição nos 45 minutos do segundo tempo iria depor contra a própria administração de Biden. Essa insatisfação iria consequentemente respingar em Kamala Harris [vice-presidente dos EUA], que vem sendo cotada para assumir a candidatura caso Biden desista”, declara. “Nomes mais fortes, como Michelle Obama, também me parecem difíceis de surgir como uma alternativa. Então não é um desafio trivial.”

Assista abaixo ao Segunda Chamada de sexta-feira (28):

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Biden visitará Israel na quarta-feira, diz secretário de Estado https://canalmynews.com.br/internacional/biden-visitara-israel-na-quarta-feira-diz-secretario-de-estado/ Tue, 17 Oct 2023 09:34:15 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=40590 Presidente dos EUA reafirmará direito do país se defender

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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, visitará Israel na quarta-feira para se reunir com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. Conforme anunciou o secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, nesta segunda-feira (16), Biden deixará claro que Israel tem o direito de se defender.

Biden reafirmará sua solidariedade a Israel enquanto o país se prepara para uma ofensiva terrestre contra os militantes do Hamas em Gaza, disse Blinken após longas conversas com Netanyahu.

Negociações
O secretário de Estado norte-americano manteve mais de seis horas de conversas com o gabinete de guerra de Netanyahu sobre o desdobramento da crise humanitária em Gaza. A reunião incluiu uma parada para os dois se abrigarem em um bunker após alerta para ataques aéreos.

Inesperadamente longa, a conversa estendeu-se até altas horas da madrugada de terça-feira (horário local), interrompida por sirenes enquanto o sistema de defesa antimísseis israelense Domo de Ferro interceptava foguetes do Hamas, ao mesmo tempo em que o Exército de Israel permanecia de prontidão para um possível ataque por terra a Gaza.

Blinken estava no quinto dia consecutivo de diplomacia ininterrupta na região, voltando a Israel após visitar seis países árabes em quatro dias.

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Biden defende retirada de tropas do Afeganistão https://canalmynews.com.br/mais/biden-defende-retirada-tropas-afeganistao/ Tue, 17 Aug 2021 02:57:09 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/biden-defende-retirada-tropas-afeganistao/ Presidente dos EUA, Joe Biden, diz que foi surpreendido pelo avanço do Talibã e culpou governo afegão, que não ofereceu resistência

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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, defendeu a decisão de retirar os militares norte-americanos do Afeganistão. Em um pronunciamento nesta segunda (15), Biden reconheceu que o governo dos Estados Unidos foi surpreendido pelo avanço do Talibã.

O grupo extremista tomou a capital, Cabul, e retomou o poder depois de 20 anos. O presidente afegão, Ashraf Ghani, fugiu do país diante do avanço do Talibã.

Biden defendeu a saída das tropas e culpou o próprio governo afegão, que não ofereceu resistência.

Democrata Joe Biden, presidente eleito dos EUA.
Democrata Joe Biden, presidente eleito dos EUA. Foto: Gage Skidmore (Domínio Público).

“Eu apoio totalmente minha decisão. Depois de 20 anos, aprendi da maneira mais difícil que nunca era um bom momento para retirar as forças americanas. É por isso que ainda estamos lá. Estávamos cientes dos riscos, planejamos para cada contingência. Mas, eu sempre prometi ao povo americano que serei franco com você. A verdade é que isso se desenrolou mais rápido do que havíamos previsto”, declarou Biden.

O presidente dos Estados Unidos disse que o país não pode participar e morrer em uma guerra que o próprio Afeganistão não está disposto a lutar.

Nesta segunda-feira, centenas de pessoas invadiram a pista do Aeroporto Internacional de Cabul, na tentativa de entrar em aviões e fugir do país. Vídeos mostram pessoas tentando forçar a entrada nas aeronaves e se pendurando em um avião que estava se preparando para decolar. De acordo com agências internacionais, ao menos cinco pessoas morreram no tumulto.

O professor de Relações Internacionais do UniCuritiba e pesquisador do GEPOM (Grupo de Estudo e Pesquisa em Oriente Médio), Andrew Traumann, considera que a guerra do Afeganistão foi um fracasso.

“Foi um fracasso especialmente na questão do treinamento das forças afegãs. Apesar dos gastos, o treinamento feito não foi eficiente. O Afeganistão é um país que tem uma série de problemas estruturais, um dos mais pobres do mundo. Então, não adianta você ter as melhores armas, os melhores mísseis, se o pessoal não está capacitado para usar”, afirmou.

O professor explicou que Biden tem sido fortemente criticado pela situação e que a derrota será uma marca da gestão Biden. Ele também comparou o desfecho com a guerra do Vietnã.

Assista à íntegra do Jornal do MyNews, no Canal MyNews, com apresentação de Myrian Clark e Hermínio Bernardo

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“Desafios de Biden foram cumpridos nos 100 dias, mas vida não vai ser tão fácil no futuro”, avalia economista https://canalmynews.com.br/economia/desafios-de-biden-foram-cumpridos-nos-100-dias-mas-vida-nao-vai-ser-tao-facil-no-futuro-avalia-economista/ Sat, 01 May 2021 02:58:47 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/desafios-de-biden-foram-cumpridos-nos-100-dias-mas-vida-nao-vai-ser-tao-facil-no-futuro-avalia-economista/ Otaviano Canuto faz balanço dos primeiros 100 dias de governo Biden e avalia próximos desafios do democrata na economia

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O balanço dos primeiros 100 dias do presidente Joe Biden nos Estados Unidos é positivo, mas o governo do democrata ainda tem desafios importantes a serem cumpridos. Essa é a avaliação de Otaviano Canuto, membro sênior do Policy Center for the New South.

“As metas para os primeiros 100 dias foram plenamente atingidas. Biden propôs acelerar o processo de recuperação econômica mediante a aceleração da vacinação. Nesse ponto, as metas inclusive foram superadas”, avalia o economista, que é ex-diretor do Banco Mundial e do FMI. 

Em relação a vacinação, antes mesmo de assumir a Casa Branca, Biden prometia imunizar 100 milhões de americanos nos primeiros 100 dias de governo. Até esta quinta-feira (29), o país contabilizava 235 milhões de vacinas aplicadas. O próximo obstáculo, neste caso, é manter o ritmo de vacinação que vem caindo, com resistência de parte da população em tomar o imunizante.

Para a economia, uma das maiores vitórias do democrata foi a aprovação do pacote de US$1,9 trilhão para combater os efeitos da crise da pandemia – com programas de proteção de emprego e renda, além do auxílio monetário destinado a conter o avanço da covid-19.

O democrata tem o desafio, agora, de aprovar dois pacotes econômicos que dependem do Congresso. O primeiro que amplia a rede de proteção social no país, com custo de US$1,8 trilhão, e o segundo que propõe investimentos de US$ 2,3 trilhões em infraestrutura, a serem acompanhados de aumento de impostos para empresas. 

“A corrida de Biden é a de aproveitar a oportunidade da configuração mais favorável no Congresso para passar o que der”, avalia o economista, que é também membro sênior não-residente do Brookings Institute e diretor do Center for Macroeconomics and Development em Washington.

Canuto destaca também que, entre os obstáculos de Biden para seus planos econômicos, há a resistência de parte do próprio Partido Democrata ao pacote para infraestrutura, além da contrariedade dos Republicanos à ideia de aumentar impostos das empresas para financiar o projeto trilionário de infraestrutura.

O economista lembra que o ex-vice-presidente de Barack Obama e ex-senador tem por enquanto a vantagem de um placar favorável no Congresso, mesmo que por uma margem pequena. O cenário pode mudar, no entanto, em 2022, quando acontecem as eleições legislativas nos Estados Unidos. “Os desafios de Biden foram bem cumpridos nos primeiros 100 dias, mas a vida não vai ser tão fácil no futuro a seguir”, diz Canuto.

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“Mundo deve ter medo do Trump”, diz ex-embaixador https://canalmynews.com.br/politica/mundo-deve-ter-medo-do-trump-diz-ex-embaixador/ Fri, 30 Apr 2021 13:58:37 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/mundo-deve-ter-medo-do-trump-diz-ex-embaixador/ Rubens Barbosa, que foi embaixador em Washington, afirma que Trump ainda tem influência

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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, completa nesta sexta-feira (30) 100 dias no cargo. Algumas medidas marcaram o início da gestão do democrata. Na posse, Biden anunciou a meta de aplicar 100 milhões de doses da vacina nos primeiros cem dias de governo. A dose foi batida na metade do tempo, foi dobrada e atingida novamente.

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.
Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. Foto: Casa Branca (Domínio Público).

O democrata também anunciou pacotes de estímulo da economia que chegam a US$ 4 trilhões, determinou medidas para restringir o acesso às armas e realizou a cúpula do clima para apresentar compromissos com o meio ambiente.

Em entrevista ao Café do MyNews, o ex-embaixador do Brasil em Washington e em Londres, atual diretor-presidente do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior (IRICE), Rubens Barbosa lembrou que o ex-presidente Donald Trump continua influente na política americana apesar da mudança política do país.

“Nós não devemos ter medo do Trump, o mundo deve ter medo do Trump. O Trump hoje está ainda com influência. O republicano que falou depois do Biden mostra a influência do Trump no Partido Republicano. Certamente haverá algum grupo mais moderado que queira ocupar o espaço do Trump. Mas, por exemplo, se na eleição do ano que vem o Biden perder a maioria no Senado, vai ser uma vitória do Trump”, afirmou.

Rubens Barbosa ainda destacou que o Brasil ficou isolado e está se adaptando ao novo governo de Joe Biden.

“Com a eleição de Biden, o Brasil ficou na contramão. Estávamos alinhados às políticas do Trump, inclusive na questão ambiental. No começo do governo, o presidente Bolsonaro ameaçou se retirar do acordo de Paris, como tinha feito Trump, ele foi dissuadido disso e felizmente ele ficou no acordo. Então, agora com essa nova política americana, o Brasil está tendo que se ajustar e para isso foi muito importante a mudança do Ernesto Araújo para o Carlos França”, disse.

Confira a entrevista completa no Café do MyNews:

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“Metas menores que responsabilidade do Brasil”, diz Carlos Rittl https://canalmynews.com.br/politica/metas-menores-que-responsabilidade-do-brasil-diz-carlos-rittl/ Fri, 23 Apr 2021 14:02:20 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/metas-menores-que-responsabilidade-do-brasil-diz-carlos-rittl/ Pesquisador afirma que ações do governo demonstram o oposto do discurso de Bolsonaro na Cúpula do Clima

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O discurso do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na Cúpula dos Líderes sobre o Clima foi recebido com ceticismo pela comunidade internacional.

Bolsonaro foi o décimo nono líder a discursar e prometeu medidas ambientais para reduzir as emissões de gases. Ele ainda declarou que o Brasil vai alcançar a neutralidade climática até 2050.

O ministro Ricardo Salles e o presidente Jair Bolsonaro durante a Cúpula do Clima. Foto: Marcos Corrêa/PR

Carlos Rittl, pesquisador associado do Instituto de Estudos Avançados em Sustentabilidade de Potsdam e ex-secretário executivo do Observatório do Clima, afirmou que a fala de Bolsonaro contrapõe as próprias ações do governo.

“Nesses dois anos de gestão Bolsonaro, o que ele demonstrou foi o contrário do que ele disse no discurso, que existe um empenho e o Brasil é protagonista no enfrentamento nas mudanças climáticas. Só para citar alguns exemplos: destruiu nossa governança climática, apresentou no fim do ano passado metas de clima que são mais fracas que metas anteriores e aumentou o desmatamento em quase 50%”, disse.

Em entrevista ao ‘Café do MyNews‘, Rittl também criticou as metas apresentadas.

“São metas requentadas em termos de percentual de redução de emissões, as mesmas apresentadas em 2015. O que falta é planejamento, a gente não tem nenhum planejamento. Quando você define metas de clima, você tem que fazer uma análise econômica. Quais são as atividades que podem gerar reduções de emissões e quanto isso custa? O que é mais vantajoso para o Brasil fazer? Não existe esse planejamento e não existiu na submissão que o Brasil fez no final do ano passado. São metas inclusive menores do que a responsabilidade do Brasil sobre a questão climática. A gente não tem mais política de clima”, declarou.

Confira a entrevista na íntegra:

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Biden anuncia medidas para restringir armas https://canalmynews.com.br/politica/biden-anuncia-medidas-para-restringir-armas/ Fri, 09 Apr 2021 17:34:35 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/biden-anuncia-medidas-para-restringir-armas/ Anúncio é feito após uma série de tiroteios nos EUA. Biden classifica situação como “epidemia de violência” e fala em “crise de saúde pública”

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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou uma série de medidas para controlar o acesso a armas de fogo.

Entre as medidas estão o incentivo para que estados removam o porte de pessoas que possam apresentar risco à sociedade, programas em comunidade com altos índices de violência e restrição às armas fantasmas.

As “armas fantasmas” são aquelas em que as pessoas compram as peças separadamente e montam o armamento em casa. Desta maneira, a arma não tem número de série e não pode ser rastreada.

Democrata Joe Biden, presidente eleito dos EUA.
Democrata Joe Biden, presidente eleito dos EUA. Foto: Gage Skidmore (Domínio Público).

Em pronunciamento, Biden disse que a violência das armas causa uma crise de saúde pública que custa 280 bilhões de dólares por ano. Ele classificou a situação como uma epidemia de violência.

“A violência armada neste país é uma epidemia. Vou repetir: a violência armada neste país é uma epidemia e é um constrangimento internacional”, declarou.

Os Democratas e parte da sociedade americana pressionam por mais restrições após uma série de tiroteios nas últimas semanas. O presidente lembrou estes casos.

“Todos os dias neste país, 316 pessoas são baleadas. Todo dia. 106 deles morrem todos os dias. Nossa bandeira ainda estava hasteada a meio mastro para as vítimas do horrível assassinato de oito pessoas principalmente asiáticos na Geórgia, quando mais dez vidas foram tiradas em um assassinato em massa no Colorado. Vocês provavelmente não ouviram, mas entre esses dois incidentes, com menos de uma semana de intervalo, houve mais de 850 tiroteios a mais. 850. Que tiraram a vida de mais de 250 pessoas e deixaram 500  feridos. Isso é uma epidemia, pelo amor de Deus. E isso tem que parar”, afirmou o presidente.

Quatro casos recentes repercutiram na sociedade americana. Há duas semanas, no Colorado, um criminoso abriu fogo num supermercado e matou dez pessoas. Na semana anterior, um homem atacou três casas de massagem na Geórgia, deixando oito mortos. Quase todas as vítimas eram mulheres asiáticas, o que gerou um debate sobre racismo e preconceito. Na semana passada, um tiroteio deixou quatro mortos na Califórnia, com uma criança entre as vítimas.

O último caso aconteceu na noite desta quinta-feira após o pronunciamento de Biden.

O ex-jogador de futebol americano Phillip Adams matou cinco pessoas e se matou na sequência na Carolina do Sul. Ele matou o médico Robert Lesslie, a esposa, dois netos do médico e um homem que trabalhava na casa que foi invadida por Adams. A polícia investiga a motivação do crime.

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Mudança na Casa Branca https://canalmynews.com.br/herminio-bernardo/literatura-em-fatos-mudanca-na-casa-branca/ Mon, 29 Mar 2021 19:01:58 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/literatura-em-fatos-mudanca-na-casa-branca/ Só para membros:Biden assume a Presidência dos Estados Unidos com discurso pedindo união e em defesa da democracia

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Máscaras contra Covid-19? Possivelmente até 2022 nos EUA, diz Fauci https://canalmynews.com.br/mais/mascaras-contra-covid-19-possivelmente-ate-2022/ Sun, 21 Feb 2021 23:15:20 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/mascaras-contra-covid-19-possivelmente-ate-2022/ Declaração foi dada pelo imunologista Anthony Fauci, responsável pela resposta do governo dos Estados Unidos à pandemia do coronavírus

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O imunologista Anthony Fauci disse que é possível que a população americana ainda necessite utilizar máscaras até 2022 para se proteger contra a Covid-19

Conselheiro do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, Fauci é o responsável pela resposta do governo dos Estados Unidos à pandemia de coronavírus. Não à toa, é considerado um dos maiores especialistas em doenças infecciosas do país.

Máscaras contra Covid-19? Possivelmente até 2022, diz Fauci. Foto: Ricardo Wolffenbuttel/Agência Brasil
Máscaras contra Covid-19? Possivelmente até 2022, diz Fauci. Foto: Ricardo Wolffenbuttel/Agência Brasil

A declaração foi dada durante uma entrevista do imunologista ao programa “State of the Union”, da CNN. Questionado pela âncora Dana Bash se será necessário que a população use máscaras até 2022, Fauci disse que “é possível que esse seja o caso”.

Para o especialista, mesmo que os Estados Unidos atinjam “um grau significativo de normalidade” até o final deste ano por conta da vacinação, a utilização de máscaras ainda seria importante para mitigar a contaminação.

Em um momento em que os Estados Unidos se aproximam da marca de 500 mil mortos em decorrência de Covid-19, o especialista destacou a importância de medidas para combater o vírus e as variantes que estão surgindo. 

“É por isso que insistimos pela continuidade das medidas de segurança, pois não queremos que essa situação fique pior do que já está”, destacou.

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“Biden não quer incorrer no mesmo erro de Obama”, avalia ex-diretor do Banco Mundial https://canalmynews.com.br/economia/biden-nao-quer-incorrer-no-mesmo-erro-de-obama-avalia-ex-diretor-executivo-do-banco-mundial/ Fri, 22 Jan 2021 12:31:05 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/biden-nao-quer-incorrer-no-mesmo-erro-de-obama-avalia-ex-diretor-executivo-do-banco-mundial/ Para o economista, o novo presidente americano enfrenta “corrida contra o tempo” para aprovar medidas econômicas

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Foto: Arquivo pessoal

O economista Otaviano Canuto, membro sênior do Policy Center for the New South e ex-diretor-executivo e ex-vice presidente do Banco Mundial, enxerga no democrata Joe Biden, presidente dos EUA, a oportunidade de marcar o início de um novo governo pela aprovação de medidas robustas na economia, logo nos primeiros dois anos de gestão. 

Em entrevista ao Dinheiro Na Conta, Canuto destaca a rapidez do novo governo em apresentar um pacote de estímulo econômico. “É marcante a preocupação de Biden de começar a mil”, avalia.

Na última quinta-feira (15), seis dias antes de tomar posse, Biden anunciou um plano de estímulo no valor de US$ 1,9 trilhão como resposta à crise econômica gerada pela pandemia nos EUA. 

Entre as medidas do pacote, estão o direcionamento de US$ 400 bilhões para combate direto à pandemia, repasse de US$ 350 bilhões para Governos estaduais e locais, aumento do seguro-desemprego e US$1 trilhão para auxílio aos trabalhadores americanos. 

Para Canuto, a velocidade na apresentação e aprovação das medidas é crucial para que a gestão de Biden não caia nos mesmos entraves enfrentados por seu antecessor democrata. Barack Obama, ex-presidente dos EUA, perdeu apoio no Congresso dois anos depois de assumir, nas eleições de meio de mandato, em 2010. 

“O pacote de estímulo econômico apresentado na semana passada mostra que Biden não quer incorrer no mesmo erro de Obama nos dois primeiros anos dele, em que perdeu a maioria no Congresso, e a partir daí simplesmente foi impossibilitado de fazer uma política fiscal agressiva”, avalia o Canuto, que é também diretor do Center for Macroeconomics and Development em Washington.

Apesar de o Partido Democrata ter maioria nas duas casas legislativas, a margem governista no Senado é apertada: cada legenda ficou com 50 senadores. O desempate fica a cargo de Kamala Harris, vice-presidente e presidente do Senado, que terá o voto de minerva nas decisões da Casa. Nesse cenário, o governo tem o desafio de conquistar unanimidade entre os democratas e impedir possíveis obstruções no Senado, pelo lado dos Republicanos. 

“É uma corrida contra o tempo”, avalia Canuto. Uma corrida que, além da crise econômica, traz o desafio de controlar a pandemia do novo coronavírus, que já deixou mais de 400 mil mortos nos Estados Unidos.

 “Sem combater o vírus, você não tem a recuperação dos serviços e a economia também não decola.  O último trimestre do ano passado já mostrou isso”. 

Em dados anualizados, a economia americana cresceu 33,4% no terceiro trimestre de 2020. O Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta, no entanto, um quarto trimestre de crescimento mais fraco, abaixo de uma taxa anualizada de 5%.

Para enfrentar os desafios da maior crise econômica da História recente, Biden nomeou para a Secretaria de Tesouro o nome de Janet Yellen, a primeira mulher a ocupar o cargo. Yellen foi chefe do Federal Reserve, o Banco Central americano, e trabalhou na Casa Branca no governo de Bill Clinton. 

Canuto, que foi colega da nova secretária de Tesouro no centro de estudos Brookings Institution, de Washington, avalia que ela é “a pessoa certa” para lidar com os desafios postos para a economia americana. “A fala dela no Senado foi notável. Ela não só repetiu como mantra o fato de agir de maneira grande, e agora, no início do governo, como fez referências às mudanças climáticas e a necessidade de enfrentamento da concentração de renda”. 

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