colunista Hermínio Bernardo
Jornalista
LITERATURA EM FATOS

11 de setembro, vinte anos depois

Você com certeza se lembra daquele dia. Com quem estava, onde estava e como recebeu a notícia do ataque terrorista de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos
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Lembro que saí da escola perto do meio-dia e, voltando para casa no carro com meus irmãos, minha mãe disse: “um avião bateu num prédio lá nos Estados Unidos”. Na minha cabeça de criança, fiquei me perguntando o que levaria um avião a bater no prédio. Passei o restante daquele dia 11 de setembro de 2001 zapeando os canais e vendo aquelas imagens da coluna de fumaça que tomaram o céu de Nova York.

Você com certeza se lembra daquele dia. Com quem estava, onde estava e como recebeu a notícia. Um dia que entrou para a história e marco o fim e o começo de uma nova ordem e etapa das relações mundiais.

Nuvem de fumaça após a queda das torres gêmeas em Nova York, em 11 de setembro de 2001. Foto: U.S. Air Force

O ataque matou quase três mil pessoas e envolveu quatro aviões e 19 terroristas. Os alvos foram as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York; o Pentágono que é a sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, que fica no Estado da Virgínia; e a quarta aeronave caiu em um campo no Estado da Pensilvânia. A investigação aponta que a tripulação reagiu e os terroristas não conseguiram atacar o alvo, que seria a capital Washington.

Equipes de resgate trabalhando no Pentágono. Foto: Cedric H. Rudisill/ DOD

O ataque foi organizado e executado pela Al-Qaeda, grupo terrorista liderado por Osama bin Laden. O saudita conseguiu reunir um grupo e cometer o maior ataque terrorista da era moderna.

No livro “O Vulto das Torres”, Lawrence Wright mostra como o governo americano poderia ter evitado o ataque. Se houvesse uma cooperação maior entre CIA e FBI, tudo poderia ter sido diferente. Além de bin Laden, a obra conta como foi a ação do egípcio Al-Zawahiri, que era o número 2 da Al-Qaeda.

“Um atendia à necessidade do outro. Zawahiri precisava de dinheiro e contatos, coisas que bin Laden dispunha em abundância. Bin Laden, um idealista dedicado a causas, buscava um rumo, que Zawahiri, um propagandista tarimbado, forneceu. Não eram amigos, mas aliados. Cada um acreditava poder usar o outro, e cada um foi impelido numa direção que nunca pretendeu tomar”.


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