Tarciana Medeiros, Luiza Helena Trajano, ministro Luiz Marinho e o ministro Paulo Pereira uniram forças na Arena Verde para traçar caminhos de equidade e crescimento para as mulheres no Brasil. (Foto: Beatriz Wicher)
Lideranças e autoridades reuniram-se na Arena Verde do Expo Center Norte para discutir o impacto das decisões femininas no desenvolvimento econômico e social do país
O painel “No Sofá com Luiza: Decisões que Movem o Brasil” reuniu grandes nomes da economia e da política no Expo Center Norte. Portanto, a discussão abordou poder, liderança e transformações sociais no ambiente corporativo. Além disso, a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, mediou a conversa. O encontro contou com Luiza Helena Trajano, o ministro Luiz Marinho, o secretário Paulo Pereira e Marcia Lopes. Assim, o grupo debateu caminhos práticos para garantir mais espaço e igualdade para as mulheres.
Durante o evento, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, apresentou dados importantes. Ele destacou a criação de mais de 4 milhões de empregos para mulheres entre 2023 e 2025. Consequentemente, esses números mostram um avanço no mercado formal. Por outro lado, o ministro fez uma reflexão firme sobre a violência de gênero. Em sua fala, ele enfatizou que os homens devem assumir a responsabilidade direta no combate ao feminicídio.
A busca por equidade e crédito para empreendedoras dominou os debates. Nesse sentido, Tarciana Medeiros defendeu que as mulheres ocupem ao menos 50% dos cargos de liderança. Ao mesmo tempo, Luiza Helena Trajano ressaltou o papel essencial do Banco do Brasil no setor. Além disso, a empresária pediu apoio aos ministros para revisar as regras de crédito. O foco é facilitar o acesso para pequenas e médias empresas lideradas por mulheres.
Durante o painel, Paulo Pereira destacou a força da presença feminina na sociedade. Ele afirmou que “as mulheres fazem bem para as pessoas”. Em seguida, Luiza Trajano usou o bom humor para comentar a economia. Ela brincou que não pediria a redução dos juros aos ministros para evitar “pauladas”. Dessa forma, a executiva lembrou que já conhece bem as pressões do mercado.
Por fim, Luiza Trajano cobrou atitude e velocidade para fechar a lacuna de renda entre gêneros. Para ela, a desigualdade salarial não exige fórmulas complexas. A executiva afirmou com firmeza que essa diferença “se resolve com caneta”. Por isso, as autoridades precisam agir rápido para garantir a equiparação nos salários.