Queiroga anuncia fim da emergência de saúde pública por Covid-19 Reprodução/TV BrasilGov/YouTube Pandemia

Queiroga anuncia fim da emergência de saúde pública por Covid-19

"Nos próximos dias, será editado um ato normativo disciplinando essa decisão", disse ministro da Saúde em rede nacional de TV sobre o fim da emergência.

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  • Ministro da Saúde Marcelo Queiroga anunciou, em pronunciamento na TV nacional, o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) por Covid‑19.
  • A medida foi justificada pela melhora do cenário epidemiológico, alta cobertura vacinal e capacidade de assistência do SUS.
  • No domingo (17), o Brasil registrou 18 óbitos por Covid‑19, totalizando 662.011 mortes, com média móvel de 100 mortes/dia, queda de 49 % em relação a 14 dias atrás.
  • O fim da ESPIN será formalizado nos próximos dias por ato normativo, sem significar o término da Covid‑19.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou na noite deste domingo (17) o fim da emergência de saúde pública nacional por causa da Covid-19.

A afirmação foi em pronunciamento transmitido em rede nacional de televisão.

“Graças à melhora do cenário epidemiológico, à ampla cobertura vacinal da população e à capacidade de assistência do SUS, temos hoje condições de anunciar o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional – a ESPIN”, disse o ministro.

“Nos próximos dias, será editado um ato normativo disciplinando essa decisão. Esta medida, no entanto, não significa o fim da Covid-19”, acrescentou. “Continuaremos a conviver com o vírus”.

O Brasil registrou neste domingo (17) dezoito mortes por Covid-19, chegando a um total de 662.011, no balanço do consórcio de veículos de imprensa.

Com isso, a média móvel nos últimos sete dias é de 100 mortes por dia, queda de 49% em relação à média de 14 dias atrás.

Em abril de 2021 o Senado aprovou um projeto de lei para prorrogar a situação de emergência da saúde pública até o fim de 2021, mas o texto nunca foi votado na Câmara.

O comitê da OMS para a pandemia realizou sua última reunião trimestral na segunda-feira (11). O grupo entendeu que a Covid-19 ainda é uma “emergência de saúde pública de preocupação internacional”, em um “contexto pandêmico global continuado”.

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