Saída do Brasil do Mapa da Fome é resultado de políticas eficazes, diz ministro Foto: Ricardo Stuckert/PR)

Saída do Brasil do Mapa da Fome é resultado de políticas eficazes, diz ministro

Ministro comemora saída do país do Mapa da Fome

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  • Brasil saiu do Mapa da Fome pela segunda vez em 11 anos, conforme estudo da ONU divulgado na segunda‑feira (28).
  • O anúncio ocorreu na 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU, em Adis Abeba, Etiópia.
  • ONU aponta que menos de 2,5 % da população está em risco de subnutrição, retirando o país da categoria de insegurança alimentar grave.
  • Ministro Wellington Dias atribuiu a conquista a políticas como o Plano Brasil Sem Fome, Bolsa Família, PAA, valorização do salário mínimo e alimentação escolar.

O Brasil deixou, pela segunda vez em 11 anos, o Mapa da Fome. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (28), após estudos realizados pela ONU. O anúncio oficial ocorreu durante a 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares da (ONU) Organização das Nações Unidas, em Adis Abeba, na Etiópia.

Segundo as organizações, menos de 2,5% da população brasileira está em risco de subnutrição  percentual que retira o país da categoria de insegurança alimentar grave.

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, comemorou o resultado. Em entrevista após o anúncio, ele destacou os números e os projetos voltados para o combate à fome, tema constantemente abordado pelo presidente Lula.

VEJA: Brasil sai novamente do Mapa da Fome, afirma relatório da ONU

“Essa vitória é fruto de políticas públicas eficazes, como o Plano Brasil Sem Fome, que engloba o Bolsa Família, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), o Programa Cozinha Solidária, a valorização do salário mínimo, o crédito para a produção de alimentos pela agricultura familiar (PRONAF), o incentivo à qualificação profissional, ao emprego e ao empreendedorismo, além do incremento da alimentação escolar”, disse o ministro.

“Todas as políticas sociais trabalhando juntas para termos um Brasil sem fome e soberano”, concluiu Wellington Dias.

Além disso, o Brasil também reduziu a pobreza extrema para 4,4%, o menor índice da história, refletindo a saída de quase 10 milhões de pessoas dessa condição em comparação com 2021.

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