Tremores voltam a assustar moradores e turistas em Granada, na Espanha Foto: Agência Brasil

Tremores voltam a assustar moradores e turistas em Granada, na Espanha

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Abalos de até 4,8 graus de magnitude deixaram três feridos leves e levaram a prefeitura a decretar situação de emergência e fechar prédios públicos

Desde a última sexta-feira (14), o instituto já contabilizou 432 abalos sísmicos na faixa entre 2 e 12 quilômetros ao sul de Granada. Embora a maior parte dos tremores apresente baixa intensidade — com muitos passando despercebidos —, os abalos mais fortes provocaram estragos em estruturas físicas e geraram pânico nas ruas de um dos destinos turísticos mais famosos do país.

Locais afetados e vítimas registradas

Os tremores mais intensos ocorreram no dia 14 de agosto, às 23h04 no horário local, e na manhã seguinte, às 08h37, ambos com epicentro na localidade de Alhendín. Como os sismos ocorreram em profundidade superficial, os moradores de mais de 500 localidades sentiram o impacto. O fenômeno alcançou regiões como Andaluzia, Múrcia, Castela-La Mancha e até mesmo pontos da capital, Madri.

Por enquanto, as autoridades descartam mortes. Além disso, a Junta de Andaluzia confirmou que três pessoas sofreram ferimentos leves por causa dos incidentes desta terça-feira e receberam atendimento médico imediato.

Medidas de emergência e recomendações do governo

Diante desse cenário crítico, a prefeita de Granada, Marifrán Carazo, decretou situação de emergência no município. Consequentemente, a polícia local e os bombeiros já atenderam a centenas de chamados para vistoriar estruturas danificadas, inclusive torres e prédios que apresentaram rachaduras.

  • O governo determinou o fechamento por tempo indeterminado de repartições públicas não essenciais, museus e complexos esportivos.

  • As autoridades locais orientaram os cidadãos a manterem a calma, mas também pediram atenção constante em relação a possíveis réplicas dos sismos.

  • Moradores devem notificar as equipes de resgate sobre qualquer nova fissura em edificações ou indícios de movimentação do solo.

Por fim, os especialistas da Rede Sísmica espanhola continuam nas ruas avaliando os estragos, enquanto o governo monitora atentamente a evolução dos abalos na região.

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