Lula diz que reeleição foi “vitória para o mundo” após derrotas de Trump e Netanyahu Foto: reprodução

Lula diz que reeleição foi “vitória para o mundo” após derrotas de Trump e Netanyahu

Presidente relacionou resultado das eleições brasileiras às mudanças no Congresso dos EUA e na composição do Parlamento de Israel; petista também criticou a ida de Flávio Bolsonaro para Miami

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  • Lula afirmou que sua reeleição, confirmada em 25 / 10 com 51,79 % dos votos, representa “vitória para o mundo”.
  • O presidente relacionou o resultado à derrota de Donald Trump, após os democratas conquistarem maioria no Senado e na Câmara dos EUA.
  • Também citou a perda de maioria da coalizão de Benjamin Netanyahu no Parlamento israelense (53 × 48 cadeiras).
  • Lula destacou a relevância global da democracia diante desses reveses políticos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (5) que sua reeleição foi uma “vitória para o mundo”. O petista relacionou o resultado das eleições brasileiras às derrotas políticas de Donald Trump, nos Estados Unidos, e Benjamin Netanyahu, em Israel. “Foi uma vitória não para o Brasil, foi uma vitória para o mundo”, declarou. Lula derrotou Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno, em 25 de outubro, com 51,79% dos votos válidos.

Nos Estados Unidos, o Partido Democrata conquistou a maioria no Senado e na Câmara dos Representantes nas eleições de meio de mandato. O resultado retirou o controle das duas Casas do Partido Republicano, de Trump. Em Israel, a coalizão governista de Netanyahu perdeu a maioria no Parlamento e terminou a disputa com 53 cadeiras, contra 48 da oposição. Os dois blocos precisam buscar alianças para alcançar os 61 assentos necessários à formação de um governo.

Lula também criticou a ida de Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos após a derrota eleitoral. O presidente afirmou que o senador viajou para buscar proteção e o chamou de “pé-frio”, ao relacionar sua chegada a Miami à derrota republicana. Flávio deixou o Brasil após uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que o proibia de sair do país. Em carta divulgada nos Estados Unidos, o senador chegou a questionar o resultado das urnas e se apresentar como “verdadeiro presidente do Brasil”.

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