PETROBRAS

Troca na Petrobras é “questão de confiança” e mercado age como “rebanho”, diz Mourão

Vice defendeu troca no comando da estatal. Bolsonaro indicou general Joaquim Silva para cargo de Castello Branco
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que a troca feita pelo presidente Jair Bolsonaro no comando da Petrobras não foi uma intervenção, e sim uma “questão de confiança”.

“Não [foi intervenção], pô. Está dentro da atribuição do presidente. O mandato do Roberto terminava dia 20 de março, poderia ser renovado ou não, a decisão é não renovar. Não vejo forma de intervir nos preços, até pela própria legislação que rege a companhia, que é o que está sendo comentado e muito, não vai haver isso. É uma questão de confiança na pessoa que está lá, pelo o que o presidente colocou”, disse Mourão.

O vice-presidente da República e presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal, Hamilton Mourão.
O vice-presidente da República e presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal, Hamilton Mourão. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom (Agência Brasil).

O vice declarou que a mudança no comando da estatal não causará prejuízo à empresa e justificou que o general Joaquim Silva e Luna é um “camarada extremamente preparado”.

O general foi indicado na sexta-feira (19) pelo presidente Jair Bolsonaro para a vaga de Roberto Castello Branco. A troca ainda precisa ser confirmada pelo conselho de administração da Petrobras.

Questionado sobre a forte queda das ações da companhia, Mourão disse que o mercado age como um rebanho.

“Isso tudo é especulação. Mercado é rebanho eletrônico. Sai correndo para um lado, daqui a pouco eles voltam correndo de novo. Não vejo que vá prejudicar demais isso aí, daqui a pouco volta tudo”, afirmou Mourão.

Relacionadas
Intervenção do BC
Moeda dos EUA opera em forte alta após mudanças em políticas de preços de combustíveis
Ministro da Economia
Ministro defendeu limites para o endividamento público e falou sobre sua permanência no cargo
DESIGUALDADE
Avanço da pandemia, desemprego, inflação sobre alimentos e afrouxamento de políticas de proteção social agravam cenário
REAJUSTE
No ano, é a quinta alta da gasolina e a sexta do diesel. Elevações fizeram Bolsonaro trocar comando da estatal
home office?
Em janeiro, desvalorização de imóveis comerciais se estabilizou. Tendência é que empresas comecem a retomar atividades presenciais em escritórios mais adaptados ao home office
CRISE DA PANDEMIA
Paulo Gala avalia condução econômica do governo e alerta para um início de 2021 problemático ao Brasil

Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e Política de Cookies. Ao continuar navegando, você concorda com estas condições.