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Eleições 2026
Levantamento do ecossistema digital mostra o crescimento de líderes políticos nas redes sociais enquanto debate em Santos cobra celeridade em projetos de infraestrutura
O início oficial da campanha eleitoral intensificou a movimentação dos principais polos políticos no ambiente virtual. Segundo dados apresentados pelo analista Alec Maracajá, a taxa de engajamento do presidente Lula cresceu mais de 185% no período recente. Esse avanço impulsionou a projeção para que o candidato alcance a marca de 15 milhões de seguidores no final de semana. Do mesmo modo, o candidato Flávio Bolsonaro também registrou um crescimento expressivo em seus perfis. As métricas indicam que as atenções do eleitorado acompanham de perto a evolução das abordagens digitais de ambas as lideranças.
A análise de desempenho em redes sociais considera variáveis como seguidores, curtidas, comentários, salvamentos e compartilhamentos. Comentários costumam registrar opiniões divergentes ou manifestações de repúdio, exigindo análises profundas de sentimento para determinar a real adesão. Por outro lado, ações como salvar ou compartilhar publicações sinalizam a atuação direta da militância. Em meio a esse cenário, Pablo Marçal conquistou 153 mil novos seguidores ao explorar temas polêmicos e impactar a visibilidade de outros nomes. Em resposta a essa dinâmica, o grupo político de Renan Santos orientou seus apoiadores a não concederem engajamento ao empresário.
Em um intervalo de 72 horas, os tópicos de grande repercussão nacional acumularam cerca de 9 milhões de menções nas redes sociais. Os dados capturados revelam que 55,7% das interações continham críticas direcionadas às decisões recentes de ministro do Supremo Tribunal Federal. Em contrapartida, as manifestações favoráveis somaram 29,8% do volume total registrado na coleta. A maior parcela das reações negativas partiu de setores identificados com o campo da esquerda política. Esse cenário demonstra como as discussões jurídicas e os escândalos repercutem imediatamente no capital político dos agentes públicos.
No setor de infraestrutura, o presidente da Autoridade Portuária de Santos, Anderson Pomini, defendeu o aprimoramento da gestão pública para dar celeridade a grandes obras. Pomini citou como exemplo o projeto do Tecon 10, que prevê a instalação do maior terminal de contêineres do complexo portuário. O empreendimento enfrenta entraves e debates regulatórios há cerca de 14 anos devido à burocracia e aos prazos de análise dos órgãos de fiscalização. Diante disso, os gestores buscam alinhar os mecanismos de controle às exigências de eficiência operativa do porto.