Doria deixa governo de São Paulo e mantém candidatura à presidência Governador de São Paulo, João Doria (PSDB), durante fala à imprensa. Imagem de arquivo. Foto: Valter Campanato (Agência Brasil). PRESIDÊNCIA 2022

Doria deixa governo de São Paulo e mantém candidatura à presidência

João Doria anunciou saída do governo paulista em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (31). Ele disputa a eleições presidenciais de 2022.

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  • João Doria (PSDB) renunciou ao governo de São Paulo na tarde de 31 de outubro, em evento no Palácio dos Bandeirantes.
  • A saída reforça sua pré‑candidatura à presidência da República, que ele mantém firme.
  • O secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, referiu‑se a Doria como “o futuro presidente do Brasil”.
  • O presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, confirmou em nota que Doria foi escolhido democraticamente nas prévias de 2021 e que sua candidatura não será contestada.

Após uma suposta desistência em relação à candidatura ao Palácio do Planalto, João Doria (PSDB) anunciou, na tarde desta quinta-feira (31), sua saída do governo do estado de São Paulo. Com esse movimento, Doria reafirmou sua pré-candidatura à presidência da República.

Durante um evento no Palácio dos Bandeirantes, que marcou a renúncia de Doria, o secretário do Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, se referiu ao governador como “o futuro presidente do Brasil”. A confirmação veio após a publicação de notícias que afirmavam que o ex-candidato havia sinalizado a desistência em um jantar com amigos, empresários, secretários e aliados que aconteceu na quarta-feira (30).

Após a divulgação da suposta desistência de Doria, o presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, afirmou divulgou uma nota afirmando que o candidato partido à presidência da República é o governador de São Paulo. A nota reitera que Doria foi “escolhido democraticamente em prévias nacionais realizadas em novembro de 2021”.

“As prévias serão respeitadas pelo partido. O governador tem a legenda para disputar a presidência da República. E não há, nem haverá qualquer contestação à legitimidade de sua candidatura pelo partido”, diz a nota assinada por Bruno Araújo.

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