Ricardo Salles critica adversários e mira vaga no Senado por SP Foto: CNN

Ricardo Salles critica adversários e mira vaga no Senado por SP

Pré-candidato ataca Marina Silva, Simone Tebet e o Centrão enquanto defende maior retorno tributário para o estado paulista

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  • Deputado federal Ricardo Salles anunciou pré‑candidatura ao Senado por São Paulo em entrevista à rádio MyNews FM.
  • Defende a escolha de representantes conservadores, destacando a relevância econômica do estado e o baixo retorno de impostos da União.
  • Criticou as candidaturas de Marina Silva e Simone Tebet, chamando‑as de “estelionato eleitoral” e alegando falta de vínculo com eleitores paulistas.
  • Acusou Marina de ignorar o saneamento urbano e Tebet de atuar contra São Paulo na guerra fiscal.

Em entrevista à rádio MyNews FM, o deputado federal Ricardo Salles apresentou sua pré-candidatura ao Senado por São Paulo. Durante a conversa, ele enfatizou a necessidade de eleger representantes alinhados ao perfil conservador do estado. Afinal, São Paulo é a principal locomotiva econômica do país. No entanto, o estado recebe um retorno desproporcionalmente baixo dos impostos arrecadados pela União.

Além disso, o parlamentar fez fortes críticas às suas principais oponentes, as ministras Marina Silva e Simone Tebet. Para Salles, a candidatura das duas representa um “estelionato eleitoral”. Ele alegou que nenhuma delas possui vínculos com o eleitorado paulista. Ademais, criticou Marina por ignorar o saneamento básico urbano e acusou Tebet de atuar contra São Paulo na guerra fiscal.

Por outro lado, o deputado também direcionou ataques ao centro político e a concorrentes da própria direita. Ele classificou o Centrão como uma estrutura fisiológica e oportunista. Portanto, defendeu que a verdadeira direita precisa se distanciar dessas alianças pragmáticas. Assim, será possível manter a coerência ideológica e o compromisso ético na representação parlamentar.

Por fim, Salles defendeu políticas de segurança pública rigorosas e com tolerância zero ao crime organizado. Da mesma forma, analisou o cenário para as próximas disputas presidenciais no país. Nesse sentido, ele concluiu que a oposição precisa unir a direita no segundo turno para derrotar o atual governo federal.

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