Imagem gerada por IA
Grande aliada do movimento e do diagnóstico, a inteligência artificial não substitui as mãos humanas, mas auxilia no processo de reabilitação
A Inteligência Artificial se instalou em escritórios de advogados, agências de publicidade e redações jornalísticas. Porém, para além do atendimento ao cliente, criação de textos e imagens, a IA tem sido amplamente usada no setor de saúde.
Na fisioterapia, profissão que depende 100% do contato humano e do movimento do paciente, a IA chegou como aliada em todo o processo — desde a prevenção das contusões até a ponta final da reabilitação.
Isso tem uma razão: a avaliação rigorosa é cara para virar rotina nas clínicas. Ela exige laboratório de marcha, com câmeras infravermelhas, marcadores colados no corpo, plataformas de força, um técnico e etc.
No Brasil, isso existe em universidades e em centros como AACD, Rede SARAH e Instituto Bahiano de Reabilitação, e atende sobretudo casos graves, como paralisia cerebral, sequela de AVC e amputação. Ou seja, para os casos mais comuns, aqueles que atingem grande parte da população, essas tecnologias não eram aplicadas.
A visão da IA aplica boa parte disso a partir de um vídeo comum. Modelos de estimativa de pose marcam dezenas de pontos, trinta vezes por segundo, sem nada grudado no corpo.