Em trecho exclusivo para membros, Haddad comenta a participação de militares na política Foto: Filipe Araújo/Fotos Públicas Benefícios

Em trecho exclusivo para membros, Haddad comenta a participação de militares na política

Quem é membro do MyNews tem direito a conteúdos exclusivos e outras vantagens

00:00
  • Em entrevista exclusiva ao “Segunda Chamada”, o ex-prefeito de São Paulo e ex‑ministro da Educação Fernando Haddad (PT) pediu a revisão dos limites da participação de militares na política brasileira.
  • Haddad criticou a nomeação do general Eduardo Pazuello como ministro da Saúde no governo de Jair Bolsonaro, alegando que militares em atividade não devem ocupar cargos em partidos.
  • O petista também comentou o futuro das políticas públicas de educação, destacando sua experiência como ministro da Educação de 2005 a 2012.
  • Na “Quarta Chamada”, a deputada estadual Janaina Paschoal (PSL‑SP) apontou como erros de Bolsonaro a condução da pandemia, a sanção do juiz de garantias e o desmantelamento do Coaf.

Para o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), o Brasil precisa reavaliar os limites da participação política de militares. Em trecho exclusivo do Segunda Chamada, o quadro petista comentou a atuação do general Eduardo Pazuello como ministro da Saúde de Jair Bolsonaro (sem partido).

“Um general da ativa fazendo parte do governo é estranho, é estranho. Um general da ativa não poderia estar vinculado a um governo que necessariamente é de um partido. E um general está defendendo um país, está defendendo todos os cidadãos independente da sua ideologia”, avalia Haddad.

Em outra parte da entrevista, o petista comentou o futuro das políticas públicas de educação. Haddad foi ministro da educação de 2005 a 2012.

Os erros de Bolsonaro, segundo Janaína Paschoal

Em trecho exclusivo para membros do Quarta Chamada, a deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP), elencou o que acredita serem erros de Bolsonaro: a maneira de se expressar sobre a pandemia de covid-19, sancionar o juiz de garantias e desmantelar o Coaf.

“Às vezes o comportamento do presidente é um pouco incoerente com a magnitude do cargo e ele poderia se esforçar um pouquinho para melhorar esses pontos. Eu não acho que sejam pontos impossíveis de serem corrigidos, mas é uma teimosia”, diz Paschoal.

Além de textos e entrevistas exclusivas, membros do MyNews têm direito a enviar sugestões de textos para nosso site, por meio do Você Colunista, descontos em livros, acesso a um curso de roteiro e narrativa jornalística, newsletter exclusiva, entre outras vantagens.

Relacionados