Reprovação de Bolsonaro chega a 40%, aponta nova pesquisa XP O presidente Jair Bolsonaro durante reunião de cúpula do Brics. Foto: Marcos Corrêa (PR) Avaliação do presidente

Reprovação de Bolsonaro chega a 40%, aponta nova pesquisa XP

Resultado coincide com piora na percepção da atuação de Bolsonaro para enfrentar a Covid-19

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  • Pesquisa XP/Ipespe divulgada em 18 de outubro indica que 40% da população considera Jair Bolsonaro ruim ou péssimo.
  • A reprovação subiu de 35% para 40%, enquanto a aprovação caiu de 38% para 32%.
  • É a primeira alta na reprovação desde o início da pandemia e a primeira vez desde julho que a avaliação negativa supera a positiva.
  • O resultado coincide com a piora na percepção da atuação de Bolsonaro no enfrentamento da Covid‑19.
Reprovação de Bolsonaro chega a 40%
O presidente Jair Bolsonaro durante reunião de cúpula do Brics.
(Foto: Marcos Corrêa/PR)

A reprovação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) registrou aumento pela primeira vez desde o começo da pandemia. É o que aponta a pesquisa XP/Ipespe, divulgada nesta segunda-feira (18).

De acordo com o levantamento, a parcela da população que considera o presidente ruim ou péssimo passou de 35% para 40%. Entre os que possuem uma visão positiva, por outro lado, caíram de 38% para 32%.

É a primeira vez desde maio que a pesquisa registra aumento no percentual de críticos ao governo e redução entre os apoiadores. É também a primeira vez desde julho que a avaliação negativa de Bolsonaro supera a positiva, de acordo com a XP/Ipespe.

O resultado negativo coincide com uma piora na percepção da atuação de Bolsonaro para enfrentar a pandemia de Covid-19. De acordo com a pesquisa, 52% dos entrevistados consideram a condução ruim ou péssima, quatro pontos a mais que em dezembro.

Bolsonaro tem se notabilizado pela postura de negação em relação à pandemia. Promove aglomerações e dispensa o uso de máscaras quando a recomendação é justamente o contrário e chega a questionar o papel da vacina no controle da Covid-19. Além disso, também costuma promover medicamentos contra o vírus cuja eficácia é desmentida por estudos científicos.

Foram realizadas 1.000 entrevistas em todo o Brasil, de 11 a 14 de janeiro. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

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