Trump reconhece impacto da guerra no Irã na derrota republicana nas eleições dos EUA Foto: Neofeed

Trump reconhece impacto da guerra no Irã na derrota republicana nas eleições dos EUA

Presidente admite que alta dos combustíveis influenciou resultado, mas promete vetar projetos apresentados pelos democratas, que conquistaram maioria na Câmara e no Senado

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  • Donald Trump afirmou que a guerra contra o Irã contribuiu para a derrota dos republicanos nas eleições de meio de mandato dos EUA, realizadas em 3 de novembro.
  • Ele apontou a alta dos preços dos combustíveis como fator que desanimou eleitores americanos.
  • Em entrevista à Fox News, Trump defendeu sua política contra o Irã e disse que aceitará o resultado das urnas.
  • Projeções da CNN indicam que os democratas devem assumir a Câmara dos Representantes e o Senado, e Trump prometeu vetar projetos da oposição que considerar inadequados.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu que a guerra no Irã contribuiu para a derrota dos republicanos nas eleições de meio de mandato, realizadas na terça-feira (3). Segundo ele, a alta dos preços dos combustíveis pode ter influenciado a decisão dos eleitores.

Em entrevista à Fox News, Trump afirmou que parte dos americanos não estava disposta a aceitar os efeitos econômicos do conflito. Apesar disso, defendeu sua atuação contra o Irã e declarou que os eleitores compreenderam a importância de suas decisões.

Enquanto isso, os democratas se preparavam para assumir o controle da Câmara dos Representantes e do Senado, segundo projeções da CNN. Diante do resultado, Trump afirmou que aceitará a decisão das urnas. No entanto, prometeu vetar projetos da oposição que considerar inadequados. “Eles mandam coisas absurdas, e eu veto”, declarou. Além disso, negou planos de mudanças em seu gabinete.

A derrota republicana foi associada à insatisfação dos eleitores com a economia, as tarifas comerciais e a guerra no Irã. De acordo com pesquisas da CNN, mais de 60% dos eleitores desaprovam Trump. Com a nova maioria, os democratas também poderão ampliar investigações sobre o governo, emitir intimações e bloquear indicações judiciais feitas pelo presidente.

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