Alguns fazem patrimônio pulando de casamento em casamento, diz advogado Mara Luquet entrevista o advogado Kevin de Souza | Foto: Reprodução YouTube/MyNews ALERTA

Alguns fazem patrimônio pulando de casamento em casamento, diz advogado

Segundo Kevin de Souza, golpistas apresentam um padrão: já tiveram vários relacionamentos, transitam pela alta sociedade e têm uma vida luxuosa

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  • Advogado Kevin de Souza, sócio da Souza & Rosa Advogados, declarou ao MyNews que há golpistas que constroem patrimônio ao casar repetidamente.
  • Esses indivíduos buscam ganhos financeiros e mantêm um estilo de vida luxuoso, circulando em círculos da alta sociedade.
  • Muitos já estão no terceiro ou quarto casamento, usando a união como estratégia para obter recursos.
  • O perfil inclui homens e mulheres que não abrem mão de sofisticação, independentemente do custo.

Há pessoas que constroem patrimônio pulando de casamento em casamento. Foi o que afirmou ao MyNews o advogado Kevin de Souza, sócio do escritório Souza & Rosa Advogados Associados.

Segundo Souza, é possível observar um padrão de comportamento nos golpistas, que entram em sucessivos relacionamentos com o único objetivo de obter ganhos financeiros. Todas já tiveram vários casamentos, transitam pela alta sociedade e fazem questão de ter uma vida luxuosa a todo custo.

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“Nós vemos os casos mais abomináveis do ponto de vista jurídico. Há pessoas que fazem isso [pulam de casamento em casamento] propositalmente, que já estão no terceiro ou quarto casamento fazendo a mesma coisa. São profissionais, que podem ser tanto homens quanto mulheres”, explica.

“É possível observar algumas características em comum nessas pessoas: frequentam os mesmos círculos sociais, fazem questão de manter um alto nível de sofisticação e pensam: ‘Não vou baixar o meu nível, custe o que custar. Se eu entrar em um relacionamento e não der certo, vou para outro'”, acrescenta.

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De acordo com o advogado, há casos de pessoas que o procuram para fazer um processo conhecido como due dilligence (diligência prévia) —  neste caso, voltada a uma pessoa com quem o cliente tem a intenção de se relacionar. O procedimento, diz ele, é “extremamente comum”.

Originalmente, o termo refere-se ao processo de investigação de uma oportunidade de negócios que investidores solicitam para avaliar os ricos de uma transação. No caso de uma due dilligence voltada a uma pessoa, o advogado fica encarregado de apontar os riscos que seu cliente corre ao se relacionar com ela, a depender da posição que ocupa ou do patrimônio que detém.

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Como se comportam os golpistas que querem o patrimônio de seus parceiros e onde circulam:

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