Imunização

Pfizer confirma que sua vacina é segura e eficiente para crianças a partir dos cinco anos

Anúncio ocorre após resultados preliminares dos testes de fase dois e três. Tolerância ao imunizante é comparável à da faixa etária de 16 a 25 anos
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As empresas farmacêuticas Pfizer e BioNTech afirmar nesta segunda-feira (20) que a vacina contra a covid-19 desenvolvida em parceria pelas companhias é segura e eficiente para crianças a partir dos cinco anos.

O anúncio ocorre após análise de resultados de testes clínicos (fase dois e três) realizados em 2.268 participantes, de cinco a onze anos, localizados nos Estados Unidos, Finlândia, Polônia e Espanha – a verificação foi feita com crianças que já tiveram ou não um diagnóstico positivo ao coronavírus.

Com dispensa de licitação, Ministério da Saúde regulariza compra de vacinas da Pfizer e da Janssen.
Pfizer confirma eficiência de seu imunizante em crianças a partir dos cinco anos. Foto: Marco Verch (Flcikr)

Em nota oficial emitida pela entidade norte-americana, os cientistas afirmam que, para além da resposta de imunização “robusta”, “a vacina covid-19 foi bem tolerada, com efeitos colaterais geralmente comparáveis aos observados em participantes de 16 a 25 anos de idade”. O comunicado esclarece que o imunizante foi aplicado em duas doses, de 10 µg (micrograma) cada, em um intervalo de 20 dias.

A vacina da Pfizer possui eficácia comprovada para adolescentes de 12 a 18 anos. No Brasil, é a única que tem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser aplicada nessa faixa etária.

A próxima etapa do estudo é a análise por pares, ou seja, a avaliação dos resultados por outros cientistas, fora da estrutura organizacional das empresas. O conteúdo será compartilhado também com os órgãos regulatórios Food and Drug Administration (FDA), dos EUA, Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e outras entidades de fiscalização “o mais rápido possível”.

O propósito inicial é conseguir a autorização para uso emergencial. Albert Bourla, presidente e CEO da Pfizer, em nome da companhia, declarou à imprensa que “estamos ansiosos para estender a proteção conferida pela vacina a esta população mais jovem, sujeita à autorização regulatória, especialmente porque rastreamos a disseminação da variante Delta e a ameaça substancial que ela representa para as crianças”.

O executivo citou ainda os dados dos Estados Unidos que apontam uma alta de crianças internadas com a covid nos últimos meses decorrente da circulação da variante delta.

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