PIB ataca a 6×1 e Skaf a chama de “eleitoreira” e “açodada” Paulo Skaf, presidente da Fiesp. Foto: Evandro Éboli JORNAL DO MY NEWS

PIB ataca a 6×1 e Skaf a chama de “eleitoreira” e “açodada”

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Em reunião com Alcolumbre, empresários se queixam do texto da PEC e pedem ao senador que só a vote depois da eleição

Pressão no Senado

A PEC que prevê a redução da jornada de trabalho no Brasil começou a enfrentar resistência do setor empresarial. Nesta terça-feira (26), representantes da indústria se reuniram com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para criticar o acordo fechado entre o governo Lula e o presidente da Câmara, Hugo Motta, sobre o fim gradual da escala 6×1.

Críticas da Fiesp

O encontro foi liderado pela Fiesp. Durante a conversa, o presidente da entidade, Paulo Skaf, afirmou que considera a proposta “eleitoreira” e “açodada”. Segundo ele, o país não deveria discutir mudanças profundas na jornada de trabalho em pleno ano eleitoral.

Redução gradual da jornada

Além disso, Skaf afirmou que a média de trabalho no Brasil já gira em torno de 38 horas semanais. O texto negociado entre o Planalto e a Câmara, no entanto, prevê uma queda de 44 para 42 horas dois meses após a promulgação da PEC. Depois, um ano mais tarde, passariam a valer as 40 horas semanais.

Votação pode avançar

Mesmo com a pressão dos empresários, Alcolumbre não sinalizou recuo. Pelo contrário: nos bastidores, cresce a expectativa de que o Senado vote rapidamente a proposta assim que a Câmara concluir a análise, o que pode acontecer ainda nesta semana.

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