Cury, Zema e Caiado discutem sobre desigualdade salarial, vacinação e situação no STF em debate Foto: reprodução

Cury, Zema e Caiado discutem sobre desigualdade salarial, vacinação e situação no STF em debate

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Em debate no Flow, pré-candidatos à presidência divergem sobre equidade de gênero, vacinação e o papel do Judiciário no combate ao crime

Durante o debate presidencial realizado pelo Flow Podcast nesta segunda-feira (21), os candidatos responderam a perguntas de especialistas e personalidades conhecidas do público, como o comandante Robinson Farinazzo, Marie Krüger e o professor Noslen, sobre diferentes temas.

Os questionamentos abordaram temas como desigualdade salarial, vacinação, educação e a situação de autoridades no Supremo Tribunal Federal (STF).

Augusto Cury (Avante) afirmou que existe diferença salarial entre homens e mulheres que exercem as mesmas funções. “As mulheres recebem 21% a menos que os homens pelos mesmos trabalhos”, declarou o candidato.

Na discussão sobre saúde, Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que sempre defendeu a vacinação e citou sua atuação durante a pandemia de Covid-19 em Goiás. “Sempre defendi as vacinas veementemente e, na época do COVID, entreguei vacinas para toda a população de Goiás”, afirmou.

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Caiado também comentou a situação de autoridades no STF. “Nós estamos em um Brasil, hoje, onde o atual presidente da República, [Lula], e o outro candidato, Flávio [Bolsonaro], estão todos sendo analisados pelo Supremo”, disse.

A declaração, no entanto, requer contextualização. Luiz Inácio Lula da Silva (PT), atual presidente e candidato à reeleição, não é investigado nem responde atualmente a processo no STF. Já Flávio Bolsonaro (PL) é citado em investigações que tramitam na Corte.

Na área da educação, Romeu Zema (Novo) afirmou que pretende concentrar sua atuação na melhoria do ensino fundamental. Entre temas discutidos, candidatos enfatizaram a importância da educação e o combate as facções.

Zema afirmou que tem como objetivo combater corrupção e investir nas forças de segurança para combater as facções criminosas

“O que falta é um governo, que considerar bandido vítima, considere bandido como bandido”, concluiu Zema.

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