Arquivos Hamilton Mourão - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/hamilton-mourao/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Wed, 08 Jun 2022 16:27:35 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 Posição do Brasil sobre conflito na Ucrânia é incerta https://canalmynews.com.br/internacional/posicao-do-brasil-sobre-conflito-entre-russia-e-ucrania-e-incerta-aponta-cientista-politico/ Thu, 24 Feb 2022 16:56:09 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=24591 Professor do curso de Ciência Política na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Lucas Rezende criticou posicionamento do governo federal. 'O Brasil mantém uma postura em cima do muro em um momento extremamente grave da política internacional'.

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A posição do Brasil frente ao conflito entre a Rússia e a Ucrânia, deflagrado na noite da quarta-feira (23), ainda é incerta. O governo federal tem mantido uma postura que poder ser considerada dúbia para a política internacional, apontou o cientista político e professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Lucas Rezende.

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“O Brasil se coloca em cima do muro em um momento extremamente grave. […] Por mais que haja diversas questões que impactam na causa dessa invasão russa, a gente tem que lembrar que estão quebrando o status quo político que foi definido desde o fim da Segunda Guerra Mundial”, afirmou em entrevista ao Almoço do MyNews desta quinta-feira (24).

O vice-presidente do Brasil Hamilton Mourão disse, ao chegar no Palácio do Planalto nesta quinta, que o país não está se mantendo neutro em relação ao conflito. “O Brasil deixou muito claro que ele respeita a soberania da Ucrânia. Então, o Brasil não concorda com uma invasão do território ucraniano. Isso é uma realidade”, declarou o vice-presidente.

O presidente da república Jair Bolsonaro (PL), no entanto, não se pronunciou sobre a invasão, mesmo após participar de evento público no interior de São Paulo e discursar por cerca de 20 minutos.

Por meio de nota, o Ministério das Relações Exteriores afirmou que “o governo brasileiro acompanha com preocupação a deflagração de operações militares pela Federação da Rússia contra alvos no território da Ucrânia”.

O órgão também disse que o país é membro do Conselho de Segurança das Nações Unidas e que permanece “engajado nas discussões multilaterais com vistas a uma solução pacífica, em linha com a tradição diplomática brasileira e na defesa de soluções orientadas pela Carta das Nações Unidas e pelo direito internacional, sobretudo os princípios da não intervenção, da soberania e integridade territorial dos Estados e da solução pacífica das controvérsias”.

Para o professor da UFMG a declaração ainda não é o bastante para definir um claro posicionamento do país frente ao conflito.

“Há duas posições divergentes atualmente no governo brasileiro. De um lado a nota do Itamaraty que fica em cima do muro e do outro Bolsonaro que foi até a Rússia, esteve próximo do presidente Putin e se solidarizou com ele. Até o momento eu imagino que nos bastidores estejam acontecendo muitas discussões sobre qual seria o posicionamento que o Brasil deveria ter”, disse Rezende.  

Presidente da República, Jair Bolsonaro acompanhado do Presidente da Federação Russa, Vladmir Putin durante declaração à Imprensa.

Presidente da República, Jair Bolsonaro acompanhado do Presidente da Federação Russa, Vladmir Putin durante declaração à Imprensa em fevereiro de 2022. Foto: Alan Santos (PR – Planalto)

Na terceira semana de fevereiro Bolsonaro esteve com Putin e chegou a insinuar que havia sido responsável por suposto recuo da Rússia nas fronteiras com o território ucraniano.

“O apoio que o presidente Bolsonaro deu ao Putin no momento em que ele estava prestes a quebrar a soberania de um outro estado e quebrar com as bases do direito internacional, isso tem consequêncioas. A gente viu a porta voz do governo Biden [dos EUA] dizendo que o Brasil está se aliando ao lado errado, por exemplo”, afirmou Rezende. 

Outras figuras políticas se pronunciaram

Os pré-candidatos às eleições de 2022 que figuram na frente das pesquisas de intenção de voto se pronunciaram sobre a invasão russa. Ciro Gomes (PDT) criticou o governo atual e disse que “no mundo atual não existe mais guerra distante e de consequências limitadas”. “Precisamos nos preparar, portanto, para os reflexos do conflito entre Rússia e Ucrânia. Muito especialmente por termos um governo frágil, despreparado e perdido”, completou em sua conta do Twitter.

Na mesma rede social, o ex-juiz Sérgio Moro disse repudiar a violação da soberania da Ucrânia. “A paz sempre deve prevalecer”, escreveu.

Por meio de nota, a pré-candidata e atual senadora Simone Tebet disse que “o governo federal precisa deixar claro que nosso respeito é à soberania e aos princípios de não intervenção territorial, e que estaremos lutando por uma solução de paz, por meio do diálogo e da diplomacia”.

Confira a entrevista completa do cientista político Lu

cas Rezende na edição do Almoço do MyNews desta quinta-feira (24):

 

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Governo Bolsonaro atrasa dados do desmatamento por COP26 https://canalmynews.com.br/politica/governo-bolsonaro-atrasa-dados-desmatamento-cop26/ Fri, 19 Nov 2021 15:35:12 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/governo-bolsonaro-atrasa-dados-desmatamento-cop26/ Relatório do Inpe sobre desmatamento divulgado na quinta-feira está pronto desde final de outubro

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Fontes do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) revelam que o governo do presidente Jair Bolsonaro retardou a divulgação de dados de desmatamento na Amazônia para não coincidir com a COP26. A informação foi revelada pelo Jornal Nacional e pela Folha de S. Paulo, que ouviram os servidores sob a condição de anonimato. 

O relatório foi concluído em 27 de outubro, quatro dias antes da conferência que discutiu as mudanças climáticas em Glasgow, na Escócia. Mas só foi divulgado nesta quinta-feira (18), quase uma semana após o seu encerramento.

Os dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento da Amazônia Legal por Satélite (Prodes) mostram que foram derrubados 13.235 quilômetros quadrados de floresta entre agosto de 2020 e julho de 2021. É o maior desmatamento nos últimos 15 anos e, só em comparação ao mesmo período no ano anterior, o aumento foi de 22%. 

Ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, diz que governo precisa ter atitude mais contundente no combate ao desmatamento.

Os técnicos do Inpe registraram no documento a data de conclusão do relatório, 27 de outubro. Na quinta-feira, o documento foi disponibilizado no site, sem nenhuma divulgação. No meio da tarde, foi convocada uma coletiva do ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, e o do Meio Ambiente, Joaquim Leite, para comentar os dados. Leite disse que os números eram inaceitáveis e prometeu uma ação mais contundente do governo. 

O ministro chegou a ser questionado duas vezes sobre a data, mas nas duas, disse só ter tido acesso às informações na quinta-feira. Leite chegou a afirmar que o Inpe poderia ter atrasado a divulgação por uma questão de cautela, para revisar algum dado. 

“Talvez tenha sido por cautela que o Inpe tenha atrasado a divulgação desses dados, para alguma revisão, mas eu não tenho essa informação do Inpe. O que eu tenho informação é que foi divulgado hoje e nós estamos aqui deixando claro que esse número é inaceitável e nós vamos combater contundentemente o crime ambiental na Amazônia”, sustentou

Dados sobre desmatamento contradizem vice

Os números contrastam com o otimismo do vice-presidente Hamilton Mourão, que coordenou os esforços de combate ao desmatamento no governo. No final de agosto, ele antecipou os dados, e afirmou que mostrariam uma queda de 5% na devastação da floresta.

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Militares queriam mais contundência de Mourão a Barroso https://canalmynews.com.br/politica/militares-queriam-mais-contundencia-de-mourao-a-barroso/ Thu, 11 Nov 2021 12:48:22 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/militares-queriam-mais-contundencia-de-mourao-a-barroso/ Oficiais esperavam que Mourão alertasse Barroso da necessidade que enxergam de o STF também arrefecer a temperatura da crise

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Generais ouvidos pelo MyNews se decepcionaram com o teor do recado dado pelo vice-presidente Hamilton Mourão ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso. Segundo o jornal ‘O Estado de S. Paulo’, ambos conversaram na última terça-feira (10), enquanto tanques blindados desfilavam na Esplanada dos Ministérios. Para esses oficiais, Mourão deveria ter dito que é necessário que o STF também contribua para diminuir a temperatura da crise institucional instalada.

As jornalistas Andreza Matais e Vera Rosa informam no Estadão que Barroso convidou Mourão para a conversa, que aconteceu na casa do também presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Preocupado com uma ruptura institucional, Barroso não teria usado meias palavras: perguntou se as Forças Armadas embarcariam em uma aventura golpista do presidente Jair Bolsonaro

Militares criticaram a postura do vice-presidente Hamilton Mourão frente ao STF.
Militares criticaram a postura do vice-presidente Hamilton Mourão frente ao STF. Foto: Bruno Batista (VPR)

De acordo com a publicação, Mourão teria tranquilizado o ministro, dito que as nem Forças Armadas, nem quem comanda as tropas, apoiariam um golpe e, portanto, ninguém impediria a realização das eleições no ano que vem. Disse que as chances de isso acontecer eram “zero”. Barroso teria ficado aliviado e ambos compartilhado espanto com a escalada da crise.

Oficiais ouvidos pelo MyNews, no entanto, afirmam que Mourão perdeu a oportunidade de transmitir a Barroso uma preocupação dos militares também com a postura do STF. Há uma avaliação nas Forças Armadas de que o STF também estaria esticando a corda e que isso acaba por alimentar a postura de Bolsonaro. Com frequência generais citam a decisão do ministro Edson Fachin de anular as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como um excesso fora de hora. O resultado foi devolver ao ex-presidente a possibilidade de concorrer no ano que vem e, na avaliação dos oficiais, deu ainda mais combustível à crise com Bolsonaro. 

Há críticas também ao inquérito dos Atos Antidemocráticos e ao das Fake News, aberto sob circunstâncias polêmicas. A liminar impedindo Bolsonaro de nomear Alexandre Ramagem para a Polícia Federal também foi vista como uma interferência nas atribuições do Executivo. Para esses generais, portanto, Mourão deveria ter alertado que, para frear Bolsonaro, é necessário que a Corte pare de dar a ele munição para a crise.

Eles acreditam que a postura conciliatória de Mourão se deve a uma suposta tentativa do vice-presidente estar tentando se viabilizar como uma terceira via para 2022. Neste domingo (15), o colunista Lauro Jardim publicou que Mourão respondeu o comentário de Bolsonaro referindo-se a ele como um cunhado, ao qual tem que se aturar. Segundo o colunista, no primeiro encontro que tiveram após o episódio, o vice teria dito: “Cunhado não é parente, Mourão para presidente”.

Encontro com Mourão acontece no mesmo dia de desfile de blindados

O encontro entre Mourão e Barroso aconteceu no mesmo dia em que as Forças Armadas desfilaram com tanques blindados na Esplanada dos Ministérios. De acordo com a nota oficial da Defesa, o evento marcaria a entrega de um convite ao presidente para participar da Operação Formosa, um exercício militar que acontece no município homônimo, a 80km de Brasília. Bolsonaro acompanhou o cortejo do alto da rampa da Esplanada dos Ministérios. Mourão não foi convidado.

Neste mesmo dia, o Congresso analisou a PEC do Voto Impresso, uma das bandeiras do presidente. No Parlamento, o desfile foi visto como cortejo e ameaça. Ao final, a PEC teve 229 votos a favor, 218 contra e uma abstenção; outros 64 deputados não compareceram. A proposta não foi aprovada porque precisava de 308 apoios, mas a maioria numérica favorável deu sobrevida ao discurso de Bolsonaro.

Desde o retorno do recesso do Judiciário, o presidente já se tornou investigado em dois inquéritos no STF a pedido do TSE. O primeiro é o inquérito das Fake News, no qual apura-se se há crime nas declarações falsas feitas sobre a urna eletrônica. O segundo tem como objeto o vazamento de informações sigilosas da Polícia Federal sobre um ataque hacker sofrido pela Corte. Bolsonaro ainda responde a um inquérito administrativo no tribunal eleitoral.

Íntegra do programa ‘Café do MyNews‘ desta segunda-feira (16), que abordou a movimentação do vice-presidente Hamilton Mourão.

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Bolsonaro já avalia substitutos para Mourão em 2022 https://canalmynews.com.br/politica/bolsonaro-ja-avalia-substitutos-para-mourao-em-2022/ Tue, 28 Sep 2021 16:24:55 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/bolsonaro-ja-avalia-substitutos-para-mourao-em-2022/ Nomes avaliados no Planalto levam em consideração diferentes perfis, que passam por assumidamente evangélicos, até aqueles para aproximação com eleitores do nordeste

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Embora venha declarando que as portas ainda não estão fechadas para Hamilton Mourão, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) já está avaliando nomes para substituir o atual vice-presidente em uma chapa para 2022. No Palácio do Planalto, seus auxiliares avaliam diferentes nomes, de diferentes perfis, para ter cartas na manga a depender do cenário em outubro do ano que vem.

Em entrevista nesta segunda-feira (27) ao programa ‘Direto ao Ponto’, da rádio Jovem Pan, o presidente afirmou que Mourão não está fora, mas também não está garantido. Relatou querer alguém sem ambição pela sua cadeira. Na semana passada, em entrevista à revista ‘Veja’, o presidente já havia dito que Mourão seria um “bom senador”.

Presidente Jair Bolsonaro ao lado do seu vice, general Hamilton Mourão.
Presidente Jair Bolsonaro ao lado do seu vice, general Hamilton Mourão. Foto: Pedro França (Agência Senado)

Em 2018, Mourão cumpriu um papel: trouxe o peso da disciplina militar para um candidato conhecido justamente pela indisciplina. Somou não só os votos de militares e seus familiares, como daqueles que tinham ainda alguma desconfiança em relação a um player que, embora já fosse deputado há 28 anos, ainda não era conhecido. Agregou o peso de seriedade ao então candidato.

Caso Bolsonaro chegue a 2022 precisando reeditar esse tipo de chapa, caso continue se fiando no voto militar e precise desse perfil para chegar ao segundo turno, o nome já em aquecimento é o do ministro da defesa, Braga Netto. Ao contrário de Mourão, o general Braga Netto já tinha alguma vivência no mundo político, adquirida quando foi o interventor da segurança pública no Rio de Janeiro, no governo do ex-presidente Michel Temer. Seria uma opção para não trocar o certo pelo duvidoso, com alguém que conquistou a confiança de Bolsonaro.

Nas duas entrevistas, o presidente menciona estar sendo aconselhado a escolher um nome do Nordeste. Está no radar o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). Além de agregar uma aproximação com a região na qual o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é hoje o preferido, Bezerra também agrega a bagagem do “realpolitik”. Para se efetivar essa opção, o líder do governo provavelmente precisaria mudar de partido, já que o MDB vem conversando com possibilidades de terceira via

Há também aqueles que o aconselham a ter uma mulher como vice-candidata, para quebrar a resistência desse eleitorado com o atual chefe do Executivo. Em 2018, Bolsonaro foi alvo da campanha “Ele não” e, embora haja oscilações, sua aprovação é sempre menor entre as mulheres nas pesquisas de opinião. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina (DEM-MS), é a preferida nesse cenário, porque ainda agrega o apoio do agronegócio.

Tereza tem também a vantagem de ter se preservado até o momento dos exageros do presidente Jair Bolsonaro. Conseguiu manter uma imagem de eficiência e até mesmo de lealdade, sem se imiscuir nos discursos e nas atitudes mais voltadas para a base ideológica.

Por fim, caso o apoio de Bolsonaro na base evangélica se esfarele, seus aliados sugerem a escolha de um evangélico. O pastor Silas Malafaia já foi sondado e, apesar de ainda resistir, pela primeira vez não respondeu “não” de imediato. Hoje ainda seria um cenário de soma zero, ou seja, não agregaria porque Bolsonaro ainda tem o voto evangélico. Mas caso chegue muito enfraquecido em 2022, pode partir para um tudo ou nada e, dessa maneira, apostar as fichas na sua própria base ideológica para tê-la por completo e, assim, garantir seu espaço no segundo turno. 

O principal componente dessa escolha, no entanto, ainda não está definido: por qual partido o presidente disputará as eleições. A definição é importante porque está cada vez mais provável que o presidente opte por um partido maior, com seus próprios caciques e suas próprias definições. Essas alianças terão, certamente, influência desses players, que ainda não estão definidos.

Íntegra do programa ‘Café do MyNews‘ desta terça-feira (28), que abordou o posicionamento de Bolsonaro frente à escolha de seu vice.

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Ciro Nogueira confirma ser o novo chefe da Casa Civil e consolida o centrão no governo https://canalmynews.com.br/politica/ciro-nogueira-casa-civil-centrao/ Wed, 28 Jul 2021 01:17:29 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/ciro-nogueira-casa-civil-centrao/ Cientista político Carlos Pereira analisa que decisão de Bolsonaro demorou para acontecer e deixa governo sem poder de barganha junto ao bloco político

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O senador Ciro Nogueira (PP/PI) confirmou hoje através de sua conta no Twitter que aceitou o convite do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para assumir o comando da Casa Civil do governo. A partir de agora, o senador passa a fazer a articulação com as casas legislativas e também com o poder Judiciário – levando o bloco de partidos chamado de “centrão” mais solidamente para a base de apoio do governo Bolsonaro. Entre as missões do novo ministro está articular a base no Senado para atuar na CPI da Pandemia – que retoma os trabalhos no próximo dia 3 de agosto. O centrão também terá poder de definir os rumos do “orçamento secreto” da Câmara dos Deputados.

Senador Ciro Nogueira (PP/PI) é o novo ministro da Casa Civil do governo Jair Bolsonaro. Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Em entrevista ao Jornal do MyNews desta terça (27), o cientista político e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Carlos Pereira avaliou como acertada a decisão de Bolsonaro de convidar o presidente do PP para a Casa Civil, mas ponderou que a iniciativa demorou para acontecer e deixou o governo sem poder de barganha com os parlamentares do centrão para negociar esse apoio.

“Por um lado, eu achei a decisão do presidente Bolsonaro acertada, porque cristaliza, constrói mais laços com os partidos que fazem parte do centrão. O presidencialismo de coalizão precisa de trocas institucionalizadas e acomodação de interesses dentro do governo. Entretanto, Bolsonaro faz isso numa situação muito tardia e numa situação desvantajosa, porque ele não mais tem o poder de barganha, em função da sua grande vulnerabilidade com a sociedade e com o próprio Congresso”, analisou o cientista político.

Pereira avalia que o poder de negociar em que termos se dará o apoio está com os partidos do centrão – leia-se PP, PSL, PSD, PL, PTB, Republicanos, PSC, Solidariedade, Avante, Patriota e Pros. Carlos Pereira considera ainda que a iniciativa mostra a fragilização dos militares dentro do governo.

“Se ele tivesse convidado o centrão desde o início do seu governo, aí sim teria o poder de barganha e poderia negociar os termos dessa aliança. Agora quem negocia os termos da aliança é o próprio centrão. A presença do centrão significa a fragilização dos militares. Na minha coluna no Estadão esta semana, deixei bem claro que é preferível um governo domesticado e refém de um centrão guloso, do que cercado de militares toscos que não compreendem como o presidencialismo multipartidário funciona”, finalizou.

Rusgas com o vice-presidente Hamilton Mourão

O Jornal do MyNews também abordou as desavenças entre o presidente Jair Bolsonaro e o vice Hamilton Mourão (PRTB). Bolsonaro voltou a criticar Mourão publicamente nesta segunda (26), durante entrevista a uma rádio, comparando o vice-presidente a um “cunhado”. “Você casa e tem que aturar”. Bolsonaro disse ainda que Mourão faz o trabalho dele, tem independência muito grande, mas “às vezes atrapalha a gente um pouco”. Perguntado se comentaria as declarações de Bolsonaro, Hamilton Mourão – que viajou ao Peru para a posse do novo presidente do país, Pedro Castillo, limitou-se a dizer: “Sem comentários”.

O Jornal do MyNews tem apresentação de Myrian Clark e Hermínio Bernardo. É transmitido diariamente, a partir das 18h40, no Canal MyNews. Assista à integra do programa de hoje.

Leia também – Após dizer que vetaria, Bolsonaro fala em Fundo Eleitoral de R$ 4 bilhões

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A pedido de Bolsonaro, Mourão tenta intervir na crise da Universal em Angola https://canalmynews.com.br/politica/a-pedido-de-bolsonaro-mourao-tenta-intervir-na-crise-da-universal-em-angola/ Tue, 20 Jul 2021 18:23:48 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/a-pedido-de-bolsonaro-mourao-tenta-intervir-na-crise-da-universal-em-angola/ Comandada por Edir Macedo, congregação administrativa é acusada de lavagem de dinheiro, sonegação de impostos e racismo

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) convocou o vice do Executivo, general Hamilton Mourão, para realizar uma intervenção direta na gestão da crise que envolve a Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) na Angola. A informação, veiculada pelo jornal ‘O Estado de São Paulo’, foi confirmada pelo próprio vice-presidente.

Hamilton Mourão em visita ao presidente angolano João Lourenço.
Hamilton Mourão em visita ao presidente angolano João Lourenço. Foto: Reprodução (Redes Sociais).

Mourão afirmou que, “por orientação do PR (presidente da República)”, conversou com o presidente angolano sobre os entraves e denúncias na Universal: “A diplomacia está buscando uma forma de fazer com que as partes se entendam”, declarou.

O encontro ocorreu durante a viagem da comissão brasileira ao país africano, na qual o propósito oficial seria participar da reunião planejada pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Mourão se reuniu na sexta-feira (16) com o presidente João Lourenço e solicitou a intermediação para resolver o conflito na igreja, uma vez que a comunidade, no Brasil, congrega forte parcela do eleitorado de Bolsonaro.

Ainda na sexta, o vice-presidente concedeu entrevista à Agência Lusa, de Portugal, e aproveitou a ocasião para cobrar uma solução para o conflito. “Essa questão da Igreja Universal aqui afeta o governo e a sociedade brasileira pela penetração que essa igreja tem e pela participação política que ela possui (no Brasil), com um partido que é o partido Republicanos, que representa o pessoal da igreja”, argumentou o general.

Conflitos

A briga a qual Mourão se refere teve início em 2019, quando integrantes da igreja evangélica no país africano se rebelaram contra a administração brasileira da Universal (dirigida pelo bispo Edir Macedo) e publicaram um manifesto acusando o comando geral de lavagem de dinheiro, sonegação de impostos, evasão de dívidas, associação criminosa, exportação ilícita de capitais e racismo – investigados pelo Ministério Público local. Após a denúncia, 34 missionários brasileiros foram removidos de cargos-chave em Angola e a filial da TV Record, emissora comandada por Edir Macedo, foi fechada no país.

Fundada e liderada pelo bispo Edir Macedo, a Universal é um dos grandes núcleos de apoio ao governo de Jair Bolsonaro. Representado no Congresso pelo partido Republicanos, atualmente o grupo possui, sob o comando do deputado João Roma (Republicanos-BA), a gerência do Ministério da Cidadania.

Pressionado cada vez mais pelos membros da igreja, Bolsonaro tem sido convocado a intervir diretamente nos embates, sendo ameaçado pelos seguidores evangélicos de não receber apoio na próxima eleição caso o chefe do Executivo não execute as exigências.

Vice-presidente da República, Hamilton Mourão, durante visita ao Centro Cultural Brasil-Angola.
Vice-presidente da República, Hamilton Mourão, durante visita ao Centro Cultural Brasil-Angola. Foto: Romério Cunha (VPR).

Os bispos da igreja no Brasil chegaram, inclusive, a se queixarem da falta de apoio do Ministério das Relações Exteriores na questão angola. A Record tem feito críticas ao Planalto sobre o episódio, acusando o presidente Bolsonaro de omissão – Luiz Fara, apresentador do Jornal da Record, principal programa jornalístico da emissora, afirmou em uma edição que “o Ministério das Relações Exteriores, que deveria proteger os brasileiros em Angola, falhou na missão. E o governo brasileiro também foi omisso, e não atuou de forma ativa para evitar a deportação dos missionários”.

Em outra tentativa de ajudar a Universal, Bolsonaro indicou o ex-prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crivella (Republicanos), bispo da Iurd e sobrinho de Edir Macedo, para a cadeira de embaixador brasileiro na África do Sul. Com o cargo, Crivella teria a chance de intermediar e resolver o conflito do grupo no continente africano. A articulação, no entanto, está travada devido à retenção do passaporte de Crivella, após o político ser alvo de denúncias de propina.

Em um comunicado oficial divulgado em 2019, a Universal afirma ser vítima de uma “rede de mentiras arquitetada por ex-pastores, desvinculados da instituição por desvio moral e de condutas até criminosas com o único objetivo de terem sua ganância saciada”.

Íntegra do programa ‘Café do MyNews‘ desta terça-feira (20), que abordou a interferência governamental na crise da Iurd.

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Mourão: “maior erro” foi falta de orientação sobre a covid https://canalmynews.com.br/politica/mourao-maior-erro-foi-falta-de-orientacao-sobre-a-covid/ Wed, 23 Jun 2021 12:44:36 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/mourao-maior-erro-foi-falta-de-orientacao-sobre-a-covid/ Em entrevista à GloboNews, vice-presidente diz que faltou uma “campanha de esclarecimento firme”

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O vice-presidente Hamilton Mourão disse que o maior erro do governo foi não ter feito uma “campanha firme” para orientar a população sobre a pandemia e a vacinação contra a covid.

Em pronunciamento sobre o Conselho Nacional da Amazônia Legal, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão.
Em pronunciamento sobre o Conselho Nacional da Amazônia Legal, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão. Foto: Marcos Oliveira (Agência Senado).

Em entrevista à GloboNews, Mourão elogiou o governo, mas também fez críticas.

“Na minha visão, a questão de comunicação, desde o ano passado, de campanhas de esclarecimento da população. Eu acho que este foi o grande erro: uma campanha de esclarecimento firme, como tivemos no passado, de outras vacinas. Então, uma campanha de esclarecimento da população sobre a realidade da doença, orientações o tempo todo para a população. Eu acho que isso teria sido um trabalho eficiente do nosso governo”, declarou Mourão.

Questionado sobre a postura do presidente Jair Bolsonaro, que critica medidas de combate como máscaras e distanciamento social, Mourão minimizou.

“Eu não coloco nas costas do presidente essas coisas que têm acontecido. Não é tudo nas costas dele. Cada tem a sua parcela de erro nesse pacote todo aí. É um país desigual: desigual regionalmente e desigual socioeconomicamente. É um país continental. Então, a gente olha outro país que sofreu tanto quanto a gente ainda continua com gente falecendo por essa doença, que são os Estados Unidos”, disse.

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Senado está se tornando uma opção para o Mourão https://canalmynews.com.br/vip/senado-esta-se-tornando-uma-opcao-para-o-mourao/ Fri, 18 Jun 2021 18:43:28 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/senado-esta-se-tornando-uma-opcao-para-o-mourao/ Vice-presidente estuda quais são seus planos já que Bolsonaro não deverá repetir a dobradinha das últimas eleições

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A “falta de educação” de Ricardo Salles https://canalmynews.com.br/politica/a-falta-de-educacao-de-ricardo-salles/ Thu, 27 May 2021 15:54:55 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/a-falta-de-educacao-de-ricardo-salles/ A ausência do Ministro do Meio Ambiente na reunião do Conselho, que aconteceu nesta quarta-feira no Palácio do Itamaraty, irritou o vice-presidente Hamilton Mourão

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Por onde anda Ricardo Salles? O ministro do Meio Ambiente, que está sendo investigado por exportação ilegal de madeira para os Estados Unidos, anda se esquivando de compromissos públicos. Mas nesta quarta-feira (26), o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, o lembrou de suas responsabilidades. Durante a coletiva de imprensa que sucedeu a 5ª reunião do Conselho Nacional da Amazônia Legal – do qual Mourão é presidente -, o general classificou como “falta de educação” o não comparecimento de Ricardo Salles, bem como a ausência de qualquer representante do Ministério do Meio Ambiente durante o encontro.

Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, recebe advertência do vice-presidente da República, Hamilton Mourão
Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, recebe advertência do vice-presidente da República, Hamilton Mourão. Foto: Marcelo Camargo (Agência Brasil).

O Conselho é formado pela vice-presidência e por 14 ministérios do governo federal. Em caso de ausência, os ministros podem ser representados por suplentes. De acordo com Mourão, somente o Ministério do Meio Ambiente não compareceu.

“lamento profundamente a ausência do ministério mais importante, que não compareceu nem mandou representante, lamento profundamente. Da forma que eu fui formado eu considero isso falta de educação”, disse o general ao final do encontro.

Não é a primeira vez que a ausência de Salles em encontros sobre a Amazônia irrita Mourão. Em janeiro deste ano, o vice convocou uma reunião sobre o fim das operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que autorizava a atuação das Forças Armadas no combate a ilícitos ambientais na Amazônia, mas Salles faltou e também não mandou representante.

O Conselho Nacional da Amazônia Legal é uma estrutura que coordena as ações de preservação no bioma, mas que passa por um processo de esvaziamento. Nesta quarta-feira, Mourão reconheceu que os índices de desmatamento no Brasil “pioraram” nos meses de março e abril e disse que “a situação também não está boa” em maio. Em abril, pelo segundo mês seguido, a Amazônia bateu o recorde recente de desmatamento, segundo dados do Inpe. Foi também o pior abril da série histórica atual, que tem início em 2015.

Foi em abril também que as operações de GLO foram encerradas, e desde então o governo conta com agentes do Ibama e do ICMBio, da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. Com a redução do efetivo e o aumento do desmate, o vice-presidente admitiu que pode convocar novamente as tropas para a região amazônica. A decisão dependerá, segundo ele, da avaliação que fará dos dados em tempo real nos próximos 8 a 10 dias.

Operação Akuanduba

Durante a coletiva de imprensa, ao final da reunião da Comissão, Hamilton Mourão também foi questionado sobre a operação Akuanduba, que investiga a participação de Ricardo Salles e do Ministério do Meio Ambiente no contrabando de madeira ilegal, mas decidiu manter a diplomacia:

“Por enquanto, é uma investigação. Toda investigação começa com indícios que podem se comprovar ou não. Então, ninguém pode condenar o ministro a priori, enquanto não terminar a investigação”, afirmou. “Até lá, qualquer ilação é isso aí, mera ilação”, complementou.

Íntegra do programa ‘Café do MyNews’ desta quinta-feira (27), que abordou a advertência de Mourão para Salles.

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Levy Fidelix morre aos 69 anos https://canalmynews.com.br/politica/levy-fidelix-morre-aos-69-anos/ Sat, 24 Apr 2021 14:36:32 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/levy-fidelix-morre-aos-69-anos/ Ex-presidenciável estava internada desde março em SP, a família não divulgou a causa do óbito

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Levy Fidelix conversa com jornalistas. Foto: Alexandra Martins/ Câmara dos Deputados
Foto: Alexandra Martins/ Câmara dos Deputados

O presidente nacional do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), Levy Fidelix, faleceu em São Paulo na noite de sexta-feira (24). Jornalista de formação, o político concorreu a diversos cargos, como deputado federal, governador e presidente, e sua participação eleitoral mais recente ocorreu em 2020, quando foi candidato à Prefeitura de São Paulo.

O vice-presidente Hamilton Mourão, do mesmo PRTB de Fidelix, afirmou que “o movimento conservador brasileiro perde um dos seus principais representantes” e que o defensor do aerotrem era “um político com honestidade de propósitos”.

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Mourão defende realização de cultos e missas presenciais https://canalmynews.com.br/politica/mourao-afirma-que-ha-condicoes-para-realizacao-de-missas-e-cultos-presenciais/ Mon, 05 Apr 2021 19:32:35 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/mourao-afirma-que-ha-condicoes-para-realizacao-de-missas-e-cultos-presenciais/ Vice-presidente destaca que público de atos religiosos é “mais disciplinado” do que o de “festas clandestinas”

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O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) afirmou nesta segunda-feira (5) que a realização de atos religiosos presenciais é uma possibilidade caso sejam atendidas medidas de distanciamento.

No último sábado (3), o ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a realização de cultos e missas presenciais por meio de liminar. Os atos religiosos foram liberados desde que observados protocolos sanitários como limitação da capacidade máxima e uso de máscaras. O assunto, todavia, será discutido pelo plenário do Supremo na quarta-feira (7).

“Tudo depende das pessoas e depende do templo. Se você tem uma igreja que tem um espaço bom, você limita a 20, 30 pessoas separadas, duas por banco, vamos colocar assim, todo mundo de máscara, obviamente, acho que há condições. Agora, quando são templos apertados e muita gente lá dentro, é óbvio que não é conveniente”, afirmou Mourão.

De acordo com o vice-presidente, as pessoas que frequentam eventos religiosos são “mais disciplinadas” e, portanto, o cenário é “diferente de balada” e de festas clandestinas. “Uma é espiritual e a outra é corporal, vamos dizer assim”, disse o político do PRTB e general da reserva.

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“Foi uma falha nossa”, diz Mourão sobre ausência de campanha de conscientização na pandemia https://canalmynews.com.br/politica/foi-uma-falha-nossa-diz-mourao-sobre-ausencia-de-campanha-de-conscientizacao-na-pandemia/ Tue, 16 Mar 2021 19:15:31 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/foi-uma-falha-nossa-diz-mourao-sobre-ausencia-de-campanha-de-conscientizacao-na-pandemia/ Declaração foi dada pelo vice-presidente em entrevista ao Café do MyNews

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O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) acredita que a Organização Mundial da Saúde (OMS) é injusta ao colocar o Brasil como uma ameaça global durante a pandemia de covid-19. Em entrevista exclusiva ao MyNews, Mourão questionou a falta de uma declaração semelhante para tratar de outros países.

“Essa expressão que a OMS colocou, pondo o Brasil como risco para a pandemia, parece até uma covardia moral da OMS. Estou sendo bem assertivo no que eu estou falando, porque os Estados Unidos da América, que é líder até hoje em número de mortes e casos, em nenhum momento ele [OMS] foi dizer que os EUA eram um perigo. Apesar de ser liderança inconteste. O Reino Unido desenvolveu uma cepa que está na Europa, os países da Europa estão sofrendo um repique da pandemia com base nessa cepa e também ninguém falou nada do Reino Unido. Vamos dizer assim, o torpedo vem pra cima do Brasil”, afirmou o vice-presidente.

Em coletiva de imprensa, o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, defendeu a necessidade de “medidas sociais sérias” para enfrentar a pandemia no Brasil. Ghebreyesus destacou que o país pode afetar países vizinhos da América Latina, e de outras partes do mundo, que estão em “melhor situação que o Brasil”.

Mourão aponta que o Governo Federal teve falhas na área da comunicação que afetaram de maneira negativa a pandemia, mas acredita em uma melhora no setor com a posse do almirante Flávio Augusto Viana Rocha na Secretaria Especial de Comunicação Social. Para o vice de Jair Bolsonaro (sem partido), a comunicação do governo foi “claudicante”.

“Nós deveríamos ter, desde o começo, tido uma campanha no nível federal, uma vez que as medidas locais pertencem aos gestores, isso é inconteste, mas uma campanha séria de conscientização da população. Não é uma questão de lockdown ou não lockdown, mas é uma questão das pessoas entenderem que elas têm que se resguardar o máximo possível”, diz o vice-presidente. “Isso a gente deveria ter falado o tempo todo, assim como questões mais elementares de uso de máscara, lavar as mãos, do uso de álcool. Então acho que isso é uma falha nossa”.

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Mourão diz que “com certeza” vai tomar vacina e relata “puxão de orelha” em Pazuello https://canalmynews.com.br/politica/mourao-falo-de-rompimento-do-equilibrio-de-poderes-e-afirma-estar-despreocupado-com-a-volta-de-lula/ Thu, 11 Mar 2021 19:05:27 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/mourao-falo-de-rompimento-do-equilibrio-de-poderes-e-afirma-estar-despreocupado-com-a-volta-de-lula/ Em entrevista, vice-presidente afirmou que o Brasil vive “uma instabilidade jurídica” e que vacina “é a solução”

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O vice-presidente da República Hamilton Mourão (PRTB) afirmou ao jornal Folha de São Paulo que não há qualquer tipo de risco de ruptura institucional caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vença as eleições presidenciais de 2022. Vacinas e a atuação do ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, também entraram na conversa.

Vice-presidente da República, Hamilton Mourão, chega à sala de controle do Prodasen para dar início à sessão.
Vice-presidente da República, Hamilton Mourão. Foto: Marcos Oliveira (Agência Senado).

“É aquela história: o povo é soberano. Se o povo quiser a volta do Lula, paciência. Acho difícil, viu, acho difícil”, afirmou o general. Sobre a decisão do ministro da Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin de anular as sentenças do petista relacionadas à Operação Lava Jato, o vice disse que o “equilíbrio de Poderes na nossa democracia está rompido. O Judiciário está com um poder acima dos outros dois e, consequentemente, isso leva a uma instabilidade jurídica”.

Entretanto, Mourão reiterou sua despreocupação quanto à possível candidatura de Lula: “Todo mundo pode ser candidato. Quanto ao ex-presidente Lula, nem me preocupo. Podem anular o processo, podem mudar o juiz do jogo, mas uma coisa para mim é clara. O ex-presidente Lula foi condenado em três instâncias por corrupção. Isso aí não muda.”

Na entrevista, o general da reserva fez críticas breves à postura governamental frente à pandemia de covid-19. Mourão disse que faltou uma campanha para conscientizar a população no combate ao vírus, além de que os embates entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), atravancaram as ações.

“Essa pandemia foi usada politicamente tanto pelo nosso lado quanto pelas oposições. Esse uso político da pandemia é péssimo”, disse. Contudo, o vice-presidente retirou do Ministério da Saúde a responsabilização maior sobre a atual crise sanitária, afirmando que ninguém “tem experiência de gestão em uma situação dessas”. Mourão afirmou, ainda, que deu um “puxão de orelha” em Pazuello e afirmou ao militar que ele deveria fazer mais e falar menos.

O vice-presidente afirmou que “com certeza” tomará uma vacina contra a covid-19 e que Bolsonaro deve fazer o mesmo. Mourão disse que o Brasil deve chegar no final do ano com “120 ou 130 milhões de pessoas vacinadas”.

Sobre as recentes exclusões de sua presença em reuniões ministeriais, Mourão foi enfático ao dizer que “o vice-presidente não faz parte da cadeia executiva do país. Está escrito na Constituição. Não é presidente, vice-presidente e ministros. A Constituição diz que o presidente exerce o Poder Executivo por meio de seus ministros. E outro artigo mostra o papel do vice-presidente, que é substituir o presidente nos afastamentos eventuais dele e ficar em condições de cumprir alguma missão que o presidente lhe der”. […] “É aquela história: aos 67 anos de idade, não vou ficar: ‘Pô, não me chamaram para o play’”.

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Troca na Petrobras é “questão de confiança” e mercado age como “rebanho”, diz Mourão https://canalmynews.com.br/economia/troca-na-petrobras-e-questao-de-confianca-e-mercado-age-como-rebanho-diz-mourao/ Mon, 22 Feb 2021 13:54:14 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/troca-na-petrobras-e-questao-de-confianca-e-mercado-age-como-rebanho-diz-mourao/ Vice defendeu troca no comando da estatal. Bolsonaro indicou general Joaquim Silva para cargo de Castello Branco

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O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que a troca feita pelo presidente Jair Bolsonaro no comando da Petrobras não foi uma intervenção, e sim uma “questão de confiança”.

“Não [foi intervenção], pô. Está dentro da atribuição do presidente. O mandato do Roberto terminava dia 20 de março, poderia ser renovado ou não, a decisão é não renovar. Não vejo forma de intervir nos preços, até pela própria legislação que rege a companhia, que é o que está sendo comentado e muito, não vai haver isso. É uma questão de confiança na pessoa que está lá, pelo o que o presidente colocou”, disse Mourão.

O vice-presidente da República e presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal, Hamilton Mourão.
O vice-presidente da República e presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal, Hamilton Mourão. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom (Agência Brasil).

O vice declarou que a mudança no comando da estatal não causará prejuízo à empresa e justificou que o general Joaquim Silva e Luna é um “camarada extremamente preparado”.

O general foi indicado na sexta-feira (19) pelo presidente Jair Bolsonaro para a vaga de Roberto Castello Branco. A troca ainda precisa ser confirmada pelo conselho de administração da Petrobras.

Questionado sobre a forte queda das ações da companhia, Mourão disse que o mercado age como um rebanho.

“Isso tudo é especulação. Mercado é rebanho eletrônico. Sai correndo para um lado, daqui a pouco eles voltam correndo de novo. Não vejo que vá prejudicar demais isso aí, daqui a pouco volta tudo”, afirmou Mourão.

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Anúncio de Mourão sobre Amazônia repercute negativamente entre ambientalistas https://canalmynews.com.br/mais/mourao-militares-na-amazonia/ Thu, 11 Feb 2021 18:07:31 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/mourao-militares-na-amazonia/ Mourão confirmou a implementação do Plano Amazônia 21/21, que substituirá Operação Verde Brasil 2, dirigida por militares

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O pronunciamento do vice-presidente Hamilton Mourão, dirigente do Conselho Nacional da Amazônia, sobre a substituição da Operação Verde Brasil 2, comandada por militares, pelo Plano Amazônia 21/21, teve repercussões negativas dentro dos setores ambientalistas. As opiniões contrárias são referentes às falas de Mourão sobre a participação efetiva das Forças Armadas para o combate aos crimes ambientais.

Órgãos ligados ao meio ambiente, como o Observatório do Clima e a Comissão Pró-índio, se posicionaram publicamente, afirmando que as tropas enviadas pelo planejamento federal não possuem o mesmo treinamento que os agentes de entidades ambientais, além de que as ações para frear o desmatamento também foram dificultadas pelos discursos de afrouxamento da legislação corroborados pela gestão Jair Bolsonaro.

Nas redes sociais, houve contestação sobre o emprego das Forças Armadas em detrimento dos profissionais competentes ao setor ambiental. “E se eu falar pra vcs que as “fontes de inteligência” que deram esse dado foram servidores do IBAMA?”, argumentou um usuário crítico à medida, referindo-se ao discurso de Mourão.

A união de diferentes instituições, como a proposta de incorporar o Instituto Chico Mendes (ICMbio) ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), catalogada pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, em outubro de 2020, também retornou às pautas de discussão: “um atraso sem igual…”, afirmou um perfil do Twitter em resposta à publicação oficial do general Mourão.

Crimes ambientais

As 11 cidades que mais sofreram com o desmatamento na região amazônica representam 40,5% do total de mata perdida entre agosto de 2019 e julho de 2020, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (Inpe).

A informação foi veiculada após o pronunciamento do vice-presidente Hamilton Mourão, o qual afirmou nesta quarta-feira (10) que 70% dos crimes ambientais na Amazônia ocorrem nesses 11 municípios, divididos por quatro estados: Pará (Itaituba, Rurópolis, Portel, Pacajá, São Félix do Xingu, Altamira e Novo Progresso); Amazonas (Apuí e Lábrea); Rondônia (Porto Velho); Mato Grosso (Colniza).

“Levantamos que 70% do desmatamento, ou dos crimes ambientais, vamos colocar assim, ocorrem em 11 municípios”, comunicou o vice.

Mediante esse cenário, Mourão disse que os locais serão considerados “áreas prioritárias” do governo para a condução da fiscalização na região, principalmente depois do término das ações com militares das Forças Armadas, previsto para 30 de abril.

O vice-presidente se manifestou publicamente após comandar a reunião do Conselho Nacional da Amazônia. Durante o encontro, o general da reserva apresentou o Plano Amazônia 21/21, substituto da Operação Verde Brasil 2, dirigida pelos militares.

O vice-presidente da República e presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal, Hamilton Mourão.
O vice-presidente da República e presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal, Hamilton Mourão. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom (Agência Brasil).

A fiscalização voltará, então, a ser exercida majoritariamente pelos órgãos civis, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Como essas entidades compreendem um número menor de agentes em comparação direta com as Forças Armadas, o desenvolvimento das ações será concentrado.

“Esses 11 municípios foram elencados como as áreas prioritárias, uma vez que concentrando os nossos esforços nessa região, temos condições de obter uma redução significativa desses crimes ambientais”, complementou Mourão.

Ainda de acordo com o vice, o governo pretende dispor da cooperação de órgãos voltados para o meio ambiente, como a Fundação Nacional do Índio (Funai) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), além da presença das polícias locais.

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