Foto: Agência Brasil
População ocupada bate recorde de 103,3 milhões de pessoas, impulsionada pelo setor da construção civil e pela contratação com carteira assinada
A taxa de desemprego no Brasil recuou para 5,3% no trimestre encerrado em julho. Assim, o país registrou o menor patamar para o período na série histórica do IBGE. Além disso, o resultado supera os 5,8% do trimestre anterior e os 5,6% do mesmo período do ano passado. Por conseguinte, o total de desocupados caiu para 5,8 milhões de pessoas, o que representa uma queda de 8%.
Paralelamente, a população ocupada atingiu a marca recorde de 103,3 milhões de trabalhadores. Da mesma forma, o trabalho formal bateu recorde e somou 39,4 milhões de carteiras assinadas. Consequentemente, a construção civil liderou essa expansão no período. O setor contratou principalmente pedreiros e ajudantes para a construção de edifícios.
Por outro lado, o trabalho informal também cresceu e alcançou 13,8 milhões de pessoas. Portanto, a taxa de informalidade subiu para 37,5% no trimestre. Além disso, a tecnologia impulsionou o setor de transportes e entregas por aplicativos. Por isso, essa área cresceu 5,4% na comparação anual e gerou novas oportunidades.
Finalmente, o número de pessoas desalentadas caiu 9,7% e recuou para 2,3 milhões. Do mesmo modo, o rendimento médio do trabalhador ficou em R$ 3.762. Em suma, o IBGE considera esse valor estável em relação ao trimestre anterior.