PF prende suspeitos de ataque hacker ao STF PF vai às ruas para deflagrar a Operação Fleet. Foto: Marcelo Camargo (Agência Brasil). Operação Leet

PF prende suspeitos de ataque hacker ao STF

Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva em cinco cidades de três estados

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  • Polícia Federal prendeu dois suspeitos de comandar ataques cibernéticos ao STF na manhã de 8 de outubro, em Pernambuco.
  • Um terceiro suspeito ainda está foragido, também no estado.
  • As prisões fazem parte da Operação Leet, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, que inclui buscas em Itumbiara (GO), Bragança Paulista (SP) e três cidades de PE.
  • A ação foi iniciada após o setor de tecnologia do STF identificar indícios de ataque hacker em 3 de maio.

A Polícia Federal (PF) prendeu na manhã desta terça-feira (8) em Pernambuco dois suspeitos de comandarem ataques cibernéticos à rede do Supremo Tribunal Federal (STF). Um terceiro suspeito ainda está sendo procurado, também no estado nordestino.

PF vai às ruas para deflagrar a Operação Fleet.
PF vai às ruas para deflagrar a Operação Leet. Foto: Marcelo Camargo (Agência Brasil).

As prisões fazem parte da Operação Leet, que cumpre ainda cinco mandados de busca e apreensão. As ações, autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, estão ocorrendo nos municípios de Itumbiara (GO), Bragança Paulista (SP), Belém de São Francisco (PE), Jaboatão dos Guararapes (PE) e Olinda (PE).

As investigações começaram após o setor de tecnologia do próprio STF ter identificado uma série de condutas suspeitas que indicavam um ataque hacker no dia 3 de maio. A partir disso, a PF identificou de onde partiam os ataques e as pessoas que “de forma sistemática e organizada” praticaram os crimes, diz a nota da corporação.

Com a operação, procura-se descobrir se há outras pessoas envolvidas e quais foram as circunstâncias do ataque.
Leet, termo que batiza a operação, é uma alternativa ao alfabeto inicialmente usado para o idioma inglês, empregado principalmente na internet. De acordo com a PF, é usado para descrever proeza formidável, principalmente na área de jogos onlines ou por hackeres.