Erika Hilton. Foto: Out Magazine
Deputada do PSOL levou a público uma disputa interna sobre a distribuição dos recursos e reacendeu o debate sobre os critérios do fundo eleitoral
A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) levou a público uma discussão que, em geral, fica restrita aos bastidores dos partidos. Ela criticou a distribuição do fundo eleitoral e afirmou que recebeu menos recursos do que esperava para a campanha de 2026. Apesar disso, a parlamentar é uma das principais puxadoras de votos do PSOL em São Paulo.
No debate do MyNews, analistas afirmaram que a reclamação vai além da disputa por verba. Para eles, a decisão de expor o impasse também faz parte de uma estratégia política. A avaliação é que Erika busca fortalecer sua posição dentro do partido e aumentar seu poder nas negociações internas. Além disso, o episódio reacendeu o debate sobre o uso de recursos públicos nas campanhas eleitorais.
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Outro ponto destacado foi o valor destinado à deputada. Segundo os comentaristas, Erika Hilton recebeu mais recursos do que em 2022, quando conquistou uma vaga na Câmara. Ainda assim, ela considera que o montante não reflete sua importância eleitoral. A parlamentar argumenta que assumiu um papel mais relevante na legenda e, por isso, deveria receber uma parcela maior do fundo.
Por fim, integrantes da cobertura política avaliam que a disputa pode ter consequências para o futuro do PSOL. Alguns enxergam a exposição do conflito como uma forma de pressionar a direção da sigla. Outros acreditam que o movimento pode antecipar mudanças na trajetória política de Erika Hilton. Independentemente das interpretações, o caso colocou novamente em evidência os critérios de distribuição do fundo eleitoral entre os candidatos.
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