Pacheco envia a Lula pedido para uso das Forças Armadas no RN Forças Armadas (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil) BRASIL

Pacheco envia a Lula pedido para uso das Forças Armadas no RN

Solicitação é para operação de Garantia da Lei e da Ordem

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  • O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, enviou nesta sexta‑feira (17) ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva um pedido para acionar as Forças Armadas no Rio Grande do Norte.
  • O pedido atende à solicitação do senador Styvenson Valentim, que invoca o Art. 142 da Constituição para autorizar operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).
  • A medida busca conter a onda de ataques violentos a prédios públicos, comércios e veículos que tem assolado o estado.
  • Enquanto a decisão presidencial não é tomada, mais de 100 agentes da Força Nacional já atuam no RN para reforçar a segurança pública.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), enviou, nesta sexta-feira (17), pedido ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva para uso das Forças Armadas no Rio Grande do Norte. O estado tem sofrido com ataques violentos de criminosos a prédios públicos, comércio e veículos.

Pacheco atendeu solicitação feita pelo senador Styvenson Valentim (Podemos-RN), que pede o emprego das Forças Armadas com base no Artigo 142 da Constituição. O artigo prevê operações da Garantia da Lei e da Ordem (GLO). A autorização para acionar as Forças Armadas é competência da Presidência da República.

“Reconheço o notável empenho das forças de segurança do estado e nacional neste momento, às quais se podem somar as Forças Armadas, a critério do presidente da República. O importante é garantir a paz no estado o mais rapidamente possível”, diz Rodrigo Pacheco no pedido, segundo a agência de notícias do Senado.

Força Nacional
Mais de 100 agentes da Força Nacional estão no estado para reforçar a segurança pública após os ataques violentos. O envio dos agentes foi autorizado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, diante de pedido feito pelo governo estadual.

Pelo menos 43 pessoas foram presas, suspeitas de participar nos ataques criminosos praticados em 14 municípios desde o início da semana.

Os crimes foram orquestrados por uma organização criminosa que, supostamente, protesta contra as condições precárias nas penitenciárias. Ataques incendiários foram registrados contra prédios públicos, estabelecimentos comerciais e veículos.

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