Franquia de importação mira PMEs e projeta movimentar R$ 2,2 bilhões até 2033 Foto: DC News economia

Franquia de importação mira PMEs e projeta movimentar R$ 2,2 bilhões até 2033

Rede aposta em modelo simplificado para reduzir riscos e ampliar acesso de pequenas empresas ao mercado internacional

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  • Asia Source Brasil, rede de microfranquias criada em 2019, possui 152 unidades no Brasil e oferece gestão completa de importação para PMEs.
  • A empresa projeta movimentar R$ 2,2 bilhões em negociações comerciais até 2033, com o objetivo de simplificar o acesso ao mercado internacional e reduzir riscos operacionais e financeiros.
  • O modelo de expansão não requer ponto físico; o franqueado foca na prospecção de clientes enquanto a franqueadora centraliza logística, processos aduaneiros e análise tributária.
  • O plano surge em cenário de alta nas importações brasileiras (US$ 280,2 bilhões, alta de 6,5%) e de acordos como Mercosul‑União Europeia, que ampliam oportunidades para pequenas e médias empresas.

A rede de microfranquias Asia Source Brasil projeta movimentar R$ 2,2 bilhões em negociações comerciais até 2033 ao oferecer gestão completa de importação para pequenas e médias empresas (PMEs). A proposta é simplificar o acesso ao mercado internacional e reduzir riscos operacionais e financeiros em um cenário de maior integração global.

Criada em 2019, a empresa já soma 152 unidades no país e atua em setores como autopeças, maquinário industrial e construção civil. O modelo de expansão, sem necessidade de ponto físico, permite que o franqueado foque na prospecção de clientes enquanto a franqueadora centraliza etapas técnicas como logística, processos aduaneiros e análise tributária.

A estratégia ganha força em um momento de aumento das importações brasileiras e de novas oportunidades comerciais. Dados do ComexStat indicam que o Brasil importou US$ 280,2 bilhões no último ano, alta de 6,5%, com destaque para China e União Europeia. Ao mesmo tempo, acordos internacionais, como o entre Mercosul e União Europeia, ampliam o horizonte para empresas de menor porte.

Segundo o fundador Luís Müller, o principal desafio das PMEs está na falta de estrutura para lidar com riscos logísticos, tributários e regulatórios. A proposta da empresa é atuar como gestora de todo o processo, criando padrões, previsibilidade e suporte técnico para evitar erros comuns — desde a escolha de fornecedores até falhas no desembaraço alfandegário.

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