Por anos, Daniel Monteiro foi o nome que não aparecia. A PF agora diz que era ele a engenharia por trás das operações, advogado do banco, de Vorcaro e de Lima ao mesmo tempo, despachando de dentro da sede, com elevador privativo e trânsito livre à diretoria. Preso na quarta fase da Compliance Zero, vê a acusação escorrer do crime para a esfera cível
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