O Brasil – e o mundo – está inexoravelmente ligado não apenas à realidade social, mas às narrativas acerca desta realidade, não raro, a um conjunto de fake news, pós-verdades, negacionismos e teorias da conspiração. E isso, infelizmente, tem se repetido nos dias que correm no que tange à tragédia vivenciada pelo povo gaúcho.
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A recente pesquisa Genial/Quaest “Cenários Políticos nos Estados” – São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Goiás – veio à tona e, obviamente, tem seus dados interpretados e amplificados no âmbito da mídia e das redes sociais.
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Musk tem poder, sem dúvida alguma, mas não a autoridade, que é o poder autorizado pela lei
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Ideologia, posições políticas, fake news e distintas teorias da conspiração povoaram o imaginário popular e dos atores políticos.
Continuar lendoAo que tudo indica – em que pese o distanciamento do pleito (que será em outubro) – há no topo das intenções de voto Boulos e Nunes
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Justiça não é vingança. Todos, indistintamente, têm direito à ampla defesa e ao contraditório
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Os atos transcorreram sem violência e sem cartazes atacando o STF e seus ministros, as urnas eletrônicas ou outros atores políticos de forma mais explícita
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Cabe ao cidadão acompanhar o desempenho daqueles que foram referendados pelos seus votos
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Dino, ontem, ficou mais de dez horas sendo sabatinado – junto com Paulo Gonet (também aprovado como o novo Procurador Geral da República) – e obteve 47 votos favoráveis, 31 contrários e 2 abstenções.
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Intrinsicamente humana, a violência é mais ou menos aceita a depender da configuração histórica dos países
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Cientista político Rodrigo Prando destaca a importância do ato após um processo eleitoral conturbado
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Foram avolumados ataques que apequenam as eleições e a democracia. E personagem postiço que opera no nível da pós-verdade e das fake news
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Se, porventura, o PT vencer agora é, sem dúvida, mais pela rejeição a Bolsonaro e o medo de ruptura institucional que o presidente plantou na sociedade do que pelas virtudes ou plano de governo de Lula.
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