General Gonçalves Dias presta depoimento na PF após decisão de Moraes General Gonçalves Dias, ex-ministro do GSI (Foto: Divulgação/GSI) Política

General Gonçalves Dias presta depoimento na PF após decisão de Moraes

depoimento é uma determinação do ministro do STF, Alexandre de Moraes

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  • O general Gonçalves Dias, ex‑ministro do GSI, compareceu à Polícia Federal para depor no inquérito sobre os atos de 8 de janeiro, por determinação do ministro Alexandre de Moraes.
  • O depoimento foi exigido após a divulgação de vídeo em que Dias aparece interagindo com invasores no Palácio do Planalto, o que levou à sua demissão.
  • Moraes concedeu 24 horas ao ministro interino do GSI, Ricardo Cappelli, para identificar servidores nas imagens e relatar as providências adotadas.
  • O GSI informou que as filmagens mostram agentes de segurança removendo invasores dos andares superiores e que as condutas desses agentes estão sendo investigadas.

O general Gonçalves Dias, ex-ministro do GSI, chegou cedo à Polícia Federal para prestar depoimento no inquérito que apura os atos golpistas de 8 de janeiro. Esse depoimento é uma determinação do ministro do STF, Alexandre de Moraes, depois da divulgação de um vídeo em que Dias aparece interagindo com os invasores dentro do Palácio do Planalto.

Após a divulgação desse vídeo, o general pediu demissão do cargo. Isso na quarta-feira. E se tornou o primeiro ministro a deixar o governo nesse terceiro mandato de Lula e fez com que o governo passasse a apoiar a criação de uma CPI sobre os atos golpistas no Congresso.

Nessa mesma decisão sobre o depoimento, Alexandre de Moraes deu prazo de 24 horas para que o ministro interino do GSI, Ricardo Cappelli, identificasse todos os servidores civis e militares que aparecem nas imagens e informe as providências tomadas. Cappelli informou que já cumpriu essa determinação e falou que vai acelerar a sindicância em curso no Gabinete de Segurança Institucional.

Ainda na quarta-feira, o GSI tinha explicado que as imagens mostravam a atuação dos agentes de segurança para tirar os invasores do terceiro e quarto andares do Palácio, concentrando as pessoas no segundo andar e que as condutas dos agentes estão sendo investigadas.

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