O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, provocou uma nova polêmica durante a Copa do Mundo ao confirmar que telefonou para o presidente da FIFA, Gianni Infantino, para contestar o cartão vermelho recebido pelo atacante Folarin Balogun na partida contra a Bósnia e Herzegovina. Segundo Trump, a expulsão foi injusta e deveria passar por uma nova análise.
Durante a partida, Balogun atingiu o tornozelo de um adversário e recebeu cartão vermelho direto. Mesmo assim, Trump afirmou que o lance representou apenas uma disputa de bola. Além disso, classificou como “suspeita” a atuação do árbitro brasileiro Raphael Claus e sugeriu, sem apresentar provas, que interesses políticos influenciaram a decisão.
Depois das declarações, a comissão disciplinar da FIFA autorizou a participação de Balogun nas oitavas de final ao suspender temporariamente os efeitos da expulsão. A medida gerou críticas entre dirigentes, especialistas e torcedores, que questionaram a possibilidade de influência externa sobre decisões esportivas.
Com isso, o episódio ampliou o debate sobre a independência da FIFA e os limites da atuação de líderes políticos em competições internacionais. Ao mesmo tempo, o caso aumentou a pressão por critérios mais transparentes nas decisões disciplinares e reforçou as discussões sobre a relação entre política e esporte.
